rede ex aequo

Olá Visitante19.ago.2019, 15:06:38

Autor Tópico: Notícias LGBT (que não se enquadram noutros tópicos)  (Lida 472042 vezes)

 
Notícias LGBT
#3220

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um teste bestial
Fernanda Câncio - 23 de Abril de 2010

Quando tive conhecimento de um teste da Faculdade de Direito de Lisboa em que se pedia a apreciação constitucional de um diploma que legalizaria, em simultâneo com o casamento das pessoas do mesmo sexo, os casamentos "entre um ser humano e um animal vertebrado doméstico" e "entre dois animais vertebrados domésticos da mesma espécie, desde que exista o consentimento dos respectivos donos", achei que só podia ser a gozar.

Não por desconhecer que o autor do teste, o catedrático Paulo Otero, defende a inconstitucionalidade do casamento entre pessoas do mesmo sexo (sendo simultaneamente mandatário da plataforma que requeria um referendo sobre o assunto, o que é um tanto contraditório - mas o constitucionalista é ele). Não por nunca me ter deparado com "argumentações" que comparam o casamento de pessoas do mesmo sexo ao entre e com animais, domésticos ou selvagens. A analogia tem barbas: foi recorrente no debate a propósito do casamento inter-racial nos EUA, por exemplo (na primeira metade do século passado) e é ainda muito usada a esse respeito pelo Ku Klux Klan e quejandos.

Também não achei que o teste fosse falso por crer na impossibilidade de fundamentar juridicamente a analogia: é afinal da ideia de "aberração" que se trata, a tal subjacente às execuções, por lapidação ou outras atrocidades, quer de homossexuais quer de membros de uma seita ou de uma "raça" que casem ou pretendam casar com membros de outra seita ou "raça", coisa ainda hoje comum em várias paragens e respaldada em diversas legislações, civis e religiosas.

As leis não são outra coisa senão a manifestação de conceitos morais e a formação de um jurista também passa por tentar defender aquilo que lhe surge moralmente indefensável. Não me choca nada, pois, que um professor de Direito, quaisquer que sejam as suas ideias, solicite aos alunos que fundamentem ou refutem juridicamente analogias absurdas. Como não me choca que lhes peça para elaborarem sobre casamentos entre crianças ou entre adultos e crianças, ou sobre se o direito dos pais para decidir sobre as opções dos filhos inclui o de terem com eles comércio carnal ou oferecê-los a alguém para esse efeito, ou sobre a ética da escravatura. Por exemplo.

O que me é difícil crer é que um professor de Direito solicite aos seus alunos que busquem na Constituição portuguesa, baseada na dignidade das pessoas e num princípio de igualdade que inclui a proibição da discriminação em função da orientação sexual, o fundamento para o exercício citado. E que valorize mais a fundamentação da inconstitucionalidade do diploma (com sete valores) que a da sua constitucionalidade (cinco valores). Isso é que só pode ser brincadeira. Uma bestialidade, em suma.

http://jugular.blogs.sapo.pt/1810764.html

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Declarações de Paulo Otero ou do "foi assim que não aconteceu"
Isabel Moreira - 22 de Abril de 2010

Leio as declarações de Paulo Otero e a primeira reacção que tenho é lê-las três vezes para ter a certeza de que não me está a falhar nada. Vamos por partes:

Paulo Otero faz um teste que merece a corajosa reacção de uma aluna e a minha solidariedade para com ela.

Para além do que já escrevi, convém recordar que Paulo Otero defendeu que o casamento entre pessoas do mesmo sexo seria sempre inconstitucional e que havia um direito a não se ser confundido (quem tivesse um casamento com pessoa de sexo diferente) com casais homossexuais. Paulo Otero, como cidadão, pode defender o que quiser. Tal como eu. Tal como qualquer pessoa. Mas quando entra numa sala de aula, não pode confundir os conteúdos de uma disciplina, que no caso é a de direito constitucional, com o ímpeto de doutrinar alunos, o que acontece, ano após ano, como sabem todos os que passam por aquelas aulas.

Hoje está em causa um teste que é indício claríssimo disso mesmo. Nesse teste, Paulo Otero não se limita a fazer uma paródia de gosto duvidoso sobre a possibilidade de casamento entre pessoas e animais. Não: o ilustre professor faz decorrer (usa o termo "em complemento") de uma lei concreta aprovada democraticamente num Parlamento, contra as suas convicções, a poligamia, o casamento entre pessoas e animais e o casamento entre animais. Faz uma equivalência numa evidente petição de princípio. Pior: na pergunta a), que vale menos valores que a pergunta b), obriga os alunos a defenderam o impossível: a constitucionalidade daqueles casamentos.

É impossível defender-se o casamento entre pessoas e animais e entre animais, como o humorista/Professor, sabe. E faz isso para validar a sua conclusão pessoal, derrotada pelo voto, por onze votos no Tribunal constitucional, de que é tão impossível defender-se a bestialidade como o CPMS. Para Paulo Otero equivalem-se e ele, numa pergunta de resposta impossível, o que desde logo deveria ser proibido, humilha os alunos para fazer uma declaração velada. Isto é má fé. Isto é indigno. E, como já disse, é doutrinação. Com o nosso dinheiro.

É por isso mentira, sim, mentira, que os alunos pudessem ter uma linha de argumentação, com argumentos contra e a favor, como afirma, tão democraticamente, Paulo Otero. A resposta a) é impossível. Repito cem vezes se for preciso. A pergunta a) é  uma manipulação velada.

Mais: Paulo Otero afirma que "ainda não estamos perante uma lei" porque ainda não foi promulgada em DR. E que as perguntas são ficção. Aqui o Professor não recua, antes sublinha o que já estava escrito no teste: o seu total desrespeito pela Assembleia da República. Quem ensina direito constitucional de verdade, sabe que não se destrata o momento solene da aprovação de uma lei, e que esse é o momento decisivo, sendo os outros, de resto, exteriores ao procedimento legislativo. Isto merece uma intervenção na AR.

Quanto à ficção, por quê a ficção se quer formar advogados, como diz Paulo Otero? Por que não apresenta a lei aos alunos e os desafia a questionarem positiva e negativamente a sua constitucionalidade? Eu percebo. A lavagem de cérebros não vai bem com a realidade e com desafios adequados à vida que os alunos têm à sua espera. A ficção, e este tipo de ficção dirigida, é tão mais funcional, não é?

Calhou que alunos sem preparação nem maturidade para dissertarem sobre direitos fundamentais tivessem dado uma lição ao Professor. Acontece.  

http://jugular.blogs.sapo.pt/1808510.html



Nota da moderação: Informamos que todas as respostas a este tema devem ser dadas no tópico 'Homofobia nas Universidades Portuguesas', por se enquadrar melhor dentro deste. Obrigado pela atenção.
« Última modificação: 10 de Maio de 2010 por Templarius »

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        Offline filipepaulo

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        http://portugalgay.pt/news/100510A/eua:_lder_da_direita_crist_foi_passear_na_europa_com_acompanhante_masculino

        EUA: Líder da direita cristã foi passear na Europa com acompanhante masculino
        Segunda-feira, 10 Maio 2010 12:20 (11:20Z)
        Rex Wockner (EUA) para PortugalGay.PT

         George Alan Rekers, que foi co-fundador da Family Research Council, uma entidade que é contra os direitos familiares de gays e lésbicas, foi apanhado em Miami a regressar da Europa com um jovem acompanhante que conheceu no site rentboy.com.

        O acompanhante, que foi identificado como "Lucien", "Geo" e "Jo-vanni" nos media, também revelou a diversos jornalistas que fez massagens diárias a Rekers com este último completamente nú, e que as massagens incluíram estimulação dos genitais. Lucien mostrou à CNN um contrato de viagem entre os dois homens que obrigava a uma massagem diária de uma hora, e revelou à cadeia televisiva que Rekers "basicamente ficava excitado" durante as sessões de massagem.

        Rekers, de 61 anos, tem usado o seu site professorgeorge.com e outros recursos online para refutara estas notícias, dizendo que não é gay e que nada de "ilegal ou sexual" aconteceu durante a sua viagem com Lucien, de 20 anos. Rekers afirmou a vários jornalistas que já contactou um advogado e vai processar por "difamação" pois, segundo as suas próprias palavras, "não sou gay e nunca fui". Rekers escreveu no seu site que encontrou o seu "assistente de viagem" depois de entrevistar várias pessoas pois precisava de apoio devido a uma operação cirúrgica a que foi sujeito recentemente. Rekers afirma que só teve conhecimento das actividades na Internet do seu companheiro "durante a viagem" e que nada de "inapropriado" aconteceu durante a viagem e que "não esteve envolvido em nenhum comportamento sexual ou ilegal com o seu assistente de viagem".


         Entretanto com o desenrolar da situação Lucien teve conhecimento do histórico de activismo anti-gay de Rekers e decidiu revelar aos media a componente alegadamente sexual da viagem.

        "É uma situação em que ele está contra a homossexualidade quando ele é um homossexual" disse ao New Times.

        Já o activista LGBT Wayne Besen disse ao New Times que a "marca de Reker está em quase todos os esforços anti-gay de demonizar ou des-humanizar as pessoas LGBT". "O seu trabalho foi consistentemente citado por grupos de lobby que trabalham para negar a igualdade dos americanos LGBT" concluindo que "Rekers causou um dano relevante a pessoas gays e lésbicas".

        Segundo os média, Rekers também é membro da anti-LGBT National Association for Research and Therapy of Homosexuality (algo como "Associação Nacional para a Pesquisa a Terapia da Homossexualidade"). Recebeu recentemente milhares de dólares do estado da Florida para ser testemunha como especialista contra a adopção por gays e lésbicas. A Flórida é o único estado dos EUA que proíbe a adopção por pessoas homossexuais.

        Depois do testemunho neste caso a Juíza Cindi Lederman escreveu "As convicções de Dr. Rekers são motivadas pelas suas fortes convicções teológicas e ideológicas que não são consistentes com a ciência. Baseado no seu testemunho e comportamento no julgamento, o tribunal não pode considerar seu o depoimento como credível, nem digno de formar uma base da política pública."

        Lucien disse ao jornal Miami Herald que passou a ser um acompanhante para pagar os estudos superiores mas poderá ter de desistir agora. Disse também que Rekers pagou-lhe 75 USD (cerca de 60 EUR) por noite durante a viagem, que é bem menos dos 250 a 400 EUR que cobraria para ter sexo. Ele disse à CNN que não houve qualquer outro contacto sexual além das massagens.

        "Como Jesus Cristo, eu passo deliberadamente algum tempo com os pecadores com o objetivo caridoso de tentar ajudá-los", escreveu Rekers. "Assim como João Batista e Jesus, eu tenho um ministério de amor cristão aos homossexuais e prostitutos, em que compartilho a Boa Nova de Jesus Cristo com eles. ... Se falarem com o meu assistente de viagem verão que passei muito tempo compartilhando informações científicas sobre a conveniência de abandonar a relação homossexual, e partilhei o Evangelho de Jesus Cristo com ele em grande detalhe."

        Mas nem todos nos média estão convencidos com esta explicação

        "Eis a ideia-base em casos como este," disse Rachel Maddow na televisão MSNBC no dia 7 de Maio. "A negação miserável e mentiras sobre a sua própria vida sexual é um assunto pessoal da sua própria miséria, negação e mentira - a menos que faça assunto de todo o país a cruzada contra aquilo que é a verdade sobre si mesmo e que você odeia tanto. Ser gay não é algo que possa ser 'resolvido'. Ser desprezível, patético, hipócrita é algo que pode ser 'resolvido'. ... Parabéns, você está nas primeiras páginas."

          PortugalGay.pt - desde 1996 o site para todos os LGBTH em Português.

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          #3225

          Offline _tiago_

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          Que vergonha sinceramente, as coisas que uma pessoa com elevada homofobia interna pode fazer  :(

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            #3226

            Offline timmy

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            Galo transsexual intriga cientistas na Itália
            http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/news/2010/05/08/248008-galo-transsexual-intriga-cientistas-na-italia

            Você já tinha ouvido falar em ave transsexual?  Então, ouça essa: o galo Gianni viveu a vida inteira como o procriador (e o despertador) de uma fazenda italiana na região da Toscana.

            Um dia, uma raposa invadiu o galinheiro e matou todas as galinhas, mas Gianni sobreviveu.

            Daí o aparentemente impossível aconteceu. Em poucos dias, Gianni começou a botar ovos.  A mudança de sexo tem intrigado cientistas, que estão estudando o DNA do galo.

            "Pode ser devido a um gene de sobrevivência da espécie. Uma vez que todas as fêmeas se foram, a única maneira de continuar a linhagem seria se tornar fêmea."

            Na verdade, macho e fêmea em um único corpo galináceo. Afinal, Gianni continua fecundando... e, agora, sendo fecundado.

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              #3227

              Offline Boreas

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              • "Tu és rato!"
              Pai é o último a saber que filho é homossexual
              http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1571617

              Estudo pioneiro revela que homossexuais assumem mais depressa a sua condição perante colegas de trabalho do que perante o progenitor


              Um homossexual assume a sua orientação sexual mais facilmente a colegas de trabalho ou a estranhos do que ao pai. Esta é uma das conclusões do primeiro grande estudo nacional sobre a população lésbica, gay, bissexual e transgénero, a ser apresentado hoje, segunda-feira.

              Elaborado por uma equipa da Escola de Psicologia da Universidade do Minho, com o apoio da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, o documento traça um retrato até agora inexistente da imagem social de lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros (LGBT) portugueses ou de realidades específicas desta população, como a violência entre casais do mesmo sexo.

              De Março a Setembro de 2009, 2470 pessoas responderam a uma bateria de questões que iam desde o casamento homossexual até às instituições públicas e privadas junto das quais existe uma percepção de discriminação. A amostra dividiu-se entre 1498 heterossexuais e 972 LGBT.

              Insultados três ou mais vezes

              "Localizamos na literatura internacional sobre o tema uma série de escalas que tentaram medir o grau de transfobia e homofobia das pessoas, tentando obter as ideias das pessoas heterossexuais em relação à forma como vêem os LGBT. Mas também escalas com as quais se tentou mapear a população LGBT", explicou, ao JN, João Manuel Oliveira, um dos responsáveis pelo estudo [ler detalhes na caixa em cima] que será apresentado hoje - Dia Internacional da Luta Contra a Homofobia -, no Centro de Informação Urbana de Lisboa.

              Segundo este psicólogo social, muitos poucos entrevistados LGBT admitiram ter sido alvo de violência física. "Mas é importante realçar a questão do insulto. Destes 972 respondentes, todos, em média, já sofreram três ou mais vezes insultos pela sua orientação sexual e identidade de género", traduz o investigador.

              A religião, as forças de segurança ou o local de trabalho foram assinalados como os locais e instituições onde a discriminação é mais acentuada. Sendo que no Porto, em Lisboa e na região Sul parece haver maior abertura para falar sobre sexualidade, contrariamente ao Norte e Centro do país.

              É na escala de abertura quanto à orientação sexual que os antigos e novos amigos heterossexuais, os irmãos, a mãe e os colegas de trabalho assumem papéis destacados. Perante uma escala de 11 variáveis relacionadas com as pessoas que conhecem a orientação sexual do entrevistado , a opção "progenitor" foi das menos escolhidas. Para os entrevistados, a dificuldade em assumir a sua orientação sexual a estranhos é menor do que ao pai.

              Entre os heterossexuais, foram as mulheres que apresentaram atitudes mais positivas em relação ao casamento de pessoas do mesmo sexo. Com uma particularidade: quanto mais à Esquerda se situa o inquirido, maior o índice de concordância.

              Transexuais, ciganos, gays, mulheres negras e lésbicas - os bissexuais ficaram pelo meio da tabela, tanto quando as mulheres brasileiras - foram reconhecidos como os mais discriminados. "É a repulsa face a travestis e transexuais que as políticas de combate à discriminação têm de passar a ter em conta. Esta população precisa de um estudo, de um trabalho antropológico", frisa João Manuel Oliveira.
                Just live!!! WILL POWER HOPE COMPASSION LOVE

                A ILGA divulga o relatório 2010 sobre a Homofobia do Estado em todo o mundo
                #3228

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                1/6 da população LGBTI mundial estão mais livres graças à India.

                76 países ainda punem a homossexualidade, 5 deles com a morte

                A ILGA- a Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais,Trans e Intersexo publica a 4ª edição do seu relatório e mapas sobre a Homofobia do Estado, baseado em pesquisa realizada por Daniel Ottosson. Este relatório é uma compilação das leis que criminalizam as relações consensuais entre adultos do mesmo sexo.


                Gloria Careaga, co-secretária geral da ILGA:


                “Em comparação com o relatório do ano passado, em que relacionamos os 77 países que perseguiam as pessoas com base em sua orientação sexual, no presente relatório você encontrará ‘apenas” 76 países nesta mesma lista, incluindo os cinco “infames”,que condenam as pessoas à morte com base em sua orientação sexual: Irã, Mauritânia, Arábia Saudita, Sudão e Iêmen (e algumas regiões da Nigéria e da Somália). Um país a menos, se comparado ao relatório de 2009 pode parecer um avanço insignificante. Mas, se considerarmos que este país é a Índia, esta diferença corresponde a 1/6 da população mundial”.



                Renato Sabbadini, Co-secretário geral da ILGA:


                “Revelar e denunciar os países homofóbicos é essencial, mas é igualmente importante reconhecer aqueles em que progressos estão ocorrendo. Este ano, ficamos felizes em ver o Distrito Federal (México) e a Argentina se juntarem à comunidade dos estados e autoridades locais que reconhecem a igualdade de direitos quanto ao casamento para casais do mesmo sexo - um exemplo de inclusão real, que estabelecerá um padrão a ser seguido por muitos outros’.


                Com o presente relatório, a ILGA, uma federação mundial de grupos locais e nacionais com mais de 700 organizações-membros de todos os continentes, representando mais de 110 países, dedicada à promoção e defesa da igualdade de direitos para lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexo (LGBTI), deseja revelar e denunciar os Estados que, ao final da primeira década do século 21, ainda tratam seus cidadãos LGBTI como pessoas inferiores, não-merecedoras de respeito. São estes Estados que não merecem respeito, pois a eles cabe a vergonha de negar dignidade, respeito e direitos iguais a uma parcela significativa de seus cidadãos.


                * Leis relativas a estes atos em público, com menores, com emprego da força ou por qualquer outro motivo não estão incluídos. Também estão incluídos os países onde esses atos são ilegais.
 




                A ILGA - Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersexo - é uma federação mundial que congrega grupos locais e nacionais dedicados à promoção e defesa da igualdade de direitos para lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexo (LGBTI) em todo o mundo. Fundada em 1978, a ILGA reúne entre seus membros mais de 700 organizações, representando, assim, mais de 110 países, oriundos de todos os continentes. Atualmente, a ILGA é a única federação internacional a reunir ONGs e entidades sem fins lucrativos que concentra a sua atuação, em nível global, na luta pelo fim da discriminação por orientação sexual.
 


                Para mais informações sobre a Homofobia do Estado e as leis que afetam os LGBTI, as atividades da ILGA em todo o mundo e nas Nações Unidas, favor contatar:


                Stephen Barris/ILGA : 00 32 2 502 24 71

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                  #3229

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                  Professor que juntou uniões 'gay' e animais num teste foi 'absolvido'

                  por PEDRO SOUSA TAVARES

                  O Conselho Pedagógico da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, presidido por Marcelo Rebelo de Sousa, considerou que "a salvaguarda das convicções pessoais dos alunos e da sua liberdade de expressão" não foram postos em causa num enunciado de Direito Constitucional II que juntava a temática do casamento gay com a hipótese do matrimónio com animais domésticos.

                  Uma decisão que deixou revoltada, "mas não surpreendida", a estudante do 2.º ano desta faculdade que denunciou o caso: "Ainda mais estranho do que o teste em si, é dizer que não existe uma ofensa às liberdades individuais dos alunos", defendeu ao DN Raquel Rodrigues.

                  A aluna do 2.º ano - que em Abril divulgou no Facebook a prova feita por colegas do primeiro ano - lamentou ainda o facto de a decisão não ter sido de imediato revelada aos vários estudantes que fizeram uma queixa pedagógica sobre a matéria a este órgão da faculdade lisboeta. "Só tive acesso a essa acta através de uma jornalista. Não foi afixada em nenhum lugar da reitoria", criticou.

                  Recorde-se que, no teste, o professor catedrático Paulo Otero sugeria a aprovação, pelo Parlamento, de um diploma que permitia o casamento entre humanos e animais domésticos vertebrados - em "complemento à lei sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo" -, pedindo aos alunos que argumentassem contra e a favor da constitucionalidade desse cenário.

                  "Uma das questões referidas na acta [do conselho pedagógico]é que foi atribuída maior classificação à defesa da inconstitucionalidade [do casamento com animais] porque esta era mais difícil de defender", denunciou.

                  Quanto à ligação estabelecida entre os casamentos gay - cujo diploma foi aprovado esta semana por Cavaco Silva - e relações com animais, o conselho pedagógico defendeu que "era possível aos alunos exprimirem as suas convicções pessoais, designadamente críticas em relação ao paralelismo/complementaridade especificado na queixa [dos alunos] e à sua razoabilidade, através da resposta às questões colocadas pelo teste".

                  Contactado pelo DN, o assessor de António Nóvoa, reitor da UL, informou que nem este nem Paulo Otero estariam disponíveis para prestar declarações. O presidente da Faculdade de Direito, Eduardo Vera-Cruz, está no estrangeiro. O DN tentou, sem sucesso, falar com Marcelo Rebelo de Sousa.


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                    #3230

                    Offline Back Room

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                    In: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1574935&seccao=Sul

                    Professor que juntou uniões 'gay' e animais num teste foi 'absolvido'

                    por PEDRO SOUSA TAVARES

                    O Conselho Pedagógico da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, presidido por Marcelo Rebelo de Sousa, considerou que "a salvaguarda das convicções pessoais dos alunos e da sua liberdade de expressão" não foram postos em causa num enunciado de Direito Constitucional II que juntava a temática do casamento gay com a hipótese do matrimónio com animais domésticos.

                    Uma decisão que deixou revoltada, "mas não surpreendida", a estudante do 2.º ano desta faculdade que denunciou o caso: "Ainda mais estranho do que o teste em si, é dizer que não existe uma ofensa às liberdades individuais dos alunos", defendeu ao DN Raquel Rodrigues.

                    A aluna do 2.º ano - que em Abril divulgou no Facebook a prova feita por colegas do primeiro ano - lamentou ainda o facto de a decisão não ter sido de imediato revelada aos vários estudantes que fizeram uma queixa pedagógica sobre a matéria a este órgão da faculdade lisboeta. "Só tive acesso a essa acta através de uma jornalista. Não foi afixada em nenhum lugar da reitoria", criticou.

                    Recorde-se que, no teste, o professor catedrático Paulo Otero sugeria a aprovação, pelo Parlamento, de um diploma que permitia o casamento entre humanos e animais domésticos vertebrados - em "complemento à lei sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo" -, pedindo aos alunos que argumentassem contra e a favor da constitucionalidade desse cenário.

                    "Uma das questões referidas na acta [do conselho pedagógico]é que foi atribuída maior classificação à defesa da inconstitucionalidade [do casamento com animais] porque esta era mais difícil de defender", denunciou.

                    Quanto à ligação estabelecida entre os casamentos gay - cujo diploma foi aprovado esta semana por Cavaco Silva - e relações com animais, o conselho pedagógico defendeu que "era possível aos alunos exprimirem as suas convicções pessoais, designadamente críticas em relação ao paralelismo/complementaridade especificado na queixa [dos alunos] e à sua razoabilidade, através da resposta às questões colocadas pelo teste".

                    Contactado pelo DN, o assessor de António Nóvoa, reitor da UL, informou que nem este nem Paulo Otero estariam disponíveis para prestar declarações. O presidente da Faculdade de Direito, Eduardo Vera-Cruz, está no estrangeiro. O DN tentou, sem sucesso, falar com Marcelo Rebelo de Sousa.




                    Quando a instituição e os seus máximos responsáveis são homofóbicos, nada a fazer. É o nosso dinheiro que paga a esta gente.
                      "I started being proud of being gay, even though I wasn't." Kurt Cobain.

                      "Quelle est votre plus grand ambition dans la vie? Devenir immortel... et puis... mourir." À Bout de Souffle, Godard.

                      "One of the great tragedies of mankind is that morality has been hijacked by religion." Arthur C. Clark

                      Notícias LGBT
                      #3231

                      Agamemnon

                      • Visitante
                      In: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1574935&seccao=Sul

                      Professor que juntou uniões 'gay' e animais num teste foi 'absolvido'

                      por PEDRO SOUSA TAVARES

                      O Conselho Pedagógico da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, presidido por Marcelo Rebelo de Sousa, considerou que "a salvaguarda das convicções pessoais dos alunos e da sua liberdade de expressão" não foram postos em causa num enunciado de Direito Constitucional II que juntava a temática do casamento gay com a hipótese do matrimónio com animais domésticos.

                      Uma decisão que deixou revoltada, "mas não surpreendida", a estudante do 2.º ano desta faculdade que denunciou o caso: "Ainda mais estranho do que o teste em si, é dizer que não existe uma ofensa às liberdades individuais dos alunos", defendeu ao DN Raquel Rodrigues.

                      A aluna do 2.º ano - que em Abril divulgou no Facebook a prova feita por colegas do primeiro ano - lamentou ainda o facto de a decisão não ter sido de imediato revelada aos vários estudantes que fizeram uma queixa pedagógica sobre a matéria a este órgão da faculdade lisboeta. "Só tive acesso a essa acta através de uma jornalista. Não foi afixada em nenhum lugar da reitoria", criticou.

                      Recorde-se que, no teste, o professor catedrático Paulo Otero sugeria a aprovação, pelo Parlamento, de um diploma que permitia o casamento entre humanos e animais domésticos vertebrados - em "complemento à lei sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo" -, pedindo aos alunos que argumentassem contra e a favor da constitucionalidade desse cenário.

                      "Uma das questões referidas na acta [do conselho pedagógico]é que foi atribuída maior classificação à defesa da inconstitucionalidade [do casamento com animais] porque esta era mais difícil de defender", denunciou.

                      Quanto à ligação estabelecida entre os casamentos gay - cujo diploma foi aprovado esta semana por Cavaco Silva - e relações com animais, o conselho pedagógico defendeu que "era possível aos alunos exprimirem as suas convicções pessoais, designadamente críticas em relação ao paralelismo/complementaridade especificado na queixa [dos alunos] e à sua razoabilidade, através da resposta às questões colocadas pelo teste".

                      Contactado pelo DN, o assessor de António Nóvoa, reitor da UL, informou que nem este nem Paulo Otero estariam disponíveis para prestar declarações. O presidente da Faculdade de Direito, Eduardo Vera-Cruz, está no estrangeiro. O DN tentou, sem sucesso, falar com Marcelo Rebelo de Sousa.




                      Quando a instituição e os seus máximos responsáveis são homofóbicos, nada a fazer. É o nosso dinheiro que paga a esta gente.


                      Essa insituição recusou-se uma vez a dar equivalência a grau de doutor a uma que fez o doutoramento em Harvard.... :P A mim assusta-me menos pagar-lhes do que a ideia de que esses senhores escrevem leis!
                      « Última modificação: 25 de Maio de 2010 por Moderação Geral »

                        Notícias LGBT
                        #3232

                        Elijah Keat

                        • Visitante
                        In: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1574935&seccao=Sul

                        Professor que juntou uniões 'gay' e animais num teste foi 'absolvido'

                        por PEDRO SOUSA TAVARES

                        O Conselho Pedagógico da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, presidido por Marcelo Rebelo de Sousa, considerou que "a salvaguarda das convicções pessoais dos alunos e da sua liberdade de expressão" não foram postos em causa num enunciado de Direito Constitucional II que juntava a temática do casamento gay com a hipótese do matrimónio com animais domésticos.

                        Uma decisão que deixou revoltada, "mas não surpreendida", a estudante do 2.º ano desta faculdade que denunciou o caso: "Ainda mais estranho do que o teste em si, é dizer que não existe uma ofensa às liberdades individuais dos alunos", defendeu ao DN Raquel Rodrigues.

                        A aluna do 2.º ano - que em Abril divulgou no Facebook a prova feita por colegas do primeiro ano - lamentou ainda o facto de a decisão não ter sido de imediato revelada aos vários estudantes que fizeram uma queixa pedagógica sobre a matéria a este órgão da faculdade lisboeta. "Só tive acesso a essa acta através de uma jornalista. Não foi afixada em nenhum lugar da reitoria", criticou.

                        Recorde-se que, no teste, o professor catedrático Paulo Otero sugeria a aprovação, pelo Parlamento, de um diploma que permitia o casamento entre humanos e animais domésticos vertebrados - em "complemento à lei sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo" -, pedindo aos alunos que argumentassem contra e a favor da constitucionalidade desse cenário.

                        "Uma das questões referidas na acta [do conselho pedagógico]é que foi atribuída maior classificação à defesa da inconstitucionalidade [do casamento com animais] porque esta era mais difícil de defender", denunciou.

                        Quanto à ligação estabelecida entre os casamentos gay - cujo diploma foi aprovado esta semana por Cavaco Silva - e relações com animais, o conselho pedagógico defendeu que "era possível aos alunos exprimirem as suas convicções pessoais, designadamente críticas em relação ao paralelismo/complementaridade especificado na queixa [dos alunos] e à sua razoabilidade, através da resposta às questões colocadas pelo teste".

                        Contactado pelo DN, o assessor de António Nóvoa, reitor da UL, informou que nem este nem Paulo Otero estariam disponíveis para prestar declarações. O presidente da Faculdade de Direito, Eduardo Vera-Cruz, está no estrangeiro. O DN tentou, sem sucesso, falar com Marcelo Rebelo de Sousa.




                        Quando a instituição e os seus máximos responsáveis são homofóbicos, nada a fazer. É o nosso dinheiro que paga a esta gente.


                        Essa insituição recusou-se uma vez a dar equivalência a grau de doutor a uma que fez o doutoramento em Harvard.... :P A mim assusta-me menos pagar-lhes do que a ideia de que esses senhores escrevem leis!


                         [smiley=muro.gif] [smiley=muro.gif] Isso foi verdade?!

                         :o
                        « Última modificação: 25 de Maio de 2010 por Moderação Geral »

                          Notícias LGBT
                          #3233

                          Offline timmy

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                          O Nuno Ropio é o maior!!! lol

                          :up

                            Notícias LGBT
                            #3234

                            Agamemnon

                            • Visitante
                            [smiley=muro.gif] [smiley=muro.gif] Isso foi verdade?!

                             :o

                            Sim. Da Paula Escaramenha. ;)

                              Notícias LGBT
                              #3235

                              Offline JDelgado

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                              PORTUGAL: Casamento civil permite procriação medicamente assistida

                              A lei que reconhece o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo poderá também permitir que um casal de lésbicas possa recorrer à procriação medicamente assistida.

                              É esta a opinião de Rui Rangel e Paulo Saragoça da Matta contactados pelo Jornal de Notícias.
                              Na sua opinião a Lei 32 de 2006 não cria qualquer diferenciação, no seu artigo 6º, quanto ao sexo dos elementos do casal e como tal um casal de lésbicas poderá assim aceder à inseminação artificial, quer no sistema público quer no sistema privado. Também a maternidade de substituição, conhecida como "barriga de aluguer" passa a ser permitida por lei a casais do mesmo sexo. Basta que existam profissionais de saúde que queiram realizar o acto que, por lei, pode ser recusado por um clínico desde que de forma devidamente fundamentada.

                              A lei actual de procriação medicamente assistida é clara em excluir quer mulheres solteiras que casais de mulheres lésbicas que vivam em união de facto. Tal não é o caso na vizinha Espanha onde estas limitações não existem.

                              http://portugalgay.pt/news/240510A/portugal:_casamento_civil_permite_procriacao_medicamente_assistida
                                Mesmo na mais escura da escuridão, haverá sempre uma luz a brilhar para nos guiar.
                                Basta saber encontra-la

                                Notícias LGBT
                                #3236

                                Offline Symphonic

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                                PORTUGAL: Casamento civil permite procriação medicamente assistida

                                A lei que reconhece o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo poderá também permitir que um casal de lésbicas possa recorrer à procriação medicamente assistida.

                                É esta a opinião de Rui Rangel e Paulo Saragoça da Matta contactados pelo Jornal de Notícias.
                                Na sua opinião a Lei 32 de 2006 não cria qualquer diferenciação, no seu artigo 6º, quanto ao sexo dos elementos do casal e como tal um casal de lésbicas poderá assim aceder à inseminação artificial, quer no sistema público quer no sistema privado. Também a maternidade de substituição, conhecida como "barriga de aluguer" passa a ser permitida por lei a casais do mesmo sexo. Basta que existam profissionais de saúde que queiram realizar o acto que, por lei, pode ser recusado por um clínico desde que de forma devidamente fundamentada.

                                A lei actual de procriação medicamente assistida é clara em excluir quer mulheres solteiras que casais de mulheres lésbicas que vivam em união de facto. Tal não é o caso na vizinha Espanha onde estas limitações não existem.

                                http://portugalgay.pt/news/240510A/portugal:_casamento_civil_permite_procriacao_medicamente_assistida


                                Isto é falso. Ver mais em: http://jugular.blogs.sapo.pt/1912318.html

                                  Notícias LGBT
                                  #3237

                                  Offline τοRoyalSizeΚΞ

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                                  PORTUGAL: Casamento civil permite procriação medicamente assistida

                                  A lei que reconhece o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo poderá também permitir que um casal de lésbicas possa recorrer à procriação medicamente assistida.

                                  É esta a opinião de Rui Rangel e Paulo Saragoça da Matta contactados pelo Jornal de Notícias.
                                  Na sua opinião a Lei 32 de 2006 não cria qualquer diferenciação, no seu artigo 6º, quanto ao sexo dos elementos do casal e como tal um casal de lésbicas poderá assim aceder à inseminação artificial, quer no sistema público quer no sistema privado. Também a maternidade de substituição, conhecida como "barriga de aluguer" passa a ser permitida por lei a casais do mesmo sexo. Basta que existam profissionais de saúde que queiram realizar o acto que, por lei, pode ser recusado por um clínico desde que de forma devidamente fundamentada.

                                  A lei actual de procriação medicamente assistida é clara em excluir quer mulheres solteiras que casais de mulheres lésbicas que vivam em união de facto. Tal não é o caso na vizinha Espanha onde estas limitações não existem.

                                  http://portugalgay.pt/news/240510A/portugal:_casamento_civil_permite_procriacao_medicamente_assistida

                                  Isto é falso. Ver mais em: http://jugular.blogs.sapo.pt/1912318.html

                                  Bolas! :P Lol

                                    Notícias LGBT
                                    #3238

                                    Agamemnon

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                                    A Jugular está a tornar-se o nosso Vaticano..... Já nem se citam as leis ou sites de direito.... Cita-se a Isabel Moreira. :P

                                      Notícias LGBT
                                      #3239

                                      Offline Symphonic

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                                      A Jugular está a tornar-se o nosso Vaticano..... Já nem se citam as leis ou sites de direito.... Cita-se a Isabel Moreira. :P

                                      True!! lol  ::)

                                         

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