rede ex aequo

Olá Visitante07.abr.2020, 19:51:19

Autor Tópico: Poesia  (Lida 110353 vezes)

 
Poesia
#0

Offline Magia

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  • É preciso luz... senão a escuridão não descansa!
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Renovação do antigo tópico "Poesia".


Alerta: Este tipo de tópico está sujeito a renovação periódica (ao serem atingidas as 100 páginas) com remoção dos posts mais antigos. Sugerimos, caso estejam interessados, que gravem os posts que consideram importantes guardar para futura consulta pessoal.


Nota: a identidade da pessoa que criou o tópico originalmente foi mantida, mas não significa que tenha sido quem fez esta renovação e escreveu este post em específico.
« Última modificação: 14 de Julho de 2009 por Templarius »
    Podem fazer-me de tudo que eu perdoo, desde que não me mintam.

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    #1

    Offline chaos_kitten

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    • LoveCat!
    Aparelhei o barco da ilusão
    E reforcei a fé de marinheiro.
    Era longe o meu sonho, e traiçoeiro
    O mar...
    (Só nos é concedida
    Esta vida
    Que temos;
    E é nela que é preciso
    Procurar
    O velho paraíso
    Que perdemos).
    Prestes, larguei a vela
    E disse adeus ao cais, à paz tolhida.
    Desmedida,
    A revolta imensidão
    Transforma dia a dia a embarcação
    Numa errante e alada sepultura...
    Mas corto as ondas sem desanimar.
    Em qualquer aventura,
    O que importa é partir, não é chegar.


    Miguel Torga- Viagem
      I've Destroyed The Hopes And The Dreams Of A Generation Of Faux-Romantics. And i'm pleased!

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      #2

      Offline be free

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      Sorrows of the Elderly

      The old are kind.
      The young are hot.
      Love may be blind.
      Desire is not.


      Leonard Cohen - Book of Longing
        "Love doth know no fullness nor no bounds" - John Keats

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        #3

        Offline MT

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        • Só sei que nada sei. <3
        isto foi um  poema qe fiz a minha bebé. sei qe nao e' grande coisa, mas e' o qe veio  :)

        Nem uma Flor
        Nem um Ceu de Estrelas
        Me parecem Belas
        Como o Meu Grande AMOR

        O Teu Olhar
        Me Cativa,
        Vou-te jurar
        Como todos os dias me sinto Viva

        Isa e' o nome do meu amor
        aquela iluminaçao do sol.
        Tu serás sempre sempre a minha Flor
        Como um belo Girassol  :D



        Verdes sao os campos
        da cor do limao
        assim sao os olhos
        do meu coraçao

        o meu coraçao
        tudo em ti ve
        desde do lindo sorriso
        ate um simples olhar

        a saudade e' uma eternidade
        o amor e' infinito
        nao escolha a idade
        nem ser bonito.
          Mii- 4Ever and Ever e qualquer coisa Ever =D

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          #4

          Offline be free

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          isto foi um  poema qe fiz a minha bebé. sei qe nao e' grande coisa, mas e' o qe veio  :)




          É grande coisa é... ;)

          Retrato de uma rapariga

          Senta-se atrás das persianas de madeira
          num dia muito quente
          o quarto às escuras, as fotografias tristes
          Está profundamente preocupada
          por as suas coxas serem demasiado grandes
          e o r*** gordo e feio
          Além disso é muito peluda
          As afortunadas raparigas americanas não são peludas
          Sua demasiado
          Há uma ténue neblina
          no escuro buço sobre a sua boca
          Gostaria de poder explicar-lhe
          o que esse buço e essas ancas
          significam para alguém como eu
          Infelizmente não sei quem ela é
          nem onde vive
          nem se existe realmente
          Não há informação sobre esta pessoa
          excepto nestas linhas
          e quero deixar bem claro
          que no que me diz respeito
          não há nenhum probema com ela


          Leonard Cohen - Poemas e Canções
            "Love doth know no fullness nor no bounds" - John Keats

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            #5

            Offline prettyinscarlet

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            Já não se encantarão os meus olhos nos teus olhos,
            já não se adoçará junto a ti a minha dor.

            Mas para onde vá levarei o teu olhar
            e para onde caminhes levarás a minha dor.

            Fui teu, foste minha. O que mais? Juntos fizemos
            uma curva na rota por onde o amor passou.

            Fui teu, foste minha. Tu serás daquele que te ame,
            daquele que corte na tua chácara o que semeei eu.

            Vou-me embora. Estou triste: mas sempre estou triste.
            Venho dos teus braços. Não sei para onde vou.

            ...Do teu coração me diz adeus uma criança.
            E eu lhe digo adeus.

            Pablo Neruda
              Find a place without a single life

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              #6

              Offline lost_head

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              • Egasssssssssssss:)
              Quem Sabe um Dia

              Quem sabe um dia
              Quem sabe um seremos
              Quem sabe um viveremos
              Quem sabe um morreremos!

              Quem é que
              Quem é macho
              Quem é fêmea
              Quem é humano, apenas!

              Sabe amar
              Sabe de mim e de si
              Sabe de nós
              Sabe ser um!

              Um dia
              Um mês
              Um ano
              Um(a) vida!

              Sentir primeiro, pensar depois
              Perdoar primeiro, julgar depois
              Amar primeiro, educar depois
              Esquecer primeiro, aprender depois

              Libertar primeiro, ensinar depois
              Alimentar primeiro, cantar depois

              Possuir primeiro, contemplar depois
              Agir primeiro, julgar depois

              Navegar primeiro, aportar depois
              Viver primeiro, morrer depois

              Mário Quintana

                Poesia
                #7

                Offline xXxPePexXx

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                • aquele que sofre em silencio e que nunca o diz.
                Vitalidade

                Vagueio,
                mentalmente
                por labirintos
                restritos
                onde me encontro
                constantemente
                saltando barreiras
                pequenas chatices
                brigas inocentes
                vidas presas por dois fios
                um puxa a vida
                outro o final.

                quem me dera ser cigarro
                para a boca de quem amo
                sempre beijar
                quero ser o prazer do vicio
                e não o prazer da brasa
                leva me em teu peito...
                guarda me para sempre
                nas memorias...
                das horas...
                dos sorrisos...
                da dor...
                duas almas em unissimo
                Este eterno sentimento,
                tudo mudou
                Eu...
                Tu...
                ... Nós.




                by xXxPePexXX inCornerofmyownmind
                  'Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
                  Alguém que veio ao mundo para me ver
                  E que nunca na vida me encontrou!' @

                  Poesia
                  #8

                  jaehora

                  • Visitante
                  "É fácil trocar as palavras,
                  Difícil é interpretar os silêncios!
                  É fácil caminhar lado a lado,
                  Difícil é saber como se encontrar!
                  É fácil beijar o rosto,
                  Difícil é chegar ao coração!
                  É fácil apertar as mãos,
                  Difícil é reter o calor!
                  É fácil sentir o amor,
                  Difícil é conter sua torrente!

                  Como é por dentro outra pessoa?
                  Quem é que o saberá sonhar?
                  A alma de outrem é outro universo
                  Com que não há comunicação possível,
                  Com que não há verdadeiro entendimento.

                  Nada sabemos da alma
                  Senão da nossa;
                  As dos outros são olhares,
                  São gestos, são palavras,
                  Com a suposição
                  De qualquer semelhança no fundo."
                       
                                   FERNANDO PESSOA

                    Poesia
                    #9

                    Offline be free

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                    Teus Olhos Entristecem

                    Teus olhos entristecem
                    Nem ouves o que digo.
                    Dormem, sonham esquecem...
                    Não me ouves, e prossigo.

                    Digo o que já, de triste,
                    Te disse tanta vez...
                    Creio que nunca o ouviste
                    De tão tua que és.

                    Olhas-me de repente
                    De um distante impreciso
                    Com um olhar ausente.
                    Começas um sorriso.

                    Continuo a falar.
                    Continuas ouvindo
                    O que estás a pensar,
                    Já quase não sorrindo.

                    Até que neste ocioso
                    Sumir da tarde fútil,
                    Se esfolha silencioso
                    O teu sorriso inútil.

                    Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"
                      "Love doth know no fullness nor no bounds" - John Keats

                      Poesia
                      #10

                      Offline Flipa5

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                      • Membro Sénior
                      • Género: Feminino
                      Para ser grande, sê inteiro: nada
                      Teu exagera ou exclui.
                      Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
                      No mínimo que fazes.
                      Assim em cada lago a lua toda
                      Brilha, porque alta vive.


                      Fernando Pessoa
                      (Ricardo Reis)


                        Poesia
                        #11

                        Angel of darkness

                        • Visitante
                        Ingenuidade

                        Estava um belo dia de sol sob aquelas águas
                        Que os teus olhos tornaram negras e tristes.
                        Se pelo menos eu pudesse brilhar no escuro
                        Tu poderias ver que sempre estive lá para ti!

                        Tu és como a véspera de um funeral,
                        Um irónico sábado soalheiro, traiçoeiro
                        Sedento de trazer um domingo fatal
                        Pelo prazer que dá ver toda a luz apagar-se…
                        Eu deveria ter protagonizado o trágico fim
                        Antes de tu estreares o tua tragédia,
                        Rasgar a tua peça filosoficamente estúpida
                        E mostrar-te como é viver a comédia!

                        Se pelo menos algo te pudesse fazer-te parar,
                        Uma camisa-de-forças tecida de desculpas
                        Ou uma cripta vazia em forma de um coração
                        Para sonhares enterrar-te lá com alguém…

                        Lembro-me quando me enterraste ao teu lado
                        Sem coroa de flores, falsos choros ou saudade
                        Eu fui o primeiro de uma vulgar vala comum
                        De vítimas de uma maldosa e pérfida ingenuidade

                          Poesia
                          #12

                          smds

                          • Visitante
                          Represália

                          Voluptuosas cristas de areia
                          cristais de formas tão anormais
                          faz pedaços os vitrais
                          pra armar a frenética alma
                          que traída por tantos meses
                          sobrepujada todas vezes
                          aparta-se aos poucos da calma.
                          Levanta a levada loura
                          e os louquíssimos lares
                          linho pra laços lisos
                          movem  matas e mares
                          fitas fortificadas
                          fardas falsificadas
                          fitarão o final que fiares.
                          Exponha a fúria titânica!
                          Eu sei bem que tens razão
                          concentra essa nova pressão
                          que hoje teu orgulho exalta
                          em breve, assim que falares
                          a grande vilã de teus lares
                          será  só um canto de falta.

                          Vinga-te vilipendiado!
                          Explode nesse desforço
                          crava os cristais no pescoço
                          de quem te fez choro de tinta.
                          Nasce no espírito um singa
                          que toma as cristas de areia
                          corta fundo tantas veias
                          de quem o infante se vinga.


                          E a vingança está consumada...
                          A nova vilã é o pecado
                          a culpa por ter matado
                          Se voltasse conteria...

                          Que conteria nada...
                          se sua essência falasse
                          diria sem nem impasse
                          que se ela ressuscitasse
                          novamente a mataria.


                          Brianna Gordon

                            Poesia
                            #13

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                            (...)

                            Lembro-me quando me enterraste ao teu lado
                            Sem coroa de flores, falsos choros ou saudade
                            Eu fui o primeiro de uma vulgar vala comum
                            De vítimas de uma maldosa e pérfida ingenuidade


                            gostei muito desta parte...


                            Para a Manhã

                            Rosa acordada que sonhaste?
                            Nas pálpebras molhadas vê-se ainda
                            Que choraste...
                            Foi algum pesadelo?
                            Algum presságio triste?
                            Ou disse-te algum deus que não existe
                            Eternidade?
                            Acordaste e és bela:
                            Vive!
                            O sol enxugará esse pranto
                            Passado.
                            Nega o presságio com perfume e encanto!
                            Faz o dia perfeito e acabado!

                            Miguel Torga (Antologia Poética)
                              "Love doth know no fullness nor no bounds" - John Keats

                              Poesia
                              #14

                              Angel of darkness

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                              Sem coroa de flores, falsos choros ou saudade
                              Eu fui o primeiro de uma vulgar vala comum
                              De vítimas de uma maldosa e pérfida ingenuidade


                              gostei muito desta parte...




                              Muito obrigado! ;D

                              O poema que aqui colocaste é muito bonito mesmo! Absolutamente brilhante!  :up

                                Poesia
                                #15

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                                Eu fui o primeiro de uma vulgar vala comum
                                De vítimas de uma maldosa e pérfida ingenuidade


                                gostei muito desta parte...




                                Muito obrigado! ;D

                                O poema que aqui colocaste é muito bonito mesmo! Absolutamente brilhante!  :up

                                foste tu que escreveste? Gostas de escrever? De qualquer forma...o poema está wow mesmo...gostei bastante mesmo  ;D
                                  "Love doth know no fullness nor no bounds" - John Keats

                                  Poesia
                                  #16

                                  Angel of darkness

                                  • Visitante
                                  Sim, fui eu... è um pouco fora daquilo que escrevia até então, antes escrevia aquela coisa mais "oh coitadinho de mim,  vem amor, da-me a mão e faz-me esquecer que chorei por ti um dia"  lol Mas ultimamente tenho tido umas influencias muito "obsequey"...se bem que isso faz-me olhar para o que escrevo e pensar "mas esta porcaria é completamente pessoal, não é proveitoso para ninguém" mas lá está...nem sempre se escreve para os outros, muito menos em poesia, as vezes escrevemos porque precisamos... ;)

                                    Poesia
                                    #17

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                                    Sim, fui eu... è um pouco fora daquilo que escrevia até então, antes escrevia aquela coisa mais "oh coitadinho de mim,  vem amor, da-me a mão e faz-me esquecer que chorei por ti um dia"  lol Mas ultimamente tenho tido umas influencias muito "obsequey"...se bem que isso faz-me olhar para o que escrevo e pensar "mas esta porcaria é completamente pessoal, não é proveitoso para ninguém" mas lá está...nem sempre se escreve para os outros, muito menos em poesia, as vezes escrevemos porque precisamos... ;)

                                    Ora nem mais!! Comigo funciona também assim...ajuda a descarregar e quando nem sempre se tem com quem desabafar ou não se quer..ajuda bastante  ;)

                                    De ser proveitoso ou não para alguém..hmm...muitas vezes também relacionamo-nos com algo que os outros escrevem...ou nos sentimos identificados com tal...e vai se a ver e eram poemas pessoais...mas é mais um escape para mim...Mais uma vez...parabéns!!! achei mesmo wow...muito bem construído wow mesmo..nem sei que dizer... ;)

                                      "Love doth know no fullness nor no bounds" - John Keats

                                      Poesia
                                      #18

                                      Angel of darkness

                                      • Visitante
                                      Muito obrigado be free, é como te digo, não pensei nunca em mostra-lo a ninguém  :´ agrada-me mesmo muito que de alguma maneira  gostes dele, sério!

                                      Pro-Noir

                                      Apertaste o gatilho do teu amor
                                      Demasiado perto da minha cabeça,
                                      Deamasiado longe do meu coração…
                                      Projectaste a minha alma em fragmentos,
                                      Estilhaços de mim, contra a parede, contra o chão
                                      E assim decoraste o vestíbulo do nosso romance:
                                      Um assombroso quarto caiado com o meu sangue

                                      Oh, ó menos tivesses um coração
                                      Algo contra o qual podesse atirar…
                                      Fechaste os olhos a todos os filosofos,
                                      E foste os tiranos desenterrar
                                      Porque te faziam sentir forte, bom,
                                      Pois só em contraste com eles tu o serias

                                        Poesia
                                        #19

                                        Offline be free

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                                        Muito obrigado be free, é como te digo, não pensei nunca em mostra-lo a ninguém  :´ agrada-me mesmo muito que de alguma maneira  gostes dele, sério!

                                        Pro-Noir

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                                        Demasiado perto da minha cabeça,
                                        Deamasiado longe do meu coração…
                                        Projectaste a minha alma em fragmentos,
                                        Estilhaços de mim, contra a parede, contra o chão
                                        E assim decoraste o vestíbulo do nosso romance:
                                        Um assombroso quarto caiado com o meu sangue

                                        Oh, ó menos tivesses um coração
                                        Algo contra o qual podesse atirar…
                                        Fechaste os olhos a todos os filosofos,
                                        E foste os tiranos desenterrar
                                        Porque te faziam sentir forte, bom,
                                        Pois só em contraste com eles tu o serias


                                        bem..se isso também for teu devias estar proibido de por posts aqui pois fico sempre com cara de parva a olhar para eles e a le-los over and over again... ;D no gozo..continua!! Gosto bastante da maneira como escreves, da tua poesia... Também tenho medo de mostrar sempre algo meu a alguém...tenho receio que o que dizem sobre o poema ou sobre o texto em questão seja..bem..para me agradar...

                                        mais um de Miguel Torga...

                                        Súplica

                                        Agora que o silêncio é um mar sem ondas,
                                        E que nele posso navegar sem rumo,
                                        Não respondas
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                                        Assim,
                                        Já tão longe de ti como de mim.

                                        Perde-se a vida a desejá-la tanto.
                                        Só soubemos sofrer, enquanto
                                        O nosso amor
                                        Durou.
                                        Mas o tempo passou,
                                        Há calmaria...
                                        Não perturbes a paz que me foi dada.
                                        Ouvir de novo a tua voz seria
                                        Matar a sede com água salgada.

                                        Miguel Torga


                                          "Love doth know no fullness nor no bounds" - John Keats

                                           

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