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Olá Visitante17.set.2019, 07:50:05

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Notícias LGBT
#3140

Offline _tiago_

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Senador anti-homossexual confessa: “sou gay

Publicado em 09 de Março de 2010

"Roy Ashburn tem 55 anos, é pai de quatro filhos e era até ao início desta semana assumidamente anti-gay. Agora o senador norte-americano na Califórnia, que se opôs durante 14 anos a medidas que dessem direitos aos homossexuais, assumiu a sua homossexualidade depois de ter sido apanhado a conduzir sob efeitos do álcool, saído de um bar gay. Em entrevista à KERN, o senador confessou: “Sou gay!”
Depois de tantos anos a votar contra alterações legislativas Roy Ashburn justificou que as suas acções não reflectiam o “conflito interno” em que vivia mas aquilo que os eleitores queriam que ele fizesse.
Ashburn já vetou este ano um dia para homenagear um activista pelos direitos gay, Harvey Milk e vetou ainda leis contra a discriminação e o reconhecimento do casamento homossexual que fosse celebrado fora do Estado da Califórnia.
As consequências da revelação já começaram a sentir-se, Ashburn já afirmou que não vai voltar a candidatar-se a nenhum cargo político."

http://www.ionline.pt/conteudo/50201-senador-anti-homossexuals-confessa-sou-gay

Eu n entendo como é k homossexuais fazem isto.., lutar contra os direitos dos homossexuais...



Lio eu ate que entendo  :-\.....aliás temos exemplos de politicos desses aqui em Portugal  ::)
É esperar que o preconceito se vá desvanescendo....só o facto deste senador admitir a sua homossexualidade já é um passo enorme  :)

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    #3141

    Offline ginKgo

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    • um ovo que se vai eclodindo até morrer...
    Casamento homossexual: primeira união da América Latina celebrada hoje


    "Lol Kin Castaneda e Judith Vazquez tornaram-se hoje, no México, as primeiras mulheres que puderam casar-se na América Latina, graças à legalização do casamento homossexual, aprovada em dezembro, na capital mexicana.

    A este casal seguiu-se outra dupla feminina e duas masculinas, que assinalaram o matrimónio numa cerimónia coletiva transmitida pela televisão.

    A Cidade do México, administrada pela esquerda, minoritária ao nível nacional, legalizou o casamento homossexual a 21 de dezembro, uma estreia na América Latina.

    Na Argentina, tinham já sido celebrados dois casamentos entre homens, mas em virtude de uma decisão da justiça e não da lei, que continua a determinar que o casamento é contraído "entre um homem e uma mulher".

    A mesma formulação existia na lei da capital mexicana mas o texto foi modificado por votação a 21 de dezembro para indicar que o matrimónio é uma união entre "duas pessoas".

    A decisão da Cidade do México foi atacada na justiça pelo ministério federal e por vários estados do país administrados pelo partido conservador do presidente Felipe Calderón. O Supremo Tribunal rejeitou vários dos seus recursos."

    in http://www.ionline.pt/conteudo/50695-casamento-homossexual-primeira-uniao-da-america-latina-celebrada-hoje

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      #3142

      mike J

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      Estava a ver informações na internet sobre a homossexualidade no mundo e não percebi porque é que em muitos paises do mundo as relações homossexuais entre os homens são ilegais e entre mulheres são legais. O que é que leva um pais a permitir o sexo entre duas mulheres e a proibir o sexo entre dois homens?  ??? ??? ??? ???

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        #3143

        Offline zigo

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        Estava a ver informações na internet sobre a homossexualidade no mundo e não percebi porque é que em muitos paises do mundo as relações homossexuais entre os homens são ilegais e entre mulheres são legais. O que é que leva um pais a permitir o sexo entre duas mulheres e a proibir o sexo entre dois homens?  ??? ??? ??? ???

        Já ouviste falar em sociedades machistas? Acho que deve ser esse o problema...é uma pena que assim seja...às vezes viver neste mundo enjoa-me >:(
          "Dream as if you´ll live forever, live as if you´ll die today" James Dean

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          #3144

          Agamemnon

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          Estava a ver informações na internet sobre a homossexualidade no mundo e não percebi porque é que em muitos paises do mundo as relações homossexuais entre os homens são ilegais e entre mulheres são legais. O que é que leva um pais a permitir o sexo entre duas mulheres e a proibir o sexo entre dois homens?  ??? ??? ??? ???

          Já ouviste falar em sociedades machistas? Acho que deve ser esse o problema...é uma pena que assim seja...às vezes viver neste mundo enjoa-me >:(

          Há também uma grande aversão à sodomia por outras razões não machistas.

          Oh quando te enjoar pensa que neste mundo há andorinhas e rapazes giros e simpáticos.  ;)

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            #3145

            Offline Lio

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            Fim da discriminação no sangue: será que é desta?       

            13-Mar-2010 

            "Na próxima quarta-feira, o Parlamento vai discutir um projecto de resolução do Bloco de Esquerda para acabar com a discriminação de homossexuais e bissexuais masculinos na doação de sangue. Na verdade, a situação que existe em Portugal é totalmente absurda. Os homossexuais ainda estão proibidos de dar sangue. A que propósito? Nenhum, a não ser o preconceito.

            Toda a gente sabe que o que é preciso fazer, no que à recolha de sangue diz respeito, é ter critérios fortes e rigorosos baseados em saber se o dador teve comportamentos de risco - por exemplo, se teve relações sexuais de forma desprotegida, entre tantos outros, e que permitam avaliar tudo o que salvaguarde que o sangue está em boas condições para ser recebido por quem precisa. Isso é válido para todas as pessoas e devem ser excluídas aquelas que, hetero ou homo ou o que seja, tenham tido comportamentos de risco.

            Acontece que em Portugal há uma norma que determina que o que os técnicos devem perguntar é, no caso dos homens, se a pessoa teve relações sexuais com alguém do mesmo sexo. Não interessa que tipo de relações, nem interessa se as pessoas se protegem. Interessa se tiveram um contacto homossexual ou não. Se tiveram, estão excluídas de dar sangue.

            Foi o Governo e o PS que, há uns meses, na passada legislatura, em que tinham maioria absoluta, chumbaram um projecto do Bloco para acabar com esta discriminação. Na altura invocaram argumentos sobre normas internacionais que não existem, argumentos que foram desmentidos pela própria comissária europeia responsável pela saúde. A Ministra decidiu, no Verão passado, que a discriminação era para continuar e manteve à frente do Instituto Português de Sangue um homem que chegou a dizer que os homossexuais quererem dar sangue era uma "provocação" e que só podiam ter como objectivo "introduzir um circuito de sangue contaminado em Portugal". Esta ignorância é um insulto à inteligência e à dignidade das pessoas, mas o senhor, de seu nome Gabriel Olim, manteve-se no cargo. Ainda lá está, aliás.

            Quarta-feira, o Parlamento vai voltar a discutir esta matéria. Esperemos que seja desta que há respeito pelas pessoas. Em Janeiro, tivemos uma discussão na Assembleia sobre casamento. Os deputados do PS e o próprio Governo fizeram discursos solenes sobre o combate à discriminação. José Sócrates disse mesmo que se envergonhava da forma como a sociedade tinha tratado gays e lésbicas.

            Na próxima quarta-feira, temos mais uma oportunidade de reparar essa humilhação, que persiste. Esperemos que ninguém perca essa oportunidade e que compareçam à chamada.

            José Soeiro "

            http://www.esquerda.net/content/view/15636/46/

             

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              #3146

              Offline zigo

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              «Casais gay têm tendência a violar crianças»
              Partido mexicano tenta de tudo para travar a adopção por parte dos homossexuais

              O Partido Revolucionário Institucional (PRI) mexicano quer proibir a adopção de crianças por parte de casais homossexuais porque alguns «têm a tendência» a violar os filhos adoptados, refere o El País.

              Foram estas as palavras de um deputado na Assembleia Legislativa do Distrito Federal, tendo assumido que o objectivo do PRI é travar a adopção, que, a partir deste mês, será legal na Cidade do México.

              Em Dezembro de 2009, esta Assembleia aprovou o casamento gay, mas, tal como acontece em Portugal, queria proibir expressamente a adopção na lei. No entanto, à última da hora, a adopção também se tornou legal, uma decisão que a direita já levou ao Supremo Tribunal.

              Fonte:
              http://www.tvi24.iol.pt/portal-iol/gays-homossexuais-adopcao-mexico-tvi24/1148175-5281.html
                "Dream as if you´ll live forever, live as if you´ll die today" James Dean

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                #3147

                Offline flash

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                é triste ver estas noticias...
                  The heart has reasons that reason does not understand.

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                  #3148

                  Offline zigo

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                  é triste ver estas noticias...
                  Mesmoooo :(
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                    #3149

                    Offline timmy

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                    Marcela y Elisa, casadas en 1901
                    http://www.elpais.com/articulo/portada/Marcela/Elisa/casadas/1901/elpepusoceps/20100314elpepspor_4/Tes



                    [Marcela y Elisa (vestida de hombre), en la foto de su boda- FOTOGRAFÍAS CEDIDAS POR LIBROS DEL SILENCIO]

                    Más de 2.000 mujeres lesbianas se han casado en España gracias a la ley de Zapatero de 2005. Pero este avance social tiene un sorprendente precedente: Marcela y Elisa se casaron en A Coruña en 1901. Por la Iglesia. Pero las descubrieron, la justicia las persiguió y la prensa se ensañó con ellas. Una valiente historia feminista recogida ahora en un libro.

                    Miren a la izquierda. Dos muchachas serias. Vestidas de negro. No es un entierro. La imagen parece triste, pero es una foto de boda. El triunfo personal de Elisa y Marcela. Se casaron en 1901. Por amor. Porque querían ser libres. Porque sí. La foto no cuenta los palos que les dio la vida. Comienza una historia real que parece novela.


                    –¡Ay, mamá! ¡Si vieses qué amiga más simpática y más buena tengo! Estoy encantada.

                    Un día, Marcela le soltó esto a su madre, y ya nunca se separaría de Elisa. La relación entre las dos chicas fue intensa desde el principio. Sentían la necesidad de estar juntas siempre. A toda costa. La madre de Marcela diría a un periodista: "Yo, que dominaba a mi esposo y que podría dominar a un regimiento con caballos y todo, no pude hacer nada bueno de ella". Marcela y Elisa se fueron a vivir juntas a Dumbría, un pueblecito coruñés a cuya escuela fue destinada la primera. Después de un tiempo, las dos muchachas fingieron pelearse. Era parte de una estrategia: Elisa dijo que no aguantaba más, que se iba; Marcela anunció que se casaría con Mario, un primo de su amiga, y se anticipó a los futuros comentarios:

                    –No he visto cosa más parecida a Elisa. Es de su misma estatura, tiene la misma voz e iguales maneras. ¡Hasta su mismo genio!

                    Elisa se fue un tiempo a A Coruña para transformarse en Mario: se cortó el pelo y empezó a usar trajes de chaqueta y a fumar. Para casarse, tenía que estar bautizado como hombre, así que se presentó ante un cura para convertirse al cristianismo. El cura ni lo miró bien: no dudó en ganar un creyente para la causa católica.

                    La boda se celebró el sábado 8 de junio en la iglesia coruñesa de San Jorge. A las siete y media de la mañana. Discreción. La pareja se hizo un retrato en el estudio del fotógrafo francés José Sellier. Como toda pareja feliz. Y al día siguiente volvieron a Dumbría en la típica diligencia de la época. Una señora que también iba dentro no se pudo reprimir:

                    –Si no es doña Elisa, es el diablo en su figura.

                    La mentira duró poco.

                    Así fue la primera boda homosexual en España de la que se tiene constancia, 104 años antes de que Zapatero promulgara la ley que permite los matrimonios entre personas del mismo sexo. A comienzos del siglo XX, dos maestras de escuela reventaron las conciencias santurronas y biempensantes de la época de la Restauración. A nadie le entraba en la cabeza.

                    Narciso de Gabriel, catedrático y decano de la Facultad de Ciencias de la Educación de la Universidad de A Coruña, ha investigado la historia en profundidad durante 15 años. La ha reconstruido. El resultado es el libro Elisa y Marcela. Más allá de los hombres, que se publicó en gallego hace unos años y ahora la editorial Libros del Silencio lo saca en castellano la próxima semana. De Gabriel ha rastreado periódicos antiguos (de donde se han extraído la mayoría de las palabras de los personajes para este reportaje), ficheros, registros y bibliotecas con polvo. Antes que él, el colectivo coruñés Milhomes reivindicó las figuras de estas dos mujeres como precursoras del feminismo y la lucha contra la discriminación sexual. Esta asociación incluso otorga el premio Elisa y Marcela a las iniciativas que luchan por los derechos de gays, lesbianas y transexuales. Y hace tiempo que piden una calle con sus nombres en A Coruña. Aún no lo han conseguido.

                    Y por cosas como ésta, las primeras esposas no son conocidas en España. Gonzalo Canedo, el editor de Libros del Silencio, no tenía ni idea de las dos valientes. Cuando leyó el volumen en gallego, no dudó en traducirlo. "Me sorprendió que todo esto sucediera en una ciudad de provincias como A Coruña. Sí me lo podría haber imaginado en Nueva York o Londres, pero no aquí". Tanto le inspiró la historia que el título inaugurará la colección A contracorriente, en la que Canedo pretende publicar textos narrativos, biográficos o ensayísticos sobre personas que se sentían libres y les cortaron las alas. Por sus ideales sexuales, religiosos o políticos. "Es una defensa de los que han sufrido las injusticias de una sociedad que arremete contra el que haga peligrar su concepto de normalidad", señala Canedo. Quiere que retumbe la voz de los silenciados.

                    Marcela y Elisa fueron pioneras. El 22 de julio de 2005 hubo codazos entre los cámaras de televisión, los fotógrafos y los periodistas en la boda de las primeras mujeres que se casaron por la ley de Zapatero. El acontecimiento tuvo lugar en los juzgados de Mollet del Vallès (Barcelona). Una española y una argentina. Sebastiana y Verónica. Pareja de hecho desde hacía años. Estrenaron la reforma del Código Civil. Eran las primeras mujeres que se unieron en matrimonio en España. Y ninguna se tuvo que travestir porque todo era legal.

                    En julio de 2010 se cumplen cinco años de la entrada en vigor de la ley. Desde 2005 y hasta junio del año pasado se han casado 2.121 mujeres en España (no están disponibles datos más actualizados). El caso de Elisa y Marcela toma nueva vigencia. Refleja la invisibilidad de las lesbianas durante siglos. Hasta que un gobierno las sacó al escaparate social. A ellas y a los gays. Elisa y Marcela se adelantaron a la pareja de Cataluña. También a ellas se les abalanzó la prensa. Pero de otra forma.

                    "Novios de contrabando" fue uno de los titulares más conocidos. O "Asunto ruidoso. Un matrimonio sin hombre". La prensa estaba tras las chicas coruñesas, pero también las autoridades. Las amadas se escaparon a Oporto. Pensaron que en otro país estarían a salvo. Pero la vida les dio un guantazo de los grandes: las arrestaron. Al día siguiente, todo Oporto conocía la historia de la boda de dos mujeres ante Dios. Entre tanto, Mario juraba que era hombre. Sólo quería justificar todo el embrollo. Pero dos médicos la reconocieron y concluyeron que su sexo era femenino. La obligaron a vestirse de mujer. Acababan tres meses de travestismo.

                    Un paréntesis. Quizá usted lo está pensando. Si ya vivían juntas y llevaban una vida de pareja, ¿por qué se empeñaron en casarse y asumir riesgos? Raquel Platero es hoy profesora de Secundaria en Madrid, una de las pocas investigadoras sobre el lesbianismo en España, y adelanta una respuesta: "Hacerse esa pregunta forma parte de un presentismo perverso. Hay que contextualizar las cosas del pasado en su momento. En la historia de las dos muchachas subyace todo un discurso sobre la masculinidad. Elisa se convierte en hombre porque eso refuerza la idea de persona controladora. Ahora nos puede parecer fatal, pero es comprensible porque venimos de una tradición muy machista". Además, recalca Platero, la boda no fue un acto de rebeldía, sino una continuación con los patrones de la época. Casarse en una iglesia significaba estar en sociedad. Ser normales.

                    Aun así, A Coruña, Madrid y Barcelona se llevaron las manos a la cabeza. Los periódicos se vendían como puñados de garbanzos. Algunos medios obviaron el caso y cuestionaron los detalles pornográficos de otros. Incluso la escritora Emilia Pardo Bazán, en La Ilustración Artística, se lamentaba: "¡Cuánto siento que sea tan escabrosa la inaudita novela que estos días se ha divulgado en la prensa!". Los periódicos luchaban por tener los detalles más suculentos. El semanario Nuevo Mundo, que incluía imágenes, vendió 19.000 ejemplares sólo en Madrid en dos días. De los periódicos madrileños, fue El Imparcial el que más espacio le dedicó a la historia, con titulares como "Un folletín en acción. Dos mujeres que se casan". El Heraldo de la Industria fue más allá: "España, país de locos".

                    El pueblo portugués se volcó con Elisa y Marcela. Las consideraban dos desgraciadas. El juez las dejó en libertad, por la presión popular, tras pasar 13 días en prisión. Las amadas continuaron viviendo en Oporto. La historia quedó disuelta en el recuerdo, pero el Día de Reyes de 1902 ocurrió algo que fue más que un tornado: Marcela tuvo una niña de no se sabe quién. El autor del libro sostiene la teoría de que fue otra estrategia: dar más credibilidad al matrimonio con Elisa y tener descendencia. Los periódicos, encantados, volvieron a ocuparse de ellas. Muchos textos eran caricaturas, como refleja este extracto: "Marcela ha tenido una niña de generación espontánea, como las lombrices". Elisa, con su pronto, se enfrentó a un periodista:

                    –¿Es cosa del otro mundo que nazca un niño o una niña? No hay nada más natural: ¡una mujer tiene un hijo! (…) ¡No somos dos criminales!

                    La desesperación. Y, aun así, siguieron adelante con su vida. Raquel Platero cree que existen más casos de lesbianas que nunca se escondieron a pesar de los tiempos opresivos. "Esta historia la conocemos porque hay fallos en el plan trazado", arguye. "No sabemos nada de las historias de éxito porque salieron bien". Platero no cree que ausencia de información significa inexistencia. Ella ha investigado sobre el lesbianismo en el franquismo. "Casi todos los libros dicen que fue inconcebible en esta época. Lo que era pecado, también era delito y enfermedad. Una tríada. La mujer era un ser infantil y tutelado. Pero empiezas a escarbar en la historia y ves que no es así".

                    No es así porque ha descubierto que, aunque la ley de vagos y maleantes era férrea, las mujeres lesbianas se las apañaban para sortear la represión. Estaban las mujeres que vendían aguardiente en el Retiro y mantenían relaciones sexuales entre ellas. Estaban las salas de matrimonios en las cárceles femeninas para aquellas que tenían pareja. Estaban las pandillas de lesbianas barcelonesas que quedaban para ir de cámping y se reconocían al preguntarse si eran libreras o del asunto. Y de todo esto poco se sabe. Platero se queja de que el lesbianismo prácticamente no se ha investigado en España.

                    Elisa y Marcela están esperando su final. Sigue así: cansadas de pasarlas canutas, decidieron partir a Buenos Aires, como miles de gallegos, en 1902. A ver si las dejaban en paz. Trabajaron un tiempo como criadas, pero no podían verse todo lo que deseaban. Había que hacer algo: Elisa se casó con un anciano al que no le quedaban muchos años de vida. La idea era no trabajar para poder estar más tiempo con Marcela y volver con ella cuando enviudara del viejo. Pero éste se enteró de todo. Y montó en cólera. Y las denunció. La prensa bonaerense apenas se ocupó del caso, quién sabe por qué. La pista de las enamoradas invencibles y libertarias se perdió de repente. No se sabe si fueron felices o se pasaron la vida huyendo.

                    Miren la foto del principio. Todo esto pasó recién abierto el siglo XX.

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                      #3150

                      Offline zigo

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                      Freitas do Amaral: "O casamento gay é inconstitucional"
                      Fez um parecer que Cavaco juntou ao pedido de fiscalização da lei ao Tribunal Constitucional. "É inconstitucional", explica ao i Freitas do Amaral

                      O casamento entre pessoas do mesmo sexo é inconstitucional, ponto final. Freitas do Amaral, antigo ministro dos Negócios Estrangeiros de António Guterres, não tem dúvidas e sustenta esta sua certeza num parecer jurídico que acompanha o requerimento de fiscalização preventiva enviado há uma semana por Cavaco Silva ao Tribunal Constitucional.

                      Em declarações ao i, o professor de Direito garante que é muito simples: "Temos uma Constituição muito programática, que diz tudo sobre tudo, da política agrícola à dinâmica industrial, e portanto também sobre casamento, família e filiação. Quem a fez assim agora paga a factura: o casamento entre pessoas do mesmo sexo é inconstitucional." Por esta razão, Diogo Freitas do Amaral diz que o Presidente da República fez "muito bem" em remeter a lei para o Tribunal Constitucional.

                      Na sua opinião, a solução para este imbróglio jurídico é chamar-lhe outra coisa, menos casamento. "A proposta do PSD [que defende o nome 'união civil'] seria a única forma de legalizar a equiparação da união homossexual ao casamento, à face da letra da actual Constituição." Ou seja, apenas uma revisão constitucional permitiria que a união entre pessoas do mesmo sexo fosse qualificada como casamento.

                      Freitas do Amaral diz não ter qualquer ideia sobre como poderá decidir o Tribunal Constitucional, que dispõe de 25 dias após o requerimento para se pronunciar, mas garante que neste caso não há margem para interpretações actualistas. Não se pode ir ao ponto de contrariar a intenção original da lei, neste caso da Constituição da República Portuguesa.

                      E são mais dois os grandes argumentos do jurista. Primeiro: na Constituição é dito que se "dá a todos os cidadãos o direito de constituir família e de contrair casamento", mas também que "os cônjuges têm iguais direitos e deveres quanto à manutenção e educação dos filhos". Conclui Freitas do Amaral: "Parece-me óbvio que o conceito de casamento que a Constituição tem aqui em vista não pode ser senão o heterossexual, porque se fosse também o homossexual os cônjuges não poderiam ter quaisquer deveres quanto aos filhos." Nem o argumento de que se pode estar a falar em filhos adoptados pode ser usado, já que, sublinha, de adopção só se fala num outro artigo da Constituição.

                      O segundo argumento: a Declaração Universal dos Direitos do Homem diz que o homem e a mulher têm o direito de casar e de constituir família, o que, na opinião de Freitas do Amaral, significa "que se tem em vista o casamento entre um homem e uma mulher". Quando se fala de família, acrescenta o professor, daquela que é o elemento natural e fundamental da sociedade, daquela que tem direito à protecção da sociedade e do Estado, fala-se da que resulta de um casamento heterossexual, "na medida em que só faz sentido considerar a família como um elemento natural e fundamental da sociedade porque se está a pensar na propagação da espécie".

                      O requerimento de Cavaco centra as reservas do Presidente apenas no casamento, pelos vistos o que lhe interessa para fundamentar a sua decisão sobre se veta ou não a lei. De fora fica o artigo mais polémico, o que impede a adopção de crianças "por pessoas casadas com cônjuge do mesmo sexo". Precisamente o que mais dúvidas levantou sobre a constitucionalidade nas semanas que se seguiram à aprovação da lei, em Janeiro. Segundo alguns constitucionalistas, a decisão de Cavaco foi estratégica. Ao pedir apenas a fiscalização das normas relacionadas com o casamento, Belém alivia a pressão das alas mais conservadoras: esclarece dúvidas sobre o casamento e não compromete os sectores contrários à adopção.

                      Fonte:
                      http://www.ionline.pt/conteudo/51785-freitas-do-amaral-o-casamento-gay-e-inconstitucional
                        "Dream as if you´ll live forever, live as if you´ll die today" James Dean

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                        #3151

                        Offline Nips

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                        Boas,

                        Ao ler esta notícia não podia deixar de pensar, temos memos que ser Portugueses para encontrar defeito em tudo. No entanto prestando mais atenção até consigo compreender as suas palavras e pontos de vista. Realmente sem a lei da adopção o ponto que refere que "Os cônjugues têm iguais direitos e deveres quanto à manutenção e educação dos filhos" não é respeitado, logo existe uma incostituicionalidade. Então eu pergunto-me, que tal alterarem a lei da adopção para evitar isso? Uma sugestão apenas...

                        Pelo andar da coisas, parece-me que todos os países europeus chegam lá antes de nós. Se a Espanha consegui-o porque é que nós não conseguimos? Será a sua constituição assim tão diferente da nossa? Enfim pormenores...sem jeito nenhum!

                        Penso que mais do que nunca a expressão "A galinha da vizinha é melhor que a minha" faz todo o sentido.

                          Notícias LGBT
                          #3152

                          Offline Diva

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                          Boas,

                          Ao ler esta notícia não podia deixar de pensar, temos memos que ser Portugueses para encontrar defeito em tudo. No entanto prestando mais atenção até consigo compreender as suas palavras e pontos de vista. Realmente sem a lei da adopção o ponto que refere que "Os cônjugues têm iguais direitos e deveres quanto à manutenção e educação dos filhos" não é respeitado, logo existe uma incostituicionalidade. Então eu pergunto-me, que tal alterarem a lei da adopção para evitar isso? Uma sugestão apenas...

                          Pelo andar da coisas, parece-me que todos os países europeus chegam lá antes de nós. Se a Espanha consegui-o porque é que nós não conseguimos? Será a sua constituição assim tão diferente da nossa? Enfim pormenores...sem jeito nenhum!

                          Penso que mais do que nunca a expressão "A galinha da vizinha é melhor que a minha" faz todo o sentido.

                          Mas pelo que já foi debatido aqui no fórum, o artigo que se pronuncia sobre a adopção nem está em questão, visto que esse artigo não foi referenciado pelo PR no envio ao TC.

                          Ou seja o nosso PR considerou que os outros artigos poderiam ser inconstitucionais (artigos sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo), mas considerou que o artigo que referia a adopção não era inconstitucional por esse motivo não o enviou ao TC. Assim sendo, parece que o TC não pode invocar este artigo.

                          Claro que é tudo um jogo politico, mas sem a minima coerência...
                            Nós somos feitos do tecido de que são feitos os Sonhos

                            Willian Shakespeare

                            A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo como os seus animais são tratados.
                             Mahatma Gandhi

                            Notícias LGBT
                            #3153

                            13

                            • Visitante
                            "Parece-me óbvio que o conceito de casamento que a Constituição tem aqui em vista não pode ser senão o heterossexual, porque se fosse também o homossexual os cônjuges não poderiam ter quaisquer deveres quanto aos filhos."

                            Estou chocado com estas palavras. São perversas. A adopção não está a ser incluída na proposta de lei precisamente porque (ainda) não se conseguiu levar a igualdade até ao fim, e esse facto triste é usado para negar a parte de igualdade que já se conseguiu aprovar no parlamento.

                            Quando é que os juristas percebem que a interpretação da Constituição não é apenas um exercício de lógica? Que estamos a falar de pessoas e que qualquer posição a este respeito tem que ter em conta o que significam estas palavras na vivência concreta das pessoas, dos cidadãos, em nome dos quais a constituição alegadamente existe? ??? Heterossexualidade, homossexualidade, família, conjugalidade, o que são estas coisas? Eu convidava estes senhores juristas a ir passar um dia com um casal do mesmo sexo que tem crianças. Ou, se isto lhes fizer muita impressão, pelo menos que leiam qualquer coisa sobre o assunto. Talvez assim comecem a dizer coisas com sentido.

                            O partido que ganhou as eleições incluiu esta proposta no seu programa. A maioria da Assembleia da República aprovou-a. Ela vem corrigir a situação de injustiça que existe e contribuir para acabar com o sofrimento de muitas pessoas, sem tirar absolutamente nenhum direito a qualquer cidadão heterossexual ou homossexual.

                            Rejeitá-la com base numa Constituição que proíbe especificamente a discriminação com base na orientação sexual (artigo 13) e defende o direito à família (artigo 36) é uma monstruosidade.

                              Notícias LGBT
                              #3154

                              Offline daemon

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                              • Membro Sénior
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                              Estes argumentos não tem pés nem cabeça...

                              Então e os que se casam e já têm filhos de outras relações, o novo conjugue tem os mesmos direitos e deveres sobre filhos que não são comuns? Não, como é lógico. E é este motivo suficiente para impedir duas pessoas de se casarem? NAO

                              A DUDH diz "Men and Women" e não "Man and Woman" portanto "Homens e Mulheres" e não "Homem e Mulher". E que se saiba, o documento na versão original é que tem o maior valor. Além do mais o TEDH já emitiu jurisprudência favorável ao casamento entre PMS.

                              Estes dois argumentos do Sr Prof DFA roçam a desonestidade intelectual.
                                कर्म Toda a acção provoca uma reacção equivalente no sentido inverso

                                Notícias LGBT
                                #3155

                                Offline corema

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                                • Membro Elite
                                • Género: Feminino
                                Discussão sobre o fim da política Don’t Ask, Don’t Tell
                                EUA: General diz que presença de gays no Exército ajuda a explicar Srebrenica

                                O primeiro-ministro holandês, Jan Peter Balkenende, descreveu hoje como “vergonhosas” as declarações de um general norte-americano que relacionou o massacre de Srebrenica com a presença de homossexuais no contingente holandês.

                                Em Julho de 1995, durante a guerra da Bósnia, as forças sérvias bósnias surpreenderam e dominaram as forças holandesas da missão da NATO que estavam mobilizadas naquele enclave: mais de 7000 homens e rapazes muçulmanos foram mortos. Foi o maior assassínio em massa na Europa desde a Segunda Guerra e traumatizou os holandeses, para os quais o tema continua a ser sensível.

                                Numa audiência no Congresso sobre o fim nos EUA da política Dont’t Ask, Don’t Tell (de acordo com a qual os homossexuais poderiam ser militares se não revelassem a sua orientação sexual), o general John Sheehan, antigo comandante supremo da NATO, defendeu que houve um esforço dos europeus para “integrar” as suas forças militares, permitindo, por exemplo, que nelas servissem homossexuais. Isso, sustentou, “conduziu a uma força mal preparada para a guerra”. E continuou: “O caso a que me refiro é aquele em que os holandeses foram chamados a defender Srebrenica contra os sérvios. O batalhão estava sob pressão, tinha uma liderança pobre, e os sérvios chegaram, amarraram os soldados aos postes de telefone, marcharam até aos muçulmanos e executaram-nos”.

                                Depois destas primeiras declarações do general, o presidente do comité das Forças Armadas do Senado, Carl Levin, perguntou-lhe: “Mas os líderes holandeses disseram-lhe que isso aconteceu porque havia ali soldados gays?” “Sim, disseram. Incluíram isso como parte do problema”, respondeu Sheehan.

                                “As declarações são um ultraje, são erradas e para lá de desprezíveis”, afirmou o primeiro-ministro Balkenende. O Ministério da Defesa holandês já tinha descrito as palavras de Sheehan como “absolutamente sem sentido” e afirmou que os soldados homossexuais holandeses cooperam frequentemente com o Exército dos EUA e com a Aliança Atlântica em missões no Afeganistão. Para o chefe da diplomacia, Maxime Verhagen, relacionar Srebrenica com a existência de soldados homossexuais “é a opinião privada bizarra de alguém sem funções públicas”.

                                Os sindicatos militares também reagiram, assim como os grupos de militares gays.

                                Na Holanda, o massacre de Srebrenica levou à abertura de uma investigação que se prolongou por seis anos e terminou em 2002 com a queda do Governo.

                                http://www.publico.clix.pt/Mundo/eua-general-diz-que-presenca-de-gays-no-exercito-ajuda-a-explicar-srebrenica_1428456

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                                  #3156

                                  Offline Blackdi

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                                  Discussão sobre o fim da política Don’t Ask, Don’t Tell
                                  EUA: General diz que presença de gays no Exército ajuda a explicar Srebrenica

                                  O primeiro-ministro holandês, Jan Peter Balkenende, descreveu hoje como “vergonhosas” as declarações de um general norte-americano que relacionou o massacre de Srebrenica com a presença de homossexuais no contingente holandês.

                                  Em Julho de 1995, durante a guerra da Bósnia, as forças sérvias bósnias surpreenderam e dominaram as forças holandesas da missão da NATO que estavam mobilizadas naquele enclave: mais de 7000 homens e rapazes muçulmanos foram mortos. Foi o maior assassínio em massa na Europa desde a Segunda Guerra e traumatizou os holandeses, para os quais o tema continua a ser sensível.

                                  Numa audiência no Congresso sobre o fim nos EUA da política Dont’t Ask, Don’t Tell (de acordo com a qual os homossexuais poderiam ser militares se não revelassem a sua orientação sexual), o general John Sheehan, antigo comandante supremo da NATO, defendeu que houve um esforço dos europeus para “integrar” as suas forças militares, permitindo, por exemplo, que nelas servissem homossexuais. Isso, sustentou, “conduziu a uma força mal preparada para a guerra”. E continuou: “O caso a que me refiro é aquele em que os holandeses foram chamados a defender Srebrenica contra os sérvios. O batalhão estava sob pressão, tinha uma liderança pobre, e os sérvios chegaram, amarraram os soldados aos postes de telefone, marcharam até aos muçulmanos e executaram-nos”.

                                  Depois destas primeiras declarações do general, o presidente do comité das Forças Armadas do Senado, Carl Levin, perguntou-lhe: “Mas os líderes holandeses disseram-lhe que isso aconteceu porque havia ali soldados gays?” “Sim, disseram. Incluíram isso como parte do problema”, respondeu Sheehan.

                                  “As declarações são um ultraje, são erradas e para lá de desprezíveis”, afirmou o primeiro-ministro Balkenende. O Ministério da Defesa holandês já tinha descrito as palavras de Sheehan como “absolutamente sem sentido” e afirmou que os soldados homossexuais holandeses cooperam frequentemente com o Exército dos EUA e com a Aliança Atlântica em missões no Afeganistão. Para o chefe da diplomacia, Maxime Verhagen, relacionar Srebrenica com a existência de soldados homossexuais “é a opinião privada bizarra de alguém sem funções públicas”.

                                  Os sindicatos militares também reagiram, assim como os grupos de militares gays.

                                  Na Holanda, o massacre de Srebrenica levou à abertura de uma investigação que se prolongou por seis anos e terminou em 2002 com a queda do Governo.

                                  http://www.publico.clix.pt/Mundo/eua-general-diz-que-presenca-de-gays-no-exercito-ajuda-a-explicar-srebrenica_1428456


                                  Como é que homossexualidade e competência estão relacionados? Alguém me explica? Aliás, esse general é que devia explicar!

                                  Notícias LGBT
                                  #3157

                                  Offline Nips

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                                  Tais comentários só se explicam com a incompetencia e falta de civismo do general Jonh Sheehan  :-\

                                  Responder
                                  “As declarações são um ultraje, são erradas e para lá de desprezíveis”, afirmou o primeiro-ministro Balkenende. O Ministério da Defesa holandês já tinha descrito as palavras de Sheehan como “absolutamente sem sentido” e afirmou que os soldados homossexuais holandeses cooperam frequentemente com o Exército dos EUA e com a Aliança Atlântica em missões no Afeganistão. Para o chefe da diplomacia, Maxime Verhagen, relacionar Srebrenica com a existência de soldados homossexuais “é a opinião privada bizarra de alguém sem funções públicas”.

                                  Mas agora que os soldados Holandeses estão a ajudar os EUA nas suas missões "pacificadoras", ninguem tem nada a dizer...Tudo um conjunto de conviniencias.

                                    Notícias LGBT
                                    #3158

                                    Offline SafeLight

                                    • *****
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                                    • Sinto-me ex aequo com o resto do mundo!
                                      • SafeLight Vídeos
                                    Não é bem uma notícia, mas do meu ponto de vista devia ser considerado como tal.

                                    A Associação AMPLOS (Mães & Pais de LGBT) este pela primeira vez na TV


                                    AMPLOS @ Tardes da Júlia (TVI, 23 de Março 2010)

                                    TARDES DA JÚLIA: AMPLOS - MÃES & PAIS P'LA LIBERDADE D'ORIENTAÇÃO SEXUAL

                                    Notícias LGBT
                                    #3159

                                    Offline Back Room

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                                    O caso do Calado é chocante. Foi uma vergonha.
                                      "I started being proud of being gay, even though I wasn't." Kurt Cobain.

                                      "Quelle est votre plus grand ambition dans la vie? Devenir immortel... et puis... mourir." À Bout de Souffle, Godard.

                                      "One of the great tragedies of mankind is that morality has been hijacked by religion." Arthur C. Clark

                                       

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