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Comunicado: Associações LGBT e da área do VIH reivindicam a PrEP na Europa

A profilaxia pré-exposição (PrEP em inglês) é uma medicação que, quando disponível, pode ser tomada por pessoas seronegativas para reduzir o risco de serem infectadas pelo VIH.

O VIH (Vírus da Imunodeficiência Humana) é responsável por diminuir as defesas do nosso organismo e quando não diagnosticado e controlado origina SIDA (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida). Por isso é tão importante fazer o teste e saber o estatuto para o VIH. Quanto mais cedo o diagnóstico, mais cedo se inicia o tratamento.

A PrEP é um instrumento essencial na redução de novas infeções nas comunidades mais vulneráveis. Duas dessas comunidades são os homens que têm sexo com homens e as mulheres trans.

O EATG – European AIDS Treatment Group e a AIDES juntamente com 81 outras organizações europeias que trabalham na área do VIH e/ou nos direitos LGBT – e na qual a rede ex aequo e outras dez organizações portuguesas se incluem – assinaram um manifesto pela prevenção do VIH.

Exigimos que a profilaxia pré-exposição (PrEP) seja disponibilizada o mais cedo possível na União Europeia. Desse modo, solicitámos à farmacêutica Gilead que submeta uma candidatura à Agência Europeia do Medicamento para que a indicação de toma do medicamento (Truvada®) seja alterada.

Ainda a semana passada foram apresentados dois estudos que demonstram os altos níveis de eficácia da PrEP. Os estudos demonstram também que a transmissão do VIH nas comunidades vulneráveis é ainda mais alta do que se temia. Assim, como sublinha a AIDES, é um imperativo moral e político que a PrEP seja disponibilizada urgentemente a quem dela necessitar.

O manifesto insiste ainda que se deve discutir a forma de pagamento da medicação e o modo como esta deve ser utilizada em conjunto com os demais métodos de prevenção do VIH e de outras infeções sexualmente transmissíveis, tais como o preservativo.

É nosso dever mantermo-nos informados sobre as alternativas que vão surgindo e protegermo-nos a nós e aos outros.

É nesse sentido que a rede ex aequo partilha o manifesto e os estudos em causa.