rede ex aequo

Olá Visitante16.jul.2020, 16:51:00

Autor Tópico: INFORMÁTICA - Questões, dúvidas e partilhas  (Lida 59904 vezes)

 
INFORMÁTICA - Questões, dúvidas e partilhas
#100

Offline Gharam

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    • A minha página no Deviantart
Eu photoshopo imenso  ;D Já fiz mais coisas lá, mas ultimamente não tenho tido tempo livre para isso. Espero nas férias recuperar o ritmo de trabalho  :D

www.hadiya.deviantart.com Aqui podem ver algumas das coisas que fiz  ;)
    "Quem nos deu asas para andar de rastos? Quem nos deu olhos para ver os astros - Sem nos dar braços para os alcançar?!... " - Florbela Espanca

    "Gostaria muito de quebrar certas ideias à martelada. Infelizmente nenhuma das ideias que me incomodam foi moldada em cerâmica"

    (\ /)
    ( . .) c(")(")

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    #101

    Offline ShadesOfGray

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    Photoshop adiction to the max...! : )
    E sim... Eu pessoalmente aconselho o CorelDraw (trabalho com ele todos os dias... tinha mesmo de o 'gramar' : ) ), se estiveres a pensar em vectorial... claro.
    criações em photoshop?... :

      .    .    .

    algumas : )

    cheers, pessoas do photoshop!

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      #102

      Offline Mr Unchained

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      • Cada passo segue um ritmo!
      Não uso e não gsto de usar naas minhas fotos
        Dá um passo a seguir ao outro sem medos, se tropeçares e caires, podes levantar e aprender andar melhor :)

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        #103

        doorbell

        • Visitante
        o photoshop faz maravilhas infelizmente não tenho e nem nunca utilizei

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          #104

          Offline Aizen

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          Olha que tópico engraçado :p

          Eu por acaso comecei por utilizar o GIMP mas aqui no trabalho costumo fazer tratamento de imagem tenho me acostumado a usar o photoshop (isto aqui é tudo adobe  lol). Foi um pouco difícil de me adaptar pois pelo menos para mim acho que o GIMP é mais fácil de utilizar, e pronto, o photoshop para mim sempre foi aquele bicho cheio de funcionalidades e k nunca seria capaz de o usar, mas agora que o uso vejo k até que tem coisas bastante interessantes e não é assim tão complicado, tem é de se entrar na mecânica da coisa  ;D
            Like the Fenix i've raised from the ashes. Let the fire that once burned me make me move forward

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            #105

            Offline Oxalá

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            as vezes ponho-me a photoshopar coisas estúpidas, só pa passar o tempo... tipo isto






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              #106

              Offline blueboy

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              Eu não photoshopo!
              Não é que não gostasse, mas a minha capacidade intelectual e paciência não o permitem. Estou agora com a máquina nova a aprender os básicos da fotografia, mas mesmo assim é complicado. Eu e tecnologias não vamos lá  lol lol lol
                Ainulindalë

                INFORMÁTICA - Questões, dúvidas e partilhas
                #107

                What is in a name?

                • Visitante
                Linux,  anyone?...

                  INFORMÁTICA - Questões, dúvidas e partilhas
                  #108

                  NecroRomancist

                  • Visitante
                  Linux,  anyone?...


                  Yep  :) Arch Linux versão "Don't panic" para ser mais exacto
                  E mais recentemente Syllable (http://www.syllable.org se tiveres interessado) :)

                  PS:- Sim sou um pouco geek :)

                    INFORMÁTICA - Questões, dúvidas e partilhas
                    #109

                    What is in a name?

                    • Visitante
                    Linux,  anyone?...


                    Yep  :) Arch Linux versão "Don't panic" para ser mais exacto
                    E mais recentemente Syllable (http://www.syllable.org se tiveres interessado) :)

                    PS:- Sim sou um pouco geek :)


                    Espectacular!... ArchLinux? Uau!... Eu sou ainda demasiado newbie... Estreei-me há dois meses no mundo Linux com o Ubuntu Feisty Fawn.  Linux para a pré-primária, portanto... Risos... Mas estou a adorar. Sem dúvida. E pretendo ir aprendendo mais e mais. É um universo magnífico. Vou tentar saber um pouco mais sobre o Syllable, e caso queiras trocar ideias sobre GNU/Linux, teria todo o prazer em fazê-lo.

                      INFORMÁTICA - Questões, dúvidas e partilhas
                      #110

                      Offline Arms

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                      • Membro Vintage
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                        • Reflection
                      Linux,  anyone?...


                      Yep  :) Arch Linux versão "Don't panic" para ser mais exacto
                      E mais recentemente Syllable (http://www.syllable.org se tiveres interessado) :)

                      PS:- Sim sou um pouco geek :)


                      Espectacular!... ArchLinux? Uau!... Eu sou ainda demasiado newbie... Estreei-me há dois meses no mundo Linux com o Ubuntu Feisty Fawn.  Linux para a pré-primária, portanto... Risos... Mas estou a adorar. Sem dúvida. E pretendo ir aprendendo mais e mais. É um universo magnífico. Vou tentar saber um pouco mais sobre o Syllable, e caso queiras trocar ideias sobre GNU/Linux, teria todo o prazer em fazê-lo.


                      Ai! Vocês vão ter que me explicar essas coisas todas! ^^ Estou curiosissimo!!
                        Se dependes unicamente dos outros para seres feliz prepara-te para ficares desiludido.
                        Instead of telling people to plan ahead, we should tell them to plan to be surprised.

                        INFORMÁTICA - Questões, dúvidas e partilhas
                        #111

                        Offline strada

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                        Linux,  anyone?...


                        Yep  :) Arch Linux versão "Don't panic" para ser mais exacto
                        E mais recentemente Syllable (http://www.syllable.org se tiveres interessado) :)

                        PS:- Sim sou um pouco geek :)


                        Recomendas vivamente?

                          INFORMÁTICA - Questões, dúvidas e partilhas
                          #112

                          NecroRomancist

                          • Visitante
                          Linux,  anyone?...


                          Yep  :) Arch Linux versão "Don't panic" para ser mais exacto
                          E mais recentemente Syllable (http://www.syllable.org se tiveres interessado) :)

                          PS:- Sim sou um pouco geek :)


                          Recomendas vivamente?


                          O Ubuntu é mais fácil de usar por um utilizador mais novo no mundo do Linux.O arch torna-se mais fácil de usar com o tempo, embora ao principio possa meter um bocadinho de medo para quem não está habituado :)
                          Mas se já tiveres experiência com Linux experimenta :) Eu gosto bastante :)

                            INFORMÁTICA - Questões, dúvidas e partilhas
                            #113

                            What is in a name?

                            • Visitante
                            Linux,  anyone?...


                            Yep  :) Arch Linux versão "Don't panic" para ser mais exacto
                            E mais recentemente Syllable (http://www.syllable.org se tiveres interessado) :)

                            PS:- Sim sou um pouco geek :)


                            Recomendas vivamente?


                            O Ubuntu é mais fácil de usar por um utilizador mais novo no mundo do Linux.O arch torna-se mais fácil de usar com o tempo, embora ao principio possa meter um bocadinho de medo para quem não está habituado :)
                            Mas se já tiveres experiência com Linux experimenta :) Eu gosto bastante :)


                            Se calhar, para uma experiência mais "out-of-the-box", sem preocupações com codecs e outros plugins proprietários (falamos de codecs para MP3 ou WMA ou Flash e Java para o browser, por exemplo, que já vêm instalados por predefinição), o Linux Mint fosse ainda mais indicado. Baseia-se no mesmo código da versão actual do Ubuntu, mas tem uma ética menos, digamos, restrita no campo do software não-livre. Ou talvez o PCLinuxOS, que tem um ambiente totalmente diferente dos outros dois (este é em KDE e distros como o Ubuntu ou Linux Mint usam Gnome como ambiente de trabalho... Comecem a familiarizar-se com os termos...), mas que me parece também muito intuitivo. É a distro mais popular do momento a seguir ao Ubuntu, ao que consta.

                            Mas no fundo o que importa é que existe uma distribuição (ou simplesmente "distro", para os amigos e porque também é mais prático a nível internacional) para cada tipo de utilizador, conforme as suas características e necessidades. Eu uso Ubuntu porque, além de ser muito intuitivo e ter uma comunidade de apoio magnífica, também permite ir aprendendo aos poucos a entrar numa maior intimidade com o mundo Linux. É uma distro que permite ao utilizador fazer progressos se assim desejar.

                            Para mais informações, consultem com olhos de ver e devagar sites como:

                            http://www.ubuntu.com
                            http://ubuntuforums.org
                            http://www.ubuntu-pt.org

                            Ou simplesmente comuniquem com algum "linuxer" que conheçam... Eu, por exemplo, estou sempre disponível. Uma das grandes vantagens do mundo Linux é precisamente a existência de uma comunidade que partilha conhecimentos e informações no seu seio, de modo livre e generoso.
                            « Última modificação: 8 de Agosto de 2007 por What is in a name? »

                              INFORMÁTICA - Questões, dúvidas e partilhas
                              #114

                              Offline Kernel

                              • *****
                              • Membro Ultra
                              • Género: Masculino
                              • Just Be Yourself
                              Bem, eu vou falar pelo lado técnico. Embora o Linux esteja muito mais desenvolvido de a uns 3 anos para cá porque esta, visto que ele sofreu uma evolução fantástica em termos de ser mais amigo do utilizador, eu acho que este ainda não esta preparado para que a maior parte das pessoas o utilizarem.

                              Linux não é simplesmente um sistema operativo como os Microsoft Windows, é preciso saber que para além de termos um sistema de pacotes que nos permite de forma gráfica instalar qualquer programa ( da lista que a instituição da distribuição de Linux nos fornece), é também preciso saber trabalhar com a linha de comandos e acreditem em mim quando digo que, um utilizador de Linux mal usa o sistema de pacotes synaptic ou lá como ele se chama.

                              Todos os problemas que acontecem com o sistema operativo são resolvidos por linha de comandos, todos os updates especiais também e assim sucessivamente. Eu tive formação sobre o sistema operativo durante 2 anos e mesmo hoje ainda tenho bastantes dificuldades em muitas coisas, principalmente em instalar programas especiais por causa das dependências (existe sempre alguma algures) e é o principal motivo do porque eu não uso linux.

                              Na minha opinião Linux só vai mesmo começar a ser usado pelo pessoal quando se puder instalar todos os programas clicando num setupzinho como estamos habituados no Windows, até lá as pessoas vão continuar a preferir os sistemas operativos Microsoft Windows. Como o meu professor disse, "o Sistema Operativo Linux não é para pessoas que gostem de coisas simplificadas, é para pessoas que gostem de desafios e não gostem de pagar licenças", e ele tem razão hehehe :)

                              p.s- Linux perfeito para pessoas que: EU DETESTO A CHULA DA MICROSOFT
                              « Última modificação: 10 de Agosto de 2007 por Kernel »

                                INFORMÁTICA - Questões, dúvidas e partilhas
                                #115

                                hottie

                                • Visitante
                                Mac OS X :)

                                  INFORMÁTICA - Questões, dúvidas e partilhas
                                  #116

                                  Offline Who knows?

                                  • ***
                                  • Membro Total
                                  • Género: Feminino
                                  Ecrã negro poupa energia

                                  Agora pode optar pelo Blackle, a «versão negra» do motor de busca Google, para que os surfers da net poupem mais energia. Ao que parece, a simples alteração de cor de background das páginaspermite essa vantagem, em especial monitores CRT (em TFT, a diferença não será significante).
                                  Na própria net já se trocam mensagens sobre esta poupança e o que se diz é que o monitor branco consome cerca de 74 watts e quando está preto esse gasto desde para 59 watts. Por ano, mais watt menos watt, serão à volta de 750 megawatts economizados. O site ainda não permite consultas em português, mas se o inglês não for obstáculo, vá a http://www.blackle.com/.
                                  Poderá fazer alguma confusão ler as letras brancas, mas verá que minutos depois os olhos se adaptam à mudança.

                                  Fonte Revista "Notícias Magazine"



                                  (outras notícias que achem por bem postarem aqui, estão á vontade neste tópico  :D)
                                  « Última modificação: 13 de Agosto de 2007 por Who knows? »

                                    INFORMÁTICA - Questões, dúvidas e partilhas
                                    #117

                                    AmericanAirline

                                    • Visitante
                                    cheira-me a mito

                                      INFORMÁTICA - Questões, dúvidas e partilhas
                                      #118

                                      What is in a name?

                                      • Visitante
                                      Bem, eu vou falar pelo lado técnico. Embora o Linux esteja muito mais desenvolvido de a uns 3 anos para cá porque esta, visto que ele sofreu uma evolução fantástica em termos de ser mais amigo do utilizador, eu acho que este ainda não esta preparado para que a maior parte das pessoas o utilizarem.

                                      Linux não é simplesmente um sistema operativo como os Microsoft Windows, é preciso saber que para além de termos um sistema de pacotes que nos permite de forma gráfica instalar qualquer programa ( da lista que a instituição da distribuição de Linux nos fornece), é também preciso saber trabalhar com a linha de comandos e acreditem em mim quando digo que, um utilizador de Linux mal usa o sistema de pacotes synaptic ou lá como ele se chama.

                                      Todos os problemas que acontecem com o sistema operativo são resolvidos por linha de comandos, todos os updates especiais também e assim sucessivamente. Eu tive formação sobre o sistema operativo durante 2 anos e mesmo hoje ainda tenho bastantes dificuldades em muitas coisas, principalmente em instalar programas especiais por causa das dependências (existe sempre alguma algures) e é o principal motivo do porque eu não uso linux.

                                      Na minha opinião Linux só vai mesmo começar a ser usado pelo pessoal quando se puder instalar todos os programas clicando num setupzinho como estamos habituados no Windows, até lá as pessoas vão continuar a preferir os sistemas operativos Microsoft Windows. Como o meu professor disse, "o Sistema Operativo Linux não é para pessoas que gostem de coisas simplificadas, é para pessoas que gostem de desafios e não gostem de pagar licenças", e ele tem razão hehehe :)

                                      p.s- Linux perfeito para pessoas que: EU DETESTO A CHULA DA MICROSOFT

                                      Bom.

                                      Nunca tive formação académica em Linux nem em nenhum outro sistema operativo (a não ser naquelas aulinhas absurdas de ITI no Secundário em que se fingia que aprendíamos a trabalhar com o Windows e o Office em três horas por semana... Sim, sim, claro), e seja como for a minha área é mesmo a das Ciências Humanas e Letras desavindas afins. Ou seja, especializei-me em coisas inúteis e que ninguém valoriza. Por isso, quem sou eu para sequer opinar sobre o assunto? Seja como for, isso até pode ser uma vantagem, tendo em conta que a questão aqui é avaliar se o Linux, nas várias propostas em que é apresentado hoje em dia, está preparado e é intuitivo para o utilizador comum. Partindo do princípio que o utilizador comum nunca se atreveria a instalar um sistema operativo na sua máquina, poderíamos perguntar-nos se grande parte das resistências ao Linux no seu todo não resultarão do facto de a esmagadora maioria dos PC's virem com Microsoft Windows instalado à partida (os desígnios das relações comerciais entre Redmond e as marcas de hardware são insondáveis) e existir um certo condicionamento da aprendizagem de outros modos de interagir com um computador devido aos hábitos já formados.

                                      Ora, o modo como tento suprir a minha falta de conhecimentos na área passa exactamente por tentar aprender o máximo possível e manter a minha mente aberta. Afinal, o que há num nome (numa convenção, num hábito, num conceito, numa teoria, numa afirmação)?... Uma das primeiras coisas que fiquei a saber ao entrar nesse magnífico universo foi que Linux é tão-somente o nome do chamado kernel (o núcleo do sistema, responsável pelas operações mais fundamentais, por assim dizer), conforme concebido por Linus Torvalds em 1991 (o nome do Linux é uma contracção de "Linus" e "Unix", o sistema de onde ele derivou). Ora, esse kernel, pelas suas características  muitíssimo interessantes, foi aproveitado por um projecto que já existia desde 1984 e que se propunha criar um sistema operativo livre, o chamado GNU. Por isso é que o termo mais correcto para se referir a um sistema operativo deste género é GNU/Linux. Ora, como o código-fonte do sistema é aberto e, portanto, está disponível para todos, desde então que foram surgindo várias propostas de sistemas operativos, vários sabores com que se pode degustar a riqueza contida no Linux. A esses sabores de Linux damos o nome de distribuições (ou "distros", para abreviar, o que até facilita a nível internacional, por se tratar de um termo que não necessita de tradução). Hoje existem mesmo muitas dezenas de distros diferentes, muitas delas até desconhecidas da generalidade do público. Algumas delas estão a ser desenvolvidas em Portugal. Dou os exemplos da Caixa Mágica, do Alinex, do Paipix, etc.. Algumas distros evoluíram a partir de outras (o Ubuntu, que utilizo, é um derivado da Debian; o Alinex também, ao que creio, além de estar intimamente ligado ao Linex da Extremadura espanhola). Isto para dizer que é virtualmente impossível ter uma noção precisa daquilo que "o Linux" é ou pode fazer se só conhecemos uma ou outra distro, e mesmo quem já usou várias continua a sentir espanto diante da evolução estonteante de que a comunidade do "software" livre é capaz. Volta e meia há uma inovação que se descobre que foi implementada numa distro qualquer.

                                      Isto é, o céu é o limite.

                                      Ocasionalmente, há distros que conseguem concentrar grandes públicos e chamar alguma atenção. O caso do Ubuntu é um fenómeno sem paralelo, em muito devido ao excelente "marketing" montado em seu redor (um "marketing" de passa-palavra, como foi no meu caso). Creio que esta é uma distro que deu e tem dado grandes passos no sentido de se tornar mais amigável para o utilizador. Não nos esqueçamos, porém, que existem outras distros que até poderão ser muito mais inovadoras, mas, claro, esta foi a que EU escolhi para mim próprio por achar que vai de encontro às minhas necessidades e àquilo que eu mesmo pretendo oferecer. É óbvio que o Ubuntu ainda não vem com os tais codecs de formatos multimédia proprietários, mas basta umas idas ao Synaptic ou instalar o Automatix (um programa que automatiza a instalação de uma série de pacotes de que possamos precisar e de que, pessoalmente, não sou lá muito fã; prefiro tratar de tudo a pulso para aprender algo mais) para resolver isso em pouco tempo. Seja como for, até há pouco tempo o Windows Media Player nem lia .PLS (eu usava Winamp para ouvir "streams" nesse formato), e não sei se já o consegue fazer na versão actual, por isso convivo pacificamente com essa suposta lacuna do Ubuntu. Outras distros foram bem-sucedidas em incluir suporte a .MP3, .AVI ou .WMV nas suas instalações-padrão, até ao dia em que ganharam destaque suficiente para que os seus criadores fossem processados pela Microsoft. Em alguns casos, como nas distros SuSE ou XandrOS, as empresas responsáveis entraram em acordo com a MS, mas noutros, como a Canonical, responsável pelo Ubuntu, o risco ainda parece demasiado grande.

                                      Agora, facto é que, se eu assim quisesse, podia tratar de tudo no meu PC apenas usando a versão gráfica do Synaptic (o mecanismo de gestão e instalação de pacotes usado no Ubuntu e em outras distros da família Debian), e mesmo a configuração do sistema está agradavelmente disponível nas várias entradas do menu Sistema, a partir do ecrã principal. Os únicos problemas que me levaram por vezes a ir ao terminal (aquela temida consola de puro texto) prendiam-se com problemas que advieram do facto de os fabricantes do meu equipamento, nomeadamente da placa gráfica (a ATI) não estarem totalmente receptivos ao Linux e ainda fecharem o seu código. Por exemplo, tive que ir escrever manualmente num ficheiro que configura a placa gráfica e alguns periféricos a resolução adequada do meu monitor, porque de outro modo o Linux não conseguiria adivinhar que tenho um ecrã 16:9. Nada mal. Quando fui obrigado a formatar o Windows há uns meses, tive que me lembrar de ir ao site da Samsung para fazer download de todos os "drivers" necessários antes de fazer a reinstalação. De contrário, eu ficaria com uma resolução 640x480, o ponteiro do rato descontrolado e sem ligação à Net desse por onde desse. Ou seja, para instalar o Windows tive que instalar também todos os drivers que pacientemente tinha arranjado e gravado num CD-R.

                                      O meu Ubuntu, por seu turno, reconheceu praticamente tudo no final da sua instalação de 25 minutos de duração. E, embora a resolução de ecrã continuasse mal configurada à partida, ao menos os "drivers" livres incluídos na instalação conseguiam apontar para 1024x768 pixels. E pude ir navegando pelo fórum da Rede Ex-Aequo enquanto conversava com um amigo no MSN mesmo durante a instalação. Claro, a ligação à Net foi imediatamente reconhecida. Ou seja, a comunidade envolvida na criação das várias distros Linux vê-se obrigada a recriar a seu custo de modo livre e aberto todo o suporte informático que as empresas de "hardware" oferecem de mão beijada à Microsoft ao produzirem PC's com Windows pré-instalado, e por conseguinte qualquer distro Linux actual consegue reconhecer de imediato muitos mais tipos de equipamento que uma simples instalação Windows sem mais aditivos. Nada mau. E só pode vir a melhorar.

                                      Mas a sério, qual o medo de mexer numa consola de texto? É precisamente uma das características mais poderosas do Linux! No estado actual das coisas, é possível escolher entre o modo gráfico e o de texto para se fazer o que quer que seja (e os ambientes KDE parecem ainda mais exaustivos nesse campo). Até mesmo as alterações que tive que fazer no ficheiro acima citado poderão ser feitas graficamente numa nova aplicação que virá com a próxima versão do Ubuntu (embora a inovação tenha surgido há algum tempo, salvo erro). Seja como for, eu, muito pessoalmente, adoro aprender um comando novo na consola, se não todos os dias, pelo menos uns quantos por semana. Desculpem, até é possível editar imagens a partir da consola, não é fantástico? Enquanto utilizador Windows, eu nunca me interessaria pelo MS-DOS, mas agora que uso Linux acho que é maravilhoso aprender a interagir com o computador de tantas e tão poderosas formas. Um dos programas está a dar erro e não sabemos porquê? Abre-se a consola, digita-se o nome do programa, tecla Enter e dali a pouco teremos um relatório na janela da consola com o erro que sucedeu. Se o não soubermos ler, divulgamos o relatório num site ou fórum dedicado a "bugs" para que os que desenvolvem o programa em causa tomem conta do assunto. Pode ser que se faça o mesmo com Windows, mas há algo em Linux que nos motiva a querer tomar conhecimento desse tipo de factos. É preciso saber o que se passa com o "hardware" que temos no sistema? Digita-se "dmesg" e pronto. E assim por diante.

                                      Agora, se o utilizador comum pretender apenas navegar pela Internet, enviar e receber correio electrónico, escrever uns textozinhos, editar uma imagem ou outra, jogar às cartas, ouvir música e ver filmes e por aí diante, qualquer distro, incluíndo o meu adorado Ubuntu, serve e sobra. Já referi que não precisamos também de ir copiar, perdão, comprar nenhuma suite de aplicações para escritórios, porque o OpenOffice vem incluído na instalação padrão? Porém, se o utilizador pretende aventurar-se e fazer algo mais complexo, seja bem-vindo. O que é essencial é uma mente aberta. E aí, se as necessidades são complexas, a maior surpresa será que, muitas vezes, as respostas não são assim tão complexas quanto se podia pensar. Eu não sou nenhum especialista em informática, porém adoro o facto de em 3 meses de Linux conseguir estar mais confiante e mais próximo do meu computador do que em 10 anos de utilização Windows. Para mim, isso significa imenso.

                                      É óbvio que não pretendo dizer que todos os males do mundo ficariam resolvidos com a implementação desta ou daquela distro. Aliás, o que me atraiu em primeiro lugar ao Linux foi exactamente a liberdade, a mesma que nós tentamos defender noutras lutas, e que também pode ser preservada no mundo informático. Gosto do facto de poder fazer tudo o que puder com o meu sistema operativo à medida dos meus próprios conhecimentos, sem pedir autorizações a ninguém. Não odeio a Microsoft. Posso estar apenas aborrecido com o facto de uma das "Patch Tuesdays" me ter arruinado o Microsoft Excel e limitado o uso dos restantes programas do Office. Doeu um pouco sentir o dinheiro a voar. Eu também preferia não ter passado duas semanas com o computador a travar constantemente depois de uma dessas actualizações só para descobrir, após muita pesquisa, que me tinham instalado 3 programas extra sem o meu conhecimento, sendo um deles o novíssimo Microsoft Update, que além de agir em vez do Windows Update ainda me consumia toda a largura de banda da minha ligação à Net, bem como recursos do próprio PC. Evidentemente, regressei ao antigo Windows Update e tive que aturar sucessivas ressurreições do InstallShield. Também me revolto contra uma certa política monopolista que leva a que a maioria dos computadores que se vendem no mundo inclua Windows em vez de alguma solução livre. Gostava de ver as marcas de "hardware" respeitarem mais aquela população que se afasta da maioria e prefere usar sistemas alternativos. Evitar-se-ia alguns problemas que erradamente se atribuem a falhas do Linux. Porém, reconheço que se faz muitas coisas fantásticas no mundo dos sistemas operativos proprietários. Nunca usei o Mac OSX, mas sei que também é uma óptima solução. Para quem puder e quiser pagar, usem qualquer um dos dois, Windows ou Macintosh. Para quem quiser algo novo e trabalhar de modo livre, sem fronteiras, e ainda puder participar com a sua própria experiência, temos as várias distros Linux. Há uma para cada tipo de utilizador. Muitas nem têm o mesmo problema dos codecs proprietários existente no Ubuntu. Experimentem o Linux Mint. Enfim. Não me considero fanático, apenas fico contentíssimo com o facto de ter encontrado algo de tão maravilhoso e adaptado aos meus gostos, interesses e personalidade. Poder aprender, evoluir, abrir a mente, e ainda ajudar outras pessoas com os (parcos) conhecimentos que ainda tenho... É magnífico.

                                      Por isso é que considero que tudo se reduz a uma questão de opção pessoal. Liberdade, uma vez mais. Eu prezo imenso essa possibilidade de escolha. Aborrece-me a falta de compreensão e de informação que muitas vezes existe, mas, nesta como noutras lutas, a melhor solução passa sempre pelo diálogo civilizado e esclarecedor, de modo a que mais pessoas tenham pelo menos consciência de que há vida para além de Redmond e Gates, ou até Jobs. Há de tudo para todos. Windows, Macintosh, Linux (Ubuntu, Debian, Mandriva, SuSE, Knoppix, Gentoo, Slackware...) ou mesmo BSD. Eu cheguei agora ao universo Linux. E nunca me senti perdido. O sistema trata-me bem na medida do bom uso que lhe dou. E mesmo assim já me tem aturado muitas asneiras... Para qualquer dúvida, tenho sempre alguém que sabe mais do que eu, já encontrou a resposta e está disposto a partilhar o conhecimento que tem. Sem cobrar nada por isso. Uma verdadeira comunidade.

                                      Se ao menos esse tipo de união existisse noutras comunidades...
                                      « Última modificação: 23 de Agosto de 2007 por What is in a name? »

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                                        #119

                                        pedroGhandi

                                        • Visitante
                                        eishhh, oube lá... parabéns!

                                        :D

                                        eu também uso GNU/Linux, mais concretamente Gentoo Linux. Apesar d o barco estar-se a afundar, para mim, é a melhor distro de sempre. estável e relativamente on the bleeding edge. Agr nem tanto. Mas uso esta versão á um ano e tenho conseguido actualizar o sistema sempre sem problemas. É uma das distros mais simples de usar, para quem tem conhecimento do funcionamento interno dos GNU/Linuxen . 
                                        Pra verem como ele é lindo...


                                        KDE 3.5.7 com:
                                        na barra:
                                        - dolphin, konqueror, konsole, kate, acesso ao écran, favoritos
                                        - 4 desktops( o 1o tem um konqueror aberto no forum do gentoo, e por isso tem o simbolo do gentoo :) )
                                        - os icons pequenos:
                                          inkscape,  krita, kbabel, kontact, Nvu, kcalc, kwrite, last.fm, kopete, quanta, htop, amarok, konversation

                                        - no fim da barra, os q estão a ser usados
                                        entre outros, ktorrent, superkaramba (e applet em cima) , basket e a mostrar o q o amarok esta a tocar, o kirocker. e claro, o relógio..

                                        escondido no topo está o yakuake! <-- mto util! (rui, exp isto !!)

                                        no meio é o konqueror, browser por excelência, multi usos sem rival.


                                        Agr vou instalar o desktopBSD no portatil pq estou farto dos debians... 

                                        Sei q para mtos ter liberdade não passa pela escolha do sistema operativo q gere o computador, mas para quem passa dias seguidos no computador, poder confiar no SO é essencial. Para isso acontecer, temos q saber o q o SO está a fazer. E neste caso, que faz parte das aplicações FLOSS (Free/Libre Open Source Software), temos acesso a todo o código q foi usado para construir o SO e todas as aplicações q nele correm. Fazem excepção os drivers binários da ATI, NVIDIA, da adobe, etc...
                                        Quem usa estas aplicações está sujeito a ser vendado, e aceitar as suas consequências. 

                                        Estive durante 2 dias livre,  mas infelizmente, tive q voltar a "bend over to"  Nvidia... de resto... estou tranquilo!

                                        Outra coisa mto importante é o suporte, como já foi referido. Poder enviar um mail para a mailing list e ser respondido logo, ou usar os multiplos foruns activos , ou, pra quem gosta, usar o IRC (http://en.wikipedia.org/wiki/Freenode ) e estar em conversa com os programadores (developers) é ... do melhor.

                                        ia dizer ainda outra coisa mas esqueci-me... :D

                                        fica pra próxima!

                                           

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