rede ex aequo

Olá Visitante19.nov.2018, 02:50:58

Autor Tópico: Desabafos LGBT...  (Lida 306891 vezes)

 
Desabafos LGBT...
#4300

Offline Quetzal

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Obrigada Bc pelas tuas palavras, foi apenas um desabafo, não te preocupes eu estou a cuidar de mim :-)

    Desabafos LGBT...
    #4301

    Bc

    • Visitante
    Obrigada Bc pelas tuas palavras, foi apenas um desabafo, não te preocupes eu estou a cuidar de mim :-)

    Ora bem, assim é que se fala...:)

      Desabafos LGBT...
      #4302

      Offline TInvis

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      • Ah.
      Já estou cansado de esconder dos outros que sou FtM; já passaram quase 4 anos desde que me coloquei esta questão. Cheguei ao ponto em que já não quero saber do que visto, de como me apresento, o que como ou não como e o que faço já não me importam, o que os outros dizem de mim já só me deixa mais em baixo.
      Passo os dias fechado no quarto quando estou em casa, não ia às aulas nos últimos anos e ainda me recuso a fazer desporto em grupo, com medo dos balneários, dos comentários, de ter que fazer educação física do lado das raparigas e sentir-me colocado de parte, etc.
      Há uns dias atrás, num almoço de família, ouvi as opiniões meio estranhas deles, que diziam apoiar apenas o casamento entre mulheres no que toca à homossexualidade, com a justificação de que "ter duas mães é melhor que não ter nenhuma". Pensam também que a mudança de nome e género é uma perda de tempo e dinheiro. Não tenho ninguém com quem falar ou nada onde escrever sem ser a Internet, já que os meus amigos partilham mais ou menos o mesmo tipo de opinião.
      No dia 17 do mês passado fiquei surpreendido ao ver tanto arco-íris na minha escola, onde eu nunca antes tinha nada relacionado com o tema LGBT. Naquele momento quis mesmo contar a toda a gente, mas contive-me e ando a conter essa vontade. Todos os dias passo os jornais que estão na biblioteca à procura de notícias nas quais me revejo, que estejam relacionadas comigo. Costumo procurar na Internet por páginas de associações, leio quase tudo o que consigo encontrar que ache ser de confiança (e foi assim que encontrei este sítio). Faço planos para comprar coisas como roupa às escondidas da minha família (mesmo sem saber como, ou a quem as entregar).
      Mesmo assim...Não me sinto ainda preparado para "interagir com o mundo exterior" usando quaisquer nomes ou pronomes pessoais novos, ou mudar a minha aparência, com receio de como as pessoas irão reagir; muito provavelmente seria posto de parte da família também; nem sequer sei se eles já o sabem. Vivo todos os dias com vontade de me exprimir a toda a gente, apenas não sei como e não estou preparado para o muito certamente vem a seguir.




      Acabei aqui porque já estava a escrever demasiado, mas não é tudo o que eu tenho para dizer. Só precisava de escrever isto num sítio qualquer; espero que tenha respondido no tópico certo.
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        TheInvisibleAlly#6485

        Desabafos LGBT...
        #4303

        Offline Atomic

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        Enviei-te MP.




        Fora isso, sinceramente acho que o melhor que tens a fazer se tens essa envolvente tão negativa é tentar conseguires a tua própria independência de alguma forma... Deixo também a nota que poderá ser positivo contactares a Casa Qui ou o Centro Gis, que eles podem te conseguir dar uma resposta mais direta à tua situação...


        Muita força na tua luta, é uma luta difícil mas acredito que consigas sair por cima!

        Desabafos LGBT...
        #4304

        Offline lilyofthevalley

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        Sem entrar em muitos detalhes: sinto que ninguém, para além um grupo fechado de pessoas, me aceitaria como sou...

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          #4305

          Offline oitalo141

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          Boa noite!


          Eu gostaria de colocar tantas coisas aqui, mas sinto que devo ser breve em meus comentários. Há um ano me relacionei com uma pessoa (para proteger sua identidade vou chamá-lo de xiss), após alguns dias encontro não nos falamos mais, de modo que passei a me preocupar em demasia. Não obstante a isso, adoeci e fiquei algumas semanas manifestando diversos sintomas (aparentemente um estado gripal, xerostomia, aftas, alterações visuais, etc), foi o bastante para que eu alimentasse a ideia de que poderia estar com alguma infecção sexualmente transmissível. Passei a fazer diversos exames, todos não reagentes - continuo fazendo exames, mesmo já tendo se passado um ano dessa situação. Após ir tantas vezes ao consultório médico, fui encaminhado para acompanhamento psiquiátrico e psicoterápico. Hoje estou a tomar alguns medicamentos para o alívio do estresse, ansiedade e depressão.

          Não se passa um único dia sem que eu me arrependa de ser estado com xiss, me culpo terrivelmente por tudo. Bem, dada a minha condição não tenho coragem de me abrir com minha família (eles não conhecem minha opção sexual, muito provavelmente não entenderiam pelo que estou passando). Escrever estas poucas palavras, que estão muto longe de sintetizar todas as angústias vividas ao longo de um ano, já me tira um enorme fardo das costas.
          [/size][/font]
          [/size]Vivi algum tempo em Portugal, no entanto, agora vivo no Brasil. Espero poder compartilhar mais da minha história com vocês, somente o tempo dirá o que será de mim. Já pensei em suicídio várias vezes, não sei se um dia voltarei a me relacionar com alguém ou mesmo se vou superar tudo que estou enfrentando - espero que sim, no fundo sei que tenho vontade de viver. Me despeço de vocês, na esperança de dias melhores.[/font]

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            #4306

            Offline Atomic

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            Olá oitalo141, muito provavelmente foi coincidência teres tido algum tipo de doença naquela altura, se os testes deram negativo, não tens grande coisa com que te preocupar nesse aspecto.

            A nível de arrependimentos, há sempre uma ou outra pessoa que nos marca menos positivamente, mas não te deves deixar marcar por isso. A experimentação faz parte da vida, desde que tenhas práticas sexuais seguras, eu não demonizaria a coisa.

            Compreendo que te sentes isolado e por isso facilmente as coisas assumem proporções enormes internamente, mas pessoalmente acho que não estás a passar por algo muito diferente do que outros de nos passam, tens de descontrair um pouco em relação à situação e deixares as coisas andarem. Não adianta pensares em quem vais ou não conhecer e como vai ou não ser, que por mais que tentes prever, só quando esse tempo chegar é que vais conseguir decidir o que fazer!

            Espero ter ajudado!

            Desabafos LGBT...
            #4307

            Offline Rychard

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            Após ir tantas vezes ao consultório médico, fui encaminhado para acompanhamento psiquiátrico e psicoterápico. Hoje estou a tomar alguns medicamentos para o alívio do estresse, ansiedade e depressão.

            Vivi algum tempo em Portugal, no entanto, agora vivo no Brasil. Espero poder compartilhar mais da minha história com vocês, somente o tempo dirá o que será de mim. Já pensei em suicídio várias vezes, não sei se um dia voltarei a me relacionar com alguém ou mesmo se vou superar tudo que estou enfrentando - espero que sim, no fundo sei que tenho vontade de viver. Me despeço de vocês, na esperança de dias melhores.
            Olá oitalo141
            A ansiedade ou depressão acaba por levar a uma diminuição do sistema Imunitário. Provavelmente (ou não) poderá ter sido num altura/momento de stress a causa para teres ficado doente.
            Em relação aos teus pensamentos suicidas, deves falar com o teu psiquiatra, a medicação pode ter influencia nisso e acabas por achar que es tu a entrar num momento depressivo e afinal pode ser apenas uma reacção ao medicamento.
            Abraço

              Desabafos LGBT...
              #4308

              DianaSalvado

              • Visitante
              Já estou cansado de esconder dos outros que sou FtM; já passaram quase 4 anos desde que me coloquei esta questão. Cheguei ao ponto em que já não quero saber do que visto, de como me apresento, o que como ou não como e o que faço já não me importam, o que os outros dizem de mim já só me deixa mais em baixo.
              Passo os dias fechado no quarto quando estou em casa, não ia às aulas nos últimos anos e ainda me recuso a fazer desporto em grupo, com medo dos balneários, dos comentários, de ter que fazer educação física do lado das raparigas e sentir-me colocado de parte, etc.
              Há uns dias atrás, num almoço de família, ouvi as opiniões meio estranhas deles, que diziam apoiar apenas o casamento entre mulheres no que toca à homossexualidade, com a justificação de que "ter duas mães é melhor que não ter nenhuma". Pensam também que a mudança de nome e género é uma perda de tempo e dinheiro. Não tenho ninguém com quem falar ou nada onde escrever sem ser a Internet, já que os meus amigos partilham mais ou menos o mesmo tipo de opinião.
              No dia 17 do mês passado fiquei surpreendido ao ver tanto arco-íris na minha escola, onde eu nunca antes tinha nada relacionado com o tema LGBT. Naquele momento quis mesmo contar a toda a gente, mas contive-me e ando a conter essa vontade. Todos os dias passo os jornais que estão na biblioteca à procura de notícias nas quais me revejo, que estejam relacionadas comigo. Costumo procurar na Internet por páginas de associações, leio quase tudo o que consigo encontrar que ache ser de confiança (e foi assim que encontrei este sítio). Faço planos para comprar coisas como roupa às escondidas da minha família (mesmo sem saber como, ou a quem as entregar).
              Mesmo assim...Não me sinto ainda preparado para "interagir com o mundo exterior" usando quaisquer nomes ou pronomes pessoais novos, ou mudar a minha aparência, com receio de como as pessoas irão reagir; muito provavelmente seria posto de parte da família também; nem sequer sei se eles já o sabem. Vivo todos os dias com vontade de me exprimir a toda a gente, apenas não sei como e não estou preparado para o muito certamente vem a seguir.




              Acabei aqui porque já estava a escrever demasiado, mas não é tudo o que eu tenho para dizer. Só precisava de escrever isto num sítio qualquer; espero que tenha respondido no tópico certo.




              Lamento que estejas a passar por essa situação. Eu passo pelo mesmo mais ao contrário como MtF. Os meus pais não apoiam pessoas LGBT e eu não consigo expressar-me. Estou a tentar ganhar a minha independência para avançar com a minha vida.


              Se quiseres falar podes mandar-me uma MP. Muita força.


              Beijinhos,


              Diana Salvado

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                #4309

                Offline Di HF

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                Às vezes acho que sou poliamorosa ou sei lá... Há três pessoas a darem-me "cabo do juízo".- Uma é a minha ex namorada com quem namorei imenso tempo e agora começou a namorar- Outra é a minha curte de longos anos por quem nunca deixei de ter sentimentos e nunca tive nada sério- A última é uma professora minha que é a minha crush/paixão platónica de uns 3/4 anos com quem comecei a falar
                O pior é que nenhuma delas quer saber minimamente de mim a esse nível. "Quem tudo quer, tudo perder".

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                  #4310

                  Offline sleepy_heart

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                  Às vezes acho que sou poliamorosa ou sei lá... Há três pessoas a darem-me "cabo do juízo".- Uma é a minha ex namorada com quem namorei imenso tempo e agora começou a namorar- Outra é a minha curte de longos anos por quem nunca deixei de ter sentimentos e nunca tive nada sério- A última é uma professora minha que é a minha crush/paixão platónica de uns 3/4 anos com quem comecei a falar
                  O pior é que nenhuma delas quer saber minimamente de mim a esse nível. "Quem tudo quer, tudo perder".


                  Em primeiro lugar... não gostaria nada de estar no teu lugar... mas bem, se a tua ex namora e está feliz podias "tirá-la" dessa "equação", não? :) Isso deve ser tudo difícil de gerir emocionalmente em simultâneo... nem sei o que te dizer mas tenho mesmo "compaixão" porque deve ser desgastante. Consegues descansar? Cuida-te!
                    As "desculpas" sempre me pareceram ridículas porque sou o tipo de pessoa que soluciona. Permitam-me a analogia: tenho sempre lugar no meu carro? Não, às vezes ele enche. E enquanto ainda estão todos/as a pensar em quem deixar para trás já eu estou a telefonar para alugar um autocarro. (D. C.)

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                    #4311

                    Offline LaoStirner

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                    Recentemente, tive o meu aniversário - foi um dia como qualquer outro, que foi só menos aborrecido pelo facto de ter jantado comida chinesa. A idade está a andar para a frente, mas a vida a andar para trás. O desemprego (e consequentemente, a dependência monetária), a falta de carro, o facto de estar no armário e de não contactar pessoalmente com a comunidade LGBT - todos estes factos parecem-me levar a uma espiral depressiva, e temo pelo futuro e pela vida. Não contacto com ninguém que eu considere amigos de outrora - não sei se por preguiça, por não ser um bom conversador ou de não querer gastar o pouco dinheiro que tenho em saídas (ou uma mistura de ambos).


                    « Última modificação: 13 de Julho por LaoStirner »
                      "Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe." - Oscar Wilde

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                      #4312

                      Offline Jiyoana

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                      Devido a algo tao estupido encontro-me quase em separacao. So eu sei o que estou a sofrer. Tudo apenas porque dei o beijo mais ao lado da boca e nao lhe dei na boca... em frente do meu predio. A serio que nao foi de todo de proposito. A serio! Foi apenas falha ao alvo... como quem diz. Se eu ao menos pudesse voltar atras... a serio eu estava com sono e tinha acabado de acordar, eram 4 da manha e estava de pijama na rua. A serio nao entendo... so me apetece chorar, gritar e... pior.
                        ♀♀ | Feminista | Gamer | Psicologia Criminal |

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                        #4313

                        Offline Jiyoana

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                        Acabou tudo. e sinto vontade de desistir de tudo.
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                          Desabafos LGBT...
                          #4314

                          Offline Mónicaf

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                          Acabou tudo. e sinto vontade de desistir de tudo.

                          Acabou tudo. e sinto vontade de desistir de tudo.

                          Então, Jiyoana?

                          Força aí!! Qualquer coisa, apita :)

                          Muitos beijinhos*

                            Desabafos LGBT...
                            #4315

                            Offline fmateus

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                            Olá,

                            Gostava de partilhar uma experiência que tive recentemente.
                            Conheci um rapaz no tinder faz uns meses, diria finais de Julho.
                            Fomos falando e falando e falando até que combinamos encontrarmo-nos em agosto, não deu por imprevistos dele e meus, ficou por data indeterminada.

                            Fomo-nos conhecendo entretanto e cheguei ao ponto de sentir grande interesse em estar com ele cada vez mais, até que ele me disse que ia para fora estudar, para Inglaterra mais precisamente.
                            Fiquei triste e chateado pois ele era a 3a pessoa que ia embora, seja para mais longe ou fora do país, senti-me tão mal pois escolho as pessoas erradas, o coração escolhe essas pessoas, pensei e pensei, se começamos bem, então quero acabar em bem, quis há mesma estar com ele para me “despedir”, ficou prometido um abraço e ele aceitou pois também queria estar comigo, estava ansioso, mas eu estava ainda mais, fazia 2 anos que não estava com ninguém, não imaginam o meu estado de nervos.

                            Combinamos para dia 1 Setembro, combinamos encontrarmo-nos na trindade (estação de metro principal no Porto) mas ele ia chegar atrasado, eu já tinha saído de casa, estive a fazer tempo pelo Norteshopping, na Fnac mais precisamente, o tempo avançava e os nervos aumentavam, a minha pulsação era a duplicar, de repente vejo alguém de T-shirt branca a aproximar-se e era ele, deu-me um toque na barriga e diz-me “Olá”
                            As primeiras impressões, alto, magro, voz suave, olhos bonitos.

                            Fomos até ao Porto e passeámos, sempre a falarmos um do outro, o que gostávamos, o que não gostávamos, etc, mostrei-lhe a minha escola, ele mostrou-me alguns locais novos, jardins especialmente, conversámos e conversámos, bem, partilhamos um pouco de tudo, inclusive troca de olhares, alguns deles intensos que por vezes me incomodavam por serem fortes, o sorriso dele, a companhia, adorei esse dia, jantámos juntos e no final do dia deu-me um abraço, foi inesperado.

                            Depois enviou-me uma mensagem que tinha adorado estar comigo, que eu era giro e nerd, retribui o que sentia, ficou um sentimento de felicidade no ar, fui trabalhar nos dias seguintes com outro ar, alguns colegas mais próximos meus repararam nessa felicidade, fez-me lembrar aquilo que eu era, mais feliz, alegre com as pessoas, sempre no gozo, sempre a levar a vida na brincadeira, sentia-me bem com energia para tudo, nem parecia eu, quer dizer, já não me lembrava de ser assim.

                            Houve um mal entendido depois disso, disse-lhe que tinha faltado um beijo, ele levou a mal, ou interpretou mal, pensava que o queria para outras intenções, nunca mas nunca o quis dessa forma, arrependi-me por completo o que tinha dito, ficou um ambiente estranho, depois lá passou, ele também pediu desculpa, disse-lhe que as coisas forçadas nunca funcionam, ele apenas dizia que não deviam surgir mais coisas entre nós por ele se ir embora para fora, tentei fazer com que ele percebesse que queria aproveitar o presente e o futuro ficaria para depois.

                            Quisemos sair uma segunda vez, quisemos fazer diferente, ele queria que eu conhecesse a terra dele, Vila do Conde e Póvoa do Varzim, ficou contente por ter aceite ter lá ido, fomos, guiou-me pela cidade, almoçámos, tirámos umas fotografias, conversámos e conversámos, começou a haver mais confiança mais intimidade.
                            Correu tudo bem nesse dia, foi ainda melhor que a primeira vez que saímos, foi ainda mais mágico o ambiente, adorei mesmo.
                            O facto de ele me apresentar e dar a conhecer onde cresceu e estudou é dar de si a mim, perder um pouco dele para mim, dedicar-se.

                            Ficou no ar uma terceira saída, mas incerto.
                            Penso que estava a começar a sentir coisas, tivemos uma conversa pois queria perceber o que “nós” éramos, ele evitava falar de sentimentos, especialmente os dele, não gosta, mas eu queria perceber, o que ele me dizia era que embora gostasse muito de mim que não queria sofrer e avançar devido ao facto de ir para o estrangeiro.

                            Eu respeitei e apenas dizia que os sentimentos que tinha por ele eram muito frescos, podia reverter (tentei eu), combinámos sair uma terceira vez.
                            Foi um pouco diferente, fui com um pé atrás, do género, não queria pensar com o coração, mas não consegui, foi um dia fantástico que passámos, a ideia de sairmos uma próxima vez tinha ficado no ar também...mas não aconteceu.

                            As coisas começaram a ficar estranhas, comecei a sentir saudades e a sentir algo mais, íamos falando todos os dias, mas percebia que ele estava estranho, demorava cada vez mais a responder, evitava falar de sentimentos dele como é óbvio e dos meus, parecia haver um distanciamento.

                            Tentei perceber as coisas e hoje percebo, ele afastou-se, admitiu, pois estaria a sofrer por ele e por mim mas queria ser meu amigo, alguém me explique se isto faz sentido?
                            Se queria ser meu amigo então que não se afastasse, que me levasse no coração dele para onde for, é assim que são os amigos.

                            Fico triste e revoltado, com raiva de mim e das minhas escolhas, tirei dias de férias que supostamente eram para ser com a minha família e tirei para estar com ele, fiz inclusive um retrato dele, que eu nunca fiz por ninguém, dediquei-me de alma e coração para as coisas resultarem, mas aparentemente nem à terceira.
                            Hoje ignora-me, sinto-me mal mesmo, desisto de procurar alguém, acabou, quero focar-me noutras coisas, nos meus objectivos pessoais e profissionais, corrigir erros e começar algo novo, fico cansado do amor, dá trabalho e custa-me.

                            Admito que senti o poder da paixão, já não me lembrava disso há muito tempo, é forte e pode ser destrutivo, tenho feito as coisas erradas, tenho-me forçado em encontrar alguém, daí não ter resultado até hoje, agora percebo!
                            Obrigado pela lição que me deste :)

                            Há sempre algo de bem que se possa extrair do mal, a experiência.
                            Sê feliz.


                            Enviado do meu iPad usando o Tapatalk
                              "O tempo é a razão da nossa existência"

                              Desabafos LGBT...
                              #4316

                              Offline sleepy_heart

                              • ****
                              • Membro Sénior
                              • Género: Feminino
                              Olá,

                              Gostava de partilhar uma experiência que tive recentemente.
                              Conheci um rapaz no tinder faz uns meses, diria finais de Julho.
                              Fomos falando e falando e falando até que combinamos encontrarmo-nos em agosto, não deu por imprevistos dele e meus, ficou por data indeterminada.

                              Fomo-nos conhecendo entretanto e cheguei ao ponto de sentir grande interesse em estar com ele cada vez mais, até que ele me disse que ia para fora estudar, para Inglaterra mais precisamente.
                              Fiquei triste e chateado pois ele era a 3a pessoa que ia embora, seja para mais longe ou fora do país, senti-me tão mal pois escolho as pessoas erradas, o coração escolhe essas pessoas, pensei e pensei, se começamos bem, então quero acabar em bem, quis há mesma estar com ele para me “despedir”, ficou prometido um abraço e ele aceitou pois também queria estar comigo, estava ansioso, mas eu estava ainda mais, fazia 2 anos que não estava com ninguém, não imaginam o meu estado de nervos.

                              Combinamos para dia 1 Setembro, combinamos encontrarmo-nos na trindade (estação de metro principal no Porto) mas ele ia chegar atrasado, eu já tinha saído de casa, estive a fazer tempo pelo Norteshopping, na Fnac mais precisamente, o tempo avançava e os nervos aumentavam, a minha pulsação era a duplicar, de repente vejo alguém de T-shirt branca a aproximar-se e era ele, deu-me um toque na barriga e diz-me “Olá”
                              As primeiras impressões, alto, magro, voz suave, olhos bonitos.

                              Fomos até ao Porto e passeámos, sempre a falarmos um do outro, o que gostávamos, o que não gostávamos, etc, mostrei-lhe a minha escola, ele mostrou-me alguns locais novos, jardins especialmente, conversámos e conversámos, bem, partilhamos um pouco de tudo, inclusive troca de olhares, alguns deles intensos que por vezes me incomodavam por serem fortes, o sorriso dele, a companhia, adorei esse dia, jantámos juntos e no final do dia deu-me um abraço, foi inesperado.

                              Depois enviou-me uma mensagem que tinha adorado estar comigo, que eu era giro e nerd, retribui o que sentia, ficou um sentimento de felicidade no ar, fui trabalhar nos dias seguintes com outro ar, alguns colegas mais próximos meus repararam nessa felicidade, fez-me lembrar aquilo que eu era, mais feliz, alegre com as pessoas, sempre no gozo, sempre a levar a vida na brincadeira, sentia-me bem com energia para tudo, nem parecia eu, quer dizer, já não me lembrava de ser assim.

                              Houve um mal entendido depois disso, disse-lhe que tinha faltado um beijo, ele levou a mal, ou interpretou mal, pensava que o queria para outras intenções, nunca mas nunca o quis dessa forma, arrependi-me por completo o que tinha dito, ficou um ambiente estranho, depois lá passou, ele também pediu desculpa, disse-lhe que as coisas forçadas nunca funcionam, ele apenas dizia que não deviam surgir mais coisas entre nós por ele se ir embora para fora, tentei fazer com que ele percebesse que queria aproveitar o presente e o futuro ficaria para depois.

                              Quisemos sair uma segunda vez, quisemos fazer diferente, ele queria que eu conhecesse a terra dele, Vila do Conde e Póvoa do Varzim, ficou contente por ter aceite ter lá ido, fomos, guiou-me pela cidade, almoçámos, tirámos umas fotografias, conversámos e conversámos, começou a haver mais confiança mais intimidade.
                              Correu tudo bem nesse dia, foi ainda melhor que a primeira vez que saímos, foi ainda mais mágico o ambiente, adorei mesmo.
                              O facto de ele me apresentar e dar a conhecer onde cresceu e estudou é dar de si a mim, perder um pouco dele para mim, dedicar-se.

                              Ficou no ar uma terceira saída, mas incerto.
                              Penso que estava a começar a sentir coisas, tivemos uma conversa pois queria perceber o que “nós” éramos, ele evitava falar de sentimentos, especialmente os dele, não gosta, mas eu queria perceber, o que ele me dizia era que embora gostasse muito de mim que não queria sofrer e avançar devido ao facto de ir para o estrangeiro.

                              Eu respeitei e apenas dizia que os sentimentos que tinha por ele eram muito frescos, podia reverter (tentei eu), combinámos sair uma terceira vez.
                              Foi um pouco diferente, fui com um pé atrás, do género, não queria pensar com o coração, mas não consegui, foi um dia fantástico que passámos, a ideia de sairmos uma próxima vez tinha ficado no ar também...mas não aconteceu.

                              As coisas começaram a ficar estranhas, comecei a sentir saudades e a sentir algo mais, íamos falando todos os dias, mas percebia que ele estava estranho, demorava cada vez mais a responder, evitava falar de sentimentos dele como é óbvio e dos meus, parecia haver um distanciamento.

                              Tentei perceber as coisas e hoje percebo, ele afastou-se, admitiu, pois estaria a sofrer por ele e por mim mas queria ser meu amigo, alguém me explique se isto faz sentido?
                              Se queria ser meu amigo então que não se afastasse, que me levasse no coração dele para onde for, é assim que são os amigos.

                              Fico triste e revoltado, com raiva de mim e das minhas escolhas, tirei dias de férias que supostamente eram para ser com a minha família e tirei para estar com ele, fiz inclusive um retrato dele, que eu nunca fiz por ninguém, dediquei-me de alma e coração para as coisas resultarem, mas aparentemente nem à terceira.
                              Hoje ignora-me, sinto-me mal mesmo, desisto de procurar alguém, acabou, quero focar-me noutras coisas, nos meus objectivos pessoais e profissionais, corrigir erros e começar algo novo, fico cansado do amor, dá trabalho e custa-me.

                              Admito que senti o poder da paixão, já não me lembrava disso há muito tempo, é forte e pode ser destrutivo, tenho feito as coisas erradas, tenho-me forçado em encontrar alguém, daí não ter resultado até hoje, agora percebo!
                              Obrigado pela lição que me deste :)

                              Há sempre algo de bem que se possa extrair do mal, a experiência.
                              Sê feliz.


                              Enviado do meu iPad usando o Tapatalk

                              Penso ter vivido algo parecido em alguns aspectos. Os/as medos/as são irracionais, os sentimentos são difíceis de gerir e o equilíbrio é difícil de alcançar. Sei como custa quando vemos alguém que nos é querido ou que consideramos especial afastar-se mas há coisas que não são mesmo para entender. Certamente ficarás com coisas boas e sentimentos bonitos mesmo que te tenha provocado alguma amargura. Toda a gente que passa pela nossa vida deixa o seu contributo - uns contributos melhores, outros piores - mas é como dizes: fica a lição. Mas se me permites um pequeno "conselho", não querendo dizer o que deves ou não fazer: tenta, talvez, e se te for possível não desistir por mais cansativo que seja. Se ainda acreditas no amor, no romantismo, quem sabe não tenhas precisado dessa lição para poderes saborear algo melhor futuramente. Muito boa sorte! Abraço!
                                As "desculpas" sempre me pareceram ridículas porque sou o tipo de pessoa que soluciona. Permitam-me a analogia: tenho sempre lugar no meu carro? Não, às vezes ele enche. E enquanto ainda estão todos/as a pensar em quem deixar para trás já eu estou a telefonar para alugar um autocarro. (D. C.)

                                Desabafos LGBT...
                                #4317

                                Offline fmateus

                                • ****
                                • Membro Sénior
                                • Género: Masculino
                                • Music and Cinema Lover.
                                Olá,

                                Gostava de partilhar uma experiência que tive recentemente.
                                Conheci um rapaz no tinder faz uns meses, diria finais de Julho.
                                Fomos falando e falando e falando até que combinamos encontrarmo-nos em agosto, não deu por imprevistos dele e meus, ficou por data indeterminada.

                                Fomo-nos conhecendo entretanto e cheguei ao ponto de sentir grande interesse em estar com ele cada vez mais, até que ele me disse que ia para fora estudar, para Inglaterra mais precisamente.
                                Fiquei triste e chateado pois ele era a 3a pessoa que ia embora, seja para mais longe ou fora do país, senti-me tão mal pois escolho as pessoas erradas, o coração escolhe essas pessoas, pensei e pensei, se começamos bem, então quero acabar em bem, quis há mesma estar com ele para me “despedir”, ficou prometido um abraço e ele aceitou pois também queria estar comigo, estava ansioso, mas eu estava ainda mais, fazia 2 anos que não estava com ninguém, não imaginam o meu estado de nervos.

                                Combinamos para dia 1 Setembro, combinamos encontrarmo-nos na trindade (estação de metro principal no Porto) mas ele ia chegar atrasado, eu já tinha saído de casa, estive a fazer tempo pelo Norteshopping, na Fnac mais precisamente, o tempo avançava e os nervos aumentavam, a minha pulsação era a duplicar, de repente vejo alguém de T-shirt branca a aproximar-se e era ele, deu-me um toque na barriga e diz-me “Olá”
                                As primeiras impressões, alto, magro, voz suave, olhos bonitos.

                                Fomos até ao Porto e passeámos, sempre a falarmos um do outro, o que gostávamos, o que não gostávamos, etc, mostrei-lhe a minha escola, ele mostrou-me alguns locais novos, jardins especialmente, conversámos e conversámos, bem, partilhamos um pouco de tudo, inclusive troca de olhares, alguns deles intensos que por vezes me incomodavam por serem fortes, o sorriso dele, a companhia, adorei esse dia, jantámos juntos e no final do dia deu-me um abraço, foi inesperado.

                                Depois enviou-me uma mensagem que tinha adorado estar comigo, que eu era giro e nerd, retribui o que sentia, ficou um sentimento de felicidade no ar, fui trabalhar nos dias seguintes com outro ar, alguns colegas mais próximos meus repararam nessa felicidade, fez-me lembrar aquilo que eu era, mais feliz, alegre com as pessoas, sempre no gozo, sempre a levar a vida na brincadeira, sentia-me bem com energia para tudo, nem parecia eu, quer dizer, já não me lembrava de ser assim.

                                Houve um mal entendido depois disso, disse-lhe que tinha faltado um beijo, ele levou a mal, ou interpretou mal, pensava que o queria para outras intenções, nunca mas nunca o quis dessa forma, arrependi-me por completo o que tinha dito, ficou um ambiente estranho, depois lá passou, ele também pediu desculpa, disse-lhe que as coisas forçadas nunca funcionam, ele apenas dizia que não deviam surgir mais coisas entre nós por ele se ir embora para fora, tentei fazer com que ele percebesse que queria aproveitar o presente e o futuro ficaria para depois.

                                Quisemos sair uma segunda vez, quisemos fazer diferente, ele queria que eu conhecesse a terra dele, Vila do Conde e Póvoa do Varzim, ficou contente por ter aceite ter lá ido, fomos, guiou-me pela cidade, almoçámos, tirámos umas fotografias, conversámos e conversámos, começou a haver mais confiança mais intimidade.
                                Correu tudo bem nesse dia, foi ainda melhor que a primeira vez que saímos, foi ainda mais mágico o ambiente, adorei mesmo.
                                O facto de ele me apresentar e dar a conhecer onde cresceu e estudou é dar de si a mim, perder um pouco dele para mim, dedicar-se.

                                Ficou no ar uma terceira saída, mas incerto.
                                Penso que estava a começar a sentir coisas, tivemos uma conversa pois queria perceber o que “nós” éramos, ele evitava falar de sentimentos, especialmente os dele, não gosta, mas eu queria perceber, o que ele me dizia era que embora gostasse muito de mim que não queria sofrer e avançar devido ao facto de ir para o estrangeiro.

                                Eu respeitei e apenas dizia que os sentimentos que tinha por ele eram muito frescos, podia reverter (tentei eu), combinámos sair uma terceira vez.
                                Foi um pouco diferente, fui com um pé atrás, do género, não queria pensar com o coração, mas não consegui, foi um dia fantástico que passámos, a ideia de sairmos uma próxima vez tinha ficado no ar também...mas não aconteceu.

                                As coisas começaram a ficar estranhas, comecei a sentir saudades e a sentir algo mais, íamos falando todos os dias, mas percebia que ele estava estranho, demorava cada vez mais a responder, evitava falar de sentimentos dele como é óbvio e dos meus, parecia haver um distanciamento.

                                Tentei perceber as coisas e hoje percebo, ele afastou-se, admitiu, pois estaria a sofrer por ele e por mim mas queria ser meu amigo, alguém me explique se isto faz sentido?
                                Se queria ser meu amigo então que não se afastasse, que me levasse no coração dele para onde for, é assim que são os amigos.

                                Fico triste e revoltado, com raiva de mim e das minhas escolhas, tirei dias de férias que supostamente eram para ser com a minha família e tirei para estar com ele, fiz inclusive um retrato dele, que eu nunca fiz por ninguém, dediquei-me de alma e coração para as coisas resultarem, mas aparentemente nem à terceira.
                                Hoje ignora-me, sinto-me mal mesmo, desisto de procurar alguém, acabou, quero focar-me noutras coisas, nos meus objectivos pessoais e profissionais, corrigir erros e começar algo novo, fico cansado do amor, dá trabalho e custa-me.

                                Admito que senti o poder da paixão, já não me lembrava disso há muito tempo, é forte e pode ser destrutivo, tenho feito as coisas erradas, tenho-me forçado em encontrar alguém, daí não ter resultado até hoje, agora percebo!
                                Obrigado pela lição que me deste :)

                                Há sempre algo de bem que se possa extrair do mal, a experiência.
                                Sê feliz.


                                Enviado do meu iPad usando o Tapatalk

                                Penso ter vivido algo parecido em alguns aspectos. Os/as medos/as são irracionais, os sentimentos são difíceis de gerir e o equilíbrio é difícil de alcançar. Sei como custa quando vemos alguém que nos é querido ou que consideramos especial afastar-se mas há coisas que não são mesmo para entender. Certamente ficarás com coisas boas e sentimentos bonitos mesmo que te tenha provocado alguma amargura. Toda a gente que passa pela nossa vida deixa o seu contributo - uns contributos melhores, outros piores - mas é como dizes: fica a lição. Mas se me permites um pequeno "conselho", não querendo dizer o que deves ou não fazer: tenta, talvez, e se te for possível não desistir por mais cansativo que seja. Se ainda acreditas no amor, no romantismo, quem sabe não tenhas precisado dessa lição para poderes saborear algo melhor futuramente. Muito boa sorte! Abraço!
                                Olá ,

                                Obrigado pelas tuas palavras e aceito o teu conselho, não vou desistir do amor, mas vou fazer uma pausa para me focar em outras coisas, embora vá ser difícil porque o ser humano tem a tendência em procurar a companhia do outro, irei tentar.
                                Abraço!


                                Enviado do meu iPad usando o Tapatalk
                                  "O tempo é a razão da nossa existência"

                                  Desabafos LGBT...
                                  #4318

                                  Offline R1992

                                  • *
                                  • Novo Membro
                                  • Género: Masculino
                                  Apesar do que te aconteceu, penso que deves sentir-te feliz: apostaste num dos sentimentos mais bonitos que alguém podia nutrir por outro. Se ele não te correspondeu, se calhar não era a pessoa indicada para viver a imensidão de sentimentos e o comprometimento que dar-lhe-ias, mas felizmente existem muitas pessoas como tu (eu também sou assim, por exemplo).
                                  Nunca percas isso, essa tua vontade de dedicar-te a alguém por inteiro, independentemente das voltas que terás para lá chegar. Continua a conhecer pessoas e não te isoles... E agradece, agradece a ti próprio e fica feliz, por teres a coragem que tens de querer amar alguém.

                                    Desabafos LGBT...
                                    #4319

                                    Offline fmateus

                                    • ****
                                    • Membro Sénior
                                    • Género: Masculino
                                    • Music and Cinema Lover.
                                    Apesar do que te aconteceu, penso que deves sentir-te feliz: apostaste num dos sentimentos mais bonitos que alguém podia nutrir por outro. Se ele não te correspondeu, se calhar não era a pessoa indicada para viver a imensidão de sentimentos e o comprometimento que dar-lhe-ias, mas felizmente existem muitas pessoas como tu (eu também sou assim, por exemplo).
                                    Nunca percas isso, essa tua vontade de dedicar-te a alguém por inteiro, independentemente das voltas que terás para lá chegar. Continua a conhecer pessoas e não te isoles... E agradece, agradece a ti próprio e fica feliz, por teres a coragem que tens de querer amar alguém.

                                    Olá,

                                    Sim não me fico por aqui, como tinha dito, não vou desistir mas sim fazer uma pausa.
                                    Já estou bem melhor e o que apenas posso extrair disto foi uma lição e acreditar que não acontecerá mais.

                                    Obrigado a todos :)


                                    Enviado do meu iPad usando o Tapatalk
                                      "O tempo é a razão da nossa existência"

                                       

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                                      por Jiyoana
                                      14 Respostas
                                      3900 Visualizações
                                      Última mensagem 15 de Fevereiro de 2015
                                      por miúda esquisita
                                      45 Respostas
                                      8991 Visualizações
                                      Última mensagem 18 de Setembro de 2016
                                      por Jiyoana