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Olá Visitante25.ago.2019, 17:40:16

Autor Tópico: Notícias LGBT (que não se enquadram noutros tópicos)  (Lida 473509 vezes)

 
Notícias LGBT
#3240

Offline Dufa

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Marcha do Orgulho LGBT decorre dia 10 de Julho


A Marcha do Orgulho Lésbico, Gay, Bissexual e Transgénero (LGBT) no Porto decorrerá no dia 10 de julho, sob o lema "Existimos, Direitos exigimos", apelando à "resolução das questões da parentalidade", foi hoje anunciado.

João Paulo, coorganizador da marcha no Porto, afirmou à Lusa que, depois da promulgação pelo Presidente da República da lei na igualdade no casamento entre pessoas do mesmo sexo, são as questões da parentalidade agora prioridade.

O objetivo passa por desejar que "a possibilidade de adoção, coadoção e acolhimento de crianças seja alargada para todas as pessoas com condições materiais e efetivas para delas cuidar, educar e proteger", lê-se no manifesto para 2010.

O manifesto foi esta tarde divulgado em frente ao Tribunal de Família e Menores do Porto com a intenção de "chamar a atenção para as questões da parentalidade que ainda não estão resolvidas", frisou João Paulo.

"Queremos uma sociedade que reconheça a diversidade de modelos familiares com iguais oportunidades perante a lei. Porque a família é uma escolha livre das pessoas, lugar para a partilha de afetos e de vidas em comum e porque o Estado não pode privilegiar nenhum modelo em detrimento de outro", sustenta o manifesto.

O documento refere também o desejo de que os processos de procriação medicamente assistida possam ser uma possibilidade para todas as mulheres que a desejem, independentemente da sua orientação sexual e de viverem ou não uma relação de casal.

Este documento "exige" ainda que "sejam tomadas medidas legislativas que combatam eficazmente a desigualdade de género que persiste e, inclusivamente, se agrava no nosso país".

Apela à erradicação "definitiva" da violência e da discriminação de género, bem como à tomada de iniciativas legais que reconheçam a autodeterminação das pessoas transexuais e transgénero, sem a tutela psiquiátrica que as menoriza e que lhes retira decisão sobre as suas vidas.

No manifesto, a marcha do orgulho LGBT refere ainda lutar, "porque ainda há países onde a homossexualidade é considerada crime, porque há lugares onde a repressão ainda está na lei e porque nesses lugares também há resistência por quem luta pelos direitos, por todos os direitos humanos".

"E luta também em Portugal onde a discriminação sexista, transfóbica, bifóbica, homofóbica ou racista e xenófoba ainda agride pessoas e limita a nossa democracia", conclui o documento.

Os partidos Bloco de Esquerda e Humanista, a Juventude Socialista e as organizações Caleidoscópio LGBT, PortugalGay, Ponto Bi, SOS Racismo, UMAR, Panteras Rosa, Poly-Portugal e Mica-me, entre outras, fazem parte da organização desta marcha no Porto.

A marcha tem início marcado na praça da República, passará pelas ruas Gonçalo Cristóvão, Santa Catarina e Sá da bandeira, devendo terminar na praça D. João I.


http://www.destak.pt/artigo/64882







Marcha do Orgulho pela parentalidade

Homossexuais alertam para situações que já existem

Paula tem uma enteada, que é filha de Sofia, que foi mãe numa relação heterossexual. Fabíola tem dois filhos nascidos da inseminação, "nenhum de produção nacional". É de casos destes que a Marcha do Orgulho LGBT quer que se fale agora.

Adopção, mas não só. Aliás, nem sequer será mais importante do que os outros itens que a Marcha do Orgulho Lésbico, Gay, Bissexual e Transgender do Porto quer ver discutidos na sociedade e que constam do "Manifesto" ontem apresentado em frente ao Tribunal de Menores. Um manifesto que está na Internet e que será levado pela cidade no dia 10 de Julho, a partir das 16 horas.

"Queremos uma sociedade que reconheça a diversidade de modelos familiares com iguais oportunidades perante a lei", lê-se no documento. Paula Antunes faz questão de explicar. "É todo o tipo de parentalidade" que está em causa, "não é só a adopção". E fala dela própria. Vive há sete anos com Sofia e a filha dela. Que nasceu de um anterior relacionamento heterossexual de Sofia. A miúda, 13 anos, decidiu assumir na escola que era enteada de Paula. Valeu-lhe a aprovação dos colegas e a escolha do tema da homossexualidade num debate entre escolas do Porto.

"Não se trata só de situações hipotéticas. Há milhares de crianças portuguesas que têm pais homossexuais, sejam fruto de relacionamentos anteriores, seja da inseminação artificial feita noutro país". É o caso dos filhos de Fabíola. Aqui não podia. Daí outro ponto do manifesto. "Queremos que os processos de procriação medicamente assistida possam ser uma possibilidade para todas as mulheres que a desejem, independentemente da sua orientação sexual e de viverem ou não uma relação de casal".

Ora, com a lei acabada de promulgar retirando o exclusivo do casamento aos heterossexuais, a constituição de família fica riscada. No limite, "primeiro temos de adoptar (como candidato individual) e só depois podemos casar", resume João Paulo, activista da PortugalGay. A parentalidade foi eleita como a questão central do manifesto deste ano. Mas não a única. "Continua a haver imensa coisa em jogo. A única conseguida até agora foi o casamento", explica Catarina Castanheira. A sexualidade na terceira idade, a luta pela identidade do género, até em documentos oficiais de pessoas que mudem de sexo, a defesa de uma educação sexual efectiva nas escolas e da aceitação de pedidos de asilo de pessoas perseguidas por homofobia são alguns dos temas em cima da mesa.


http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/interior.aspx?content_id=1578331
« Última modificação: 26 de Maio de 2010 por Dufa »

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    #3241

    Offline Boreas

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    Fonte: http://www.ionline.pt/conteudo/61606-psicologo-pastor-e-anti-homossexuais-envolvido-em-caso-com-prostituto

    Durante anos, George Rekers apresentou-se como perito em homossexualidade, dando em tribunal o seu testemunho especializado acerca do tema, apresentando argumentos em casos relativos aos casamentos entre pessoas do mesmo sexo e à adopção de crianças por casais homossexuais para mostrar que os homossexuais masculinos e as lésbicas têm vidas instáveis e criam crianças perturbadas. Agora é o próprio Rekers que terá de responder a uma bateria de perguntas, que levantam questões jurídicas acerca do papel que desempenhou nos tribunais.

    O "Miami New Times", um jornal alternativo, revelou este mês que Rekers fez uma viagem de dez dias à Europa em companhia de um prostituto, que, ao que parece, conhecera num website, o rentboy.com.

    A cobertura noticiosa tem-se centrado sobretudo na sua aparente hipocrisia, já que Rekers, psicólogo clínico e sacerdote baptista, escreveu que "os dirigentes da revolta homossexual" utilizam "técnicas de manipulação próprias de estratégias revolucionárias clássicas" para impedirem que os homossexuais tentem mudar a sua orientação.

    Porém, os peritos de jurisprudência dizem que o escândalo pode afectar mais que a reputação de Rekers, criando a todos quantos se basearam nos testemunhos de Rekers a obrigação de informarem o tribunal, pelo menos num processo em curso, no sentido da modificação ou da eliminação dos seus argumentos.

    "Todo o advogado que venha a saber que uma das suas testemunhas prestou declarações falsas tem de dar disso conhecimento ao tribunal", diz Stephen Gillers, perito em ética jurídica da Universidade de Nova Iorque. Essa regra pode ser procedente se o perito for desacreditado, acrescentou.

    Rekers reagiu à cobertura mediática com um misto de distanciamento e desafio. Demitiu-se da Associação Nacional para a Investigação e Terapia da Homossexualidade, um grupo que defende que a orientação sexual pode ser alterada por meio de terapia. No website do grupo denunciou as "falsas afirmações", declarando: "Não tive qualquer comportamento homossexual. Não sou nem nunca fui homossexual."

    No seu próprio website, uma nota declara que ele "nem sequer teve conhecimento dos anúncios em que o seu assistente de viagem propunha serviços de prostituição senão no decorrer da viagem". Ambos os homens negaram ter tido relações sexuais, embora Jovanni Roman tenha dito à CNN que, durante a viagem, deu diariamente massagens "sexuais" a Rekers.

    Um representante de Rekers respondeu a um pedido de entrevista numa mensagem de correio electrónico em que declarava: "Como isto se tornou um assunto jurídico relativo a difamação, o professor Rekers foi aconselhado a não conceder entrevistas."

    OS PROCESSOS Independentemente do que se tenha passado na Europa, a viagem pode ter implicações em processos julgados nos Estados Unidos. A participação de Rekers tem sido determinante, por exemplo, num processo contra uma lei da Florida que proíbe a adopção por casais do mesmo sexo. O testemunho de Rekers constituiu a principal base da defesa que o procurador-geral Bill McCollum fez da lei, e pelo qual o Estado pagou a Rekers 120 mil dólares (cerca de 100 mil euros). McCollum distanciou-se de Rekers. "É quase certo que, se este caso avançar para além desta fase, Rekers deixará de ter qualquer participação nele", diz Ryan Wiggins, porta-voz de McCollum. "Não iremos obviamente recomendá-lo de futuro."

    Na sua decisão de 28 de Novembro em que declarava inconstitucional a lei da Florida que previa a adopção por casais do mesmo sexo, a juíza Cindy Lederman, da comarca de Miami-Dade, escreveu que Rekers foi "motivado pelas suas fortes convicções ideológicas e teológicas, não fundadas cientificamente" e "não credíveis". McCollum, candidato a governador pelo Partido Republicano, apelou dessa decisão. Em documentos submetidos muito antes de rebentar o escândalo, denunciou a "completa desvalorização" por parte do tribunal do testemunho de Rekers e de outro perito. Classificando a decisão de "arbitrária", sublinhou as qualificações de Rekers e declarou que "o tribunal o tinha desvalorizado completamente, com base nas convicções religiosas dele".

    Segundo Gillers, McCollum vê-se agora obrigado, quer na qualidade de advogado, quer na de funcionário público, a alertar o tribunal de apelação. "Ao procurador-geral não basta abster-se de usar o testemunho no seu memorando", diz. "Ele tem o dever de se pronunciar pró-activamente." Wiggins, a porta-voz de McCollum, diz que não pode fazer mais comentários sobre um processo pendente.

    Rekers tem uma ligação menos directa com outro caso mediático de direitos dos homossexuais: a oposição do tribunal federal a uma lei californiana que proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo, aprovada em 2008 na sequência de uma petição de cidadãos. Rekers não testemunhou nesse caso, mas as suas opiniões, sob a forma de uma declaração apresentada num caso anterior, foram citadas nos documentos preparatórios por dois homens registados como testemunhas periciais (só um deles testemunhou, David Blankenhorn, do Institute for American Values).

    A questão da possibilidade de alterar a orientação sexual por via de terapia foi também largamente debatida no tribunal. Charles Cooper, advogado de Washington que está a defender a lei californiana, disse numa mensagem de correio electrónico que "o dr. Rekers não teve qualquer participação no caso da Proposta 8", não tendo actuado como perito por qualquer das partes. A decisão está pendente.

    Rekers, 61 anos, tem participado em casos que já saíram dos trâmites jurídicos, nomeadamente um processo de 2004 acerca de uma lei do Arkansas que restringia o acolhimento de menores por parte de homossexuais naquele Estado. O juiz Timothy Fox, da comarca de Pulaski County, revogou a lei estadual, declarando que considerou o testemunho de Rekers "extremamente suspeito" e que Rekers "promovia sobretudo a sua ideologia pessoal". Essa decisão foi unanimemente confirmada pelo Supremo Tribunal Estadual em 2006.

    O efeito prático do escândalo Rekers no movimento jurídico para restringir os direitos dos homossexuais não é claro. Ele não é o único perito com opiniões idênticas. Está em curso no Arkansas outro caso relativo a restrições à adopção por parte de homossexuais e Rekers não tem nele qualquer participação.

    Todavia, o universo de tais peritos pode não ser grande. Sobre a selecção de Rekers para o caso da Florida, McCollum disse aos repórteres na semana passada que "só tinha havido dois peritos dispostos a testemunhar, e que o tribunal tinha procurado durante muito tempo".

    James Esseks, director do Lesbian Gay Bisexual Transgender and AIDS Project junto da American Civil Liberties Union, diz que o escândalo acabou por ser despiciendo.

    "Ele é homossexual ou não? Contratou ou não os serviços do tal rapaz?", diz Esseks. "Não faço ideia do que é verdade ou não nesse campo, mas não faz diferença nenhuma."

    Em grande parte devido aos casos da Florida e do Arkansas, diz, "o dr. Rekers já foi desacreditado, e completamente fora daquele contexto".

    Ted Haggard, antigo pastor da mega- -seita New Life, em Colorado Springs, cujas ligações a um prostituto provocaram um escândalo, diz que a sua situação é diferente da de Rekers.

    "Ele fez declarações no sentido de as suas convicções religiosas serem integradas na lei civil", disse Haggard numa entrevista. "Eu nunca disse nada disso. Ele disse que os casais do mesmo sexo eram incapazes de criar crianças saudáveis", acrescentou. "Eu nunca teria dito tal coisa."

     

    Exclusivo i /The New York Times
      Just live!!! WILL POWER HOPE COMPASSION LOVE

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      #3242

      monalisa

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      Jane Lynch and Lara Embry



      From left: Lara Embry, Haden Collette Ryan-Embry and Jane Lynch.
      By PAULA SCHWARTZ
      Published: June 2, 2010

      The actress Jane Lynch and Lara Embry, a clinical psychologist, were married on Monday at the Blue Heron Restaurant in Sunderland, Mass. Jeannie Elias, a friend of the couple’s who became a Universal Life minister for the event, officiated.

      Ms. Lynch, 49, right, appears as Sue Sylvester in “Glee,” the Fox television series. Her film roles have included parts in “Julie & Julia” (2009), “The 40-Year-Old Virgin” (2005), “A Mighty Wind” (2003) and “Best in Show” (2000). She graduated from Illinois State and has a Master of Fine Arts degree in acting from Cornell. She is a daughter of Eileen H. Lynch of Chicago and the late Francis J. Lynch.

      Dr. Embry, 41, practices at the Carter Psychology Center in Sarasota, Fla. She graduated from Smith and received a master’s degree in philosophy from Columbia. She also has a master’s in psychology from the University of Washington in Seattle, from which she also holds a Ph.D. in clinical psychology. She is the daughter of Dr. Bonnie M. Embry and Dr. Joseph H. Embry of Birmingham, Ala.

      “We actually have a picture of the moment we met,” Ms. Lynch said, referring to the May 2009 San Francisco fund-raiser at which she was a presenter and Dr. Embry, who was among those being honored, instigated their introduction.

      “I said, ‘I want my picture taken with her,’ ” Dr. Embry recalled. “I thought she was cute.”

      Both say that the attraction between them was immediate and that their differing professions played no part in it.

      “It’s not like she’s marrying out of her species or anything,” Ms. Lynch said.

      Dr. Embry noted: “I knew of her work, but not extensively. I was basically ignorant of it.” No sooner had they met than they had to part, Ms. Lynch to Los Angeles and Dr. Embry to Sarasota, where she was raising her daughter, Haden, now 8, and was seeking visitation rights with her adoptive daughter, Chase, 10.

      They struck up a long-distance relationship, and during that time, Dr. Embry said, they discovered that “we’re actually more similar than different.”

      “We are both fascinated by emotional experience and are essentially hopeful people, but that temperamentally we express it differently,” she continued. “I tend to be more calm and reserved, and Jane is not. She’s expressive and exuberant and gregarious.”

      For her part, Ms. Lynch said that their personality differences have served to bring about adjustments for each of them. “Lara’s very patient,” Ms. Lynch said. “I move fast. I’m very impulsive, and we kind of process things at a different pace, so we’ve both had to step up in that area. I’ve had to slow down, and she had to get a move on.”

      The actress said that getting to know Haden has been one of the highlights of their relationship.

      She never anticipated being a parent. “I’m almost 50, and I thought that possibility was behind me, so this a real delight,” Ms. Lynch said, adding that she never went through the whole biological-clock experience. “I never even heard it ticking,” she said, laughing.

      Dr. Embry said that she’s found joy in watching Ms. Lynch laugh and play with Haden. “Back in December, when Jane started learning the whole ‘Vogue’ thing from ‘Glee,’ ” Dr. Embry said of Ms. Lynch’s remake of Madonna’s “Vogue” video for an episode of the show, “she was showing it to Haden, and they would practice it together and laugh and sing — and they still do that. They break out in song and dance spontaneously.”

      Ms. Lynch reports that at Monday’s wedding reception, she and Haden made a point of performing their “Vogue” moves for everybody. And among the promises that Ms. Lynch made while reciting her vows was “to be the very best parent I can be,” as well as “to do my best to get her ‘iCarly’ tickets” — a pledge that elicited giggles.

      Fonte: http://www.nytimes.com/2010/06/06/fashion/weddings/06JLYNCH.html

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        #3243

        Offline O'Connell

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        Jane Lynch and Lara Embry



        From left: Lara Embry, Haden Collette Ryan-Embry and Jane Lynch.
        By PAULA SCHWARTZ
        Published: June 2, 2010

        The actress Jane Lynch and Lara Embry, a clinical psychologist, were married on Monday at the Blue Heron Restaurant in Sunderland, Mass. Jeannie Elias, a friend of the couple’s who became a Universal Life minister for the event, officiated.

        Ms. Lynch, 49, right, appears as Sue Sylvester in “Glee,” the Fox television series. Her film roles have included parts in “Julie & Julia” (2009), “The 40-Year-Old Virgin” (2005), “A Mighty Wind” (2003) and “Best in Show” (2000). She graduated from Illinois State and has a Master of Fine Arts degree in acting from Cornell. She is a daughter of Eileen H. Lynch of Chicago and the late Francis J. Lynch.

        Dr. Embry, 41, practices at the Carter Psychology Center in Sarasota, Fla. She graduated from Smith and received a master’s degree in philosophy from Columbia. She also has a master’s in psychology from the University of Washington in Seattle, from which she also holds a Ph.D. in clinical psychology. She is the daughter of Dr. Bonnie M. Embry and Dr. Joseph H. Embry of Birmingham, Ala.

        “We actually have a picture of the moment we met,” Ms. Lynch said, referring to the May 2009 San Francisco fund-raiser at which she was a presenter and Dr. Embry, who was among those being honored, instigated their introduction.

        “I said, ‘I want my picture taken with her,’ ” Dr. Embry recalled. “I thought she was cute.”

        Both say that the attraction between them was immediate and that their differing professions played no part in it.

        “It’s not like she’s marrying out of her species or anything,” Ms. Lynch said.

        Dr. Embry noted: “I knew of her work, but not extensively. I was basically ignorant of it.” No sooner had they met than they had to part, Ms. Lynch to Los Angeles and Dr. Embry to Sarasota, where she was raising her daughter, Haden, now 8, and was seeking visitation rights with her adoptive daughter, Chase, 10.

        They struck up a long-distance relationship, and during that time, Dr. Embry said, they discovered that “we’re actually more similar than different.”

        “We are both fascinated by emotional experience and are essentially hopeful people, but that temperamentally we express it differently,” she continued. “I tend to be more calm and reserved, and Jane is not. She’s expressive and exuberant and gregarious.”

        For her part, Ms. Lynch said that their personality differences have served to bring about adjustments for each of them. “Lara’s very patient,” Ms. Lynch said. “I move fast. I’m very impulsive, and we kind of process things at a different pace, so we’ve both had to step up in that area. I’ve had to slow down, and she had to get a move on.”

        The actress said that getting to know Haden has been one of the highlights of their relationship.

        She never anticipated being a parent. “I’m almost 50, and I thought that possibility was behind me, so this a real delight,” Ms. Lynch said, adding that she never went through the whole biological-clock experience. “I never even heard it ticking,” she said, laughing.

        Dr. Embry said that she’s found joy in watching Ms. Lynch laugh and play with Haden. “Back in December, when Jane started learning the whole ‘Vogue’ thing from ‘Glee,’ ” Dr. Embry said of Ms. Lynch’s remake of Madonna’s “Vogue” video for an episode of the show, “she was showing it to Haden, and they would practice it together and laugh and sing — and they still do that. They break out in song and dance spontaneously.”

        Ms. Lynch reports that at Monday’s wedding reception, she and Haden made a point of performing their “Vogue” moves for everybody. And among the promises that Ms. Lynch made while reciting her vows was “to be the very best parent I can be,” as well as “to do my best to get her ‘iCarly’ tickets” — a pledge that elicited giggles.

        Fonte: http://www.nytimes.com/2010/06/06/fashion/weddings/06JLYNCH.html


        Ao ler esta notícia tirei as minhas dúvidas se a Jane Lynch seria ou não lésbica. :P
        Sempre tive um feeling, mas nunca me dei ao trabalho de pesquisar.
        Fico contente pelo "nó" dado e só tenho pena que a Sue Sylvester não seja mais "boazinha". lol

        Excelente actriz!
          «No, no, not my car! [menacingly] Oh I hate mummies!» by myself  lol

          Notícias LGBT
          #3244

          Offline EvilMadScientist

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          EAT DA POO POO


          Não sei bem se isto é noticia, mas não deixa de ser um video curioso.



          Aviso: Informamos que a discussão sobre este caso deve ser feita no tópico 'Televisão e LGBTs'. Obrigado pela atenção.
          « Última modificação: 5 de Julho de 2010 por Templarius »

            Notícias LGBT
            #3245

            Offline Yawp

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            • Género: Outro
            Galo transsexual intriga cientistas na Itália
            http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/news/2010/05/08/248008-galo-transsexual-intriga-cientistas-na-italia

            Você já tinha ouvido falar em ave transsexual?  Então, ouça essa: o galo Gianni viveu a vida inteira como o procriador (e o despertador) de uma fazenda italiana na região da Toscana.

            Um dia, uma raposa invadiu o galinheiro e matou todas as galinhas, mas Gianni sobreviveu.

            Daí o aparentemente impossível aconteceu. Em poucos dias, Gianni começou a botar ovos.  A mudança de sexo tem intrigado cientistas, que estão estudando o DNA do galo.

            "Pode ser devido a um gene de sobrevivência da espécie. Uma vez que todas as fêmeas se foram, a única maneira de continuar a linhagem seria se tornar fêmea."

            Na verdade, macho e fêmea em um único corpo galináceo. Afinal, Gianni continua fecundando... e, agora, sendo fecundado.


            Fantástico e muito interessante  :)
              "For those of you who don´t know, a YAWP is a loud cry or yell." in Dead Poets Society.

              Notícias LGBT
              #3246

              Offline Diva

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              Os melhores beijos dos MTV Movie Awards
              08-06-2010 10:37
              Sandra Bullock e Scarlett Johansson roubaram a cena  


              Cerimónia dos MTV Movie Awards que se preze tem beijos. Até porque há uma categoria especial para homenagear o melhor beijo da temporada. Este ano, pode dizer-se que os vencedores dessa categoria desiludiram alguns fãs, mas também não era fácil superar Sandra Bullock e Scarlett Johansson, que deram o beijo mais badalado da noite.

              Sandra Bullock recebeu o prémio de carreira da MTV. E recebeu-o perante uma ovação e a plateia toda de pé. Scarlett Johansson fez parte do trio que lhe entregou o Generation Award. E, a meio da conversa, Bullock questionou a sua presença. O momento estava, claro, encenado, como acontece sempre com as cerimónias da MTV. Scarlett fez saber que gostava muito de beijar Bullock, ela concretizou e o momento ficará marcado como um dos mais falados desta edição dos prémios.

              ...

              http://starlounge.pt.msn.com/index.cfm?objectid=85633


              Sandra Bullock's 2nd HUGE appearance after the Jesse James incident (MTV Generation Award 2010)



              Mesmo que tenha sido encenado, foi interessante... :D
              « Última modificação: 8 de Junho de 2010 por Diva »
                Nós somos feitos do tecido de que são feitos os Sonhos

                Willian Shakespeare

                A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo como os seus animais são tratados.
                 Mahatma Gandhi

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                #3247

                monalisa

                • Visitante
                Study Shows Gays Thinner Than Heterosexuals; Lesbians Fatter

                ByLucas
                Published: June 8, 2010
                
                A new study published in the American Journal of Public Health is factualizing the long-held stereotype that gay men tend to have more svelte figures than heterosexual men (and that lesbians tend to be more overweight than their heterosexual counterparts).

                More than 67,000 Massachusetts residents were surveyed as part of the study, which found that between the ages of 18 and 64, 14 percent of gay men were obese, while 21 percent of straight men were; elsewhere, 26 percent of lesbians were found to be obese, as opposed to 17 percent of straight women.

                Kerith Conron, lead author of the study, hypothesized that cultural differences were in part explanatory of the findings, saying that it may be more acceptable in the lesbian community to be of a larger girth.

                Esther Rothblum, a professor of women’s studies at San Diego State University, reiterates this theory by pointing to a study that was done with bisexual women, which showed that in their experiences with men, they felt more pressure to be thin, while women tended to put more emphasis on things like intelligence, creativity, and a sense of humor. Thus, those in relationships with men–heterosexual men and gay women–are under more demand to stay thin.

                Research also found that gay men and lesbians were more likely to smoke than heterosexuals, and that lesbians were at a higher risk for heart disease than straight women.


                Fonte: http://www.maxtheboylion.com/2010/06/08/study-shows-gays-thinner-than-heterosexuals-lesbians-fatter/

                  Notícias LGBT
                  #3248

                  Offline SafeLight

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                  • Membro Vintage
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                  • Sinto-me ex aequo com o resto do mundo!
                    • SafeLight Vídeos
                  Entrevista do Deputado Miguel Vale D'almeida ao Diário Económico:

                  http://site.miguelvaledealmeida.net/wp-content/uploads/outlook-80-pagina-32-33-geral.pdf

                  Notícias LGBT
                  #3249

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                  Madonna ajuda a libertar casal gay!

                  Após a dentenção de dois homossexuais no estado do Malawi por estes se casarem, Madonna opôs-se à lei e fez um abaixo-assinado.

                  Os jornais comentaram tanto o empenho da cantora que os dois homens acabaram por ser libertados.

                  “Sempre acreditei que o amor conquista tudo”, é o que diz a Rainha da Pop.


                  http://www.hiper.fm/

                    Notícias LGBT
                    #3250

                    Offline timmy

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                      Notícias LGBT
                      #3251

                      Offline rede ex aequo

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                      11 de junho de 2010

                      Filhos de pais homossexuais mais felizes, o problema está nas escolas

                      Um estudo publicado pela Stonewall, uma associação inglesa de defesa dos direitos das pessoas LGBT, revelou que os filhos de casais homossexuais eram mais felizes e menos problemáticos do que os filhos de casais heterossexuais.

                      O estudo intitulado “Famílias Diferentes”, conduzido pela Universidade de Cambridge, foi baseado em entrevistas a mais de 80 crianças e jovens com idades compreendidas entre os 4 e os 27 anos de idade e cujos pais são homossexuais, lésbicas e bissexuais (http://www.stonewall.org.uk/documents/different_families_final_for_web.pdf).

                      Neste estudo foi revelado que as crianças têm orgulho dos pais e sentem que as suas famílias são especiais, no entanto, são discriminadas  na escola. As crianças queixaram-se que o abuso homofóbico não é tratado com a seriedade do abuso racial e os professores tendem a evitar abordar este assunto. Muitas crianças sentem-se confiantes para falar abertamente da sua família e declararam que depois de o fazerem o “bullying” acaba por diminuir. No entanto, de cada vez que mudam de escola ou de turma têm de explicar novamente tudo aos colegas.

                      Um estudo anterior também conduzido pela Stonewall concluiu que nove em dez professores do ensino secundário são testemunhas de bullying homofóbico mas poucos sabem como lidar com este problema. Segundo Ben Summerskill, o presidente da Stonewall, “aos olhos dos filhos de casais homossexuais, a sua família é muito semelhante às outras famílias. No entanto, são os preconceitos de terceiros que na maioria das vezes causa mais angústia. Este estudo é a prova adicional que temos de chamar a atenção para o problema da homofobia nas nossas escolas.”

                      O estudo recomendou que as escolas deveriam formar os professores para lidar com o problema do bullying homofóbico, evitar tomar como garantido que todas as crianças são oriundas de um modelo único de família bem como a combater assertivamente a linguagem homofóbica.

                      Este estudo surge na mesma semana em que nos Estados Unidos foram conhecidos os resultados de um outro que concluiu que as crianças educadas por lésbicas possuem um desenvolvimento psico-social igual ou melhor às das crianças educadas por casais heterossexuais.

                      Levado a cabo por professores das universidades da Califórnia e de Amsterdão o estudo norte-americano também analisou casos de lésbicas inseminadas artificialmente e pode ser consultado na Pediatrics, publicação oficial da Academia Americana de Pediatria.

                        Notícias LGBT
                        #3252

                        Elijah Keat

                        • Visitante
                        A notícia parece ser verdadeira, mas o título é assim um bocadinho exagerado, não é? Dá a entender que apenas os filhos de homossexuais são felizes e que por isso estes têm melhores capacidades de educar crianças. Ainda para mais um estudo levado a cabo por uma associação de defesa dos LGBT.

                        Acredito piamente que as crianças criadas por pais homossexuais possam ser tão ou mais felizes como as criadas pelos casais heterossexuais, mas convém dizer que isso vai depender dos pais e não da sua orientação sexual. Da mesma maneira que dizer que crianças criadas por homossexuais vão sofrer muito é errado, dar a ideia de que as criadas por homossexuais são melhores também é.

                        De resto, concordo com a notícia: ao passo que é politicamente incorrecto e altamente desaconselhado ser racista, a homofobia é posta de parte pelos professores e pelas escolas, o que resulta, na maior parte das vezes, da própria homofobia dos professores ou dos órgãos dirigentes das escolas.

                          Notícias LGBT
                          #3253

                          13

                          • Visitante
                          Uma pequena observação acerca de algo que pode não estar muito claro: ambos os estudos referidos nesta notícia foram realizados por equipas de investigadores (o primeiro por investigadores da Universidade de Cambridge, o segundo nas Universidades da Califórnia e de Amesterdão), não por uma associação LGBT ;)

                          A associação Stonewall apoiou e publicou o estudo, sim, pois está interessada em que se saiba o que acontece às crianças de casais do mesmo sexo. É possível que as associações LGBT não dessem grande visibilidade aos resultados destes estudos se eles fossem os opostos lol Mas a notícia é verdadeira e os estudos foram feitos por especialistas com autonomia e rigor científico, pelo menos até que outra pesquisa científica os conteste.

                          A pesquisa neste campo ainda é muito reduzida, e é importante que se faça, não só para sabermos como se passam as coisas na realidade, mas também para que o debate político seja fundamentado e remeta para situações concretas. Os estudos baseiam-se sempre num número limitado de famílias, portanto não se pode dizer que provem algo para o mundo inteiro. Dão pistas...

                            Notícias LGBT
                            #3254

                            Offline CineLorde

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                            Mais um exemplo de uma figura pública a fazer afirmaçôes homofóbicas e sair ileso por isso:

                            http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/deputados-nao-vieram-porque-nao-tenho-maricas

                              Notícias LGBT
                              #3255

                              Offline Pidgeot

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                              • Membro Sénior
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                              É verdade que todos temos direito à nossa opinião, mas o CM podia fazer o favor de não usar comentários destes como manchete.

                                Notícias LGBT
                                #3256

                                Offline Boreas

                                • *****
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                                • "Tu és rato!"
                                É uma frase forte... não sei se a intenção do jornal não será gerar indignação contra ele para receber mais umas tantas manchetes. Afinal, foi neste mesmo jornal que a discussão da música do Quim Barreiros ocorreu.
                                  Just live!!! WILL POWER HOPE COMPASSION LOVE

                                  Notícias LGBT
                                  #3257

                                  Elijah Keat

                                  • Visitante
                                  Uma pequena observação acerca de algo que pode não estar muito claro: ambos os estudos referidos nesta notícia foram realizados por equipas de investigadores (o primeiro por investigadores da Universidade de Cambridge, o segundo nas Universidades da Califórnia e de Amesterdão), não por uma associação LGBT ;)

                                  A associação Stonewall apoiou e publicou o estudo, sim, pois está interessada em que se saiba o que acontece às crianças de casais do mesmo sexo. É possível que as associações LGBT não dessem grande visibilidade aos resultados destes estudos se eles fossem os opostos lol Mas a notícia é verdadeira e os estudos foram feitos por especialistas com autonomia e rigor científico, pelo menos até que outra pesquisa científica os conteste.

                                  A pesquisa neste campo ainda é muito reduzida, e é importante que se faça, não só para sabermos como se passam as coisas na realidade, mas também para que o debate político seja fundamentado e remeta para situações concretas. Os estudos baseiam-se sempre num número limitado de famílias, portanto não se pode dizer que provem algo para o mundo inteiro. Dão pistas...

                                  Ah, ok. Fui eu que percebi mal então, as minhas desculpas  ;)

                                    Notícias LGBT
                                    #3258

                                    Offline TheCoffeeMaker

                                    • *
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                                    EAT DA POO POO

                                    Não sei bem se isto é noticia, mas não deixa de ser um video curioso.


                                    Isso é um excerto de um documentário de 40 e tal minutos sobre a criminalização da homossexualidade em Uganda.

                                    YouTube - Broadcast Yourself.


                                    É preciso fazer log in por ter cena chocantes, parece. Se o link não funcionar, procurem por "Missionaries of Hate: Vanguard".

                                    Acho que está bastante bem feito. E é uma situação muito, muito triste.

                                      Notícias LGBT
                                      #3259

                                      Offline Soul Survivor

                                      • *****
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                                      Não sei bem se isto é noticia, mas não deixa de ser um video curioso.


                                      Isso é um excerto de um documentário de 40 e tal minutos sobre a criminalização da homossexualidade em Uganda.

                                      YouTube - Broadcast Yourself.

                                      É preciso fazer log in por ter cena chocantes, parece. Se o link não funcionar, procurem por "Missionaries of Hate: Vanguard".

                                      Acho que está bastante bem feito. E é uma situação muito, muito triste.


                                      Vi este documentário há umas semanas e fiquei bastante chocado. Não conhecia a realidade e revolta-me a forma como aquele movimento é conduzido.

                                      Serei o único que ao ver isto fica com vontade de ir para o país contribuir para a sua evolução e educação?  :-X
                                        you only see what your eyes want to see

                                         

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