rede ex aequo

Olá Visitante28.mai.2020, 01:12:11

Sondagem

GAY ARMY: que efeito terá este programa junto da sociedade perante a comunidade Gay?

Positivo - diminuindo o preconceito
Negativo - aumentando o preconceito
Só depois de começar o programa é que se sabe
Ninguém o vai ver

Autor Tópico: Homossexualidade nas Forças Armadas  (Lida 29526 vezes)

 
Notícias LGBT
#20

Offline Evil Lyn

  • ***
  • Membro Total
  • Género: Feminino
EUA: Obama promete pôr termo à política militar de «não perguntar, não dizer» para homossexuais
11 de Outubro de 2009, 03:38
Washington, 11 Out (Lusa)

O Presidente Barack Obama prometeu no sábado pôr termo à política militar de "não perguntar, não dizer" em relação aos homossexuais que queiram ingressar ou manter-se nas fileiras.

Segundo esta orientação, os homossexuais só conseguem ingressar ou manter-se nas forças armadas se não lhes for perguntado e/ou não tomarem a iniciativa de revelar a sua orientação sexual, uma vez que, até agora, se for conhecida a opção 'gay', serão expulsos.

Obama disse que os Estados Unidos não podem dar-se ao luxo de eliminar das fileiras pessoas com as capacidades exigíveis para o combate, apenas por causa da sua orientação sexual.

http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/10221560.html

    Notícias LGBT
    #21

    Alpha

    • Visitante
    O Presidente Barack Obama prometeu no sábado pôr termo à política militar de "não perguntar, não dizer" em relação aos homossexuais que queiram ingressar ou manter-se nas fileiras.


    President Obama speaks at the annual HRC Dinner, Part 1


    President Obama speaks at the annual HRC Dinner, Part 2


    President Obama speaks at the annual HRC Dinner, Part 3
    « Última modificação: 11 de Outubro de 2009 por Alpha »

      Notícias LGBT
      #22

      Offline Luis19

      • ***
      • Membro Total
      • Género: Masculino
      Acabar com política "não perguntar, não contar".

      Obama não quer restrições a 'gays’ no Exército.


      O presidente norte-americano Barack Obama disse neste sábado que quer acabar com as restrições impostas a homossexuais no Exército.

      Obama prometeu acabar com a política militar “não perguntar, não contar” e explicou que os Estados Unidos não podem rejeitar pessoas para o combate em função da sua orientação sexual.
      De acordo com a norma, os homossexuais só podem ingressar nas forças armadas se não lhes for perguntado ou não tomarem a iniciativa de revelar a orientação.
      O presidente estará já a trabalhar com o Pentágono, a Casa Branca e os líderes do Senado para põr termo à questão.


      in, http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=30D62BA4-EA8B-4D51-AFC7-2CE7C64F6544

        Notícias LGBT
        #23

        Offline Moss Deb

        • *****
        • Associad@ Honorári@
        • Membro Elite
        • Género: Masculino
        Obama promete acabar com restrições aos homossexuais no Exército
        11.10.2009 - 11h31 Francisca Gorjão Henriques in Público

        "Na véspera de uma marcha dos direitos gay, marcada para hoje em Washington, o Presidente norte-americano renovou a promessa de que irá acabar com as restrições à presença de homossexuais no Exército, a chamada política “não pergunte, não conte”. Faltou-lhe avançar com um calendário, acusam alguns críticos.


        “Vou acabar com o ‘não pergunte, não conte’. É este o meu compromisso perante vocês”, disse Barack Obama num jantar organizado pela Human Rights Campaign, um grupo de defesa dos direitos dos homossexuais. A política, que impede a presença de homossexuais entre os militares se a sua orientação for conhecida foi herdada do Presidente democrata Bill Clinton.

        Segundo o “New York Times”, Obama afirmou que está a trabalhar com o Pentágono, a Casa Branca e líderes do Senado para colocar um ponto final nesta questão. Mas muitos activistas, que participaram na campanha para a sua eleição, não escondem a sua frustração pela demora com que as promessas estão a passar à prática. Entre estas está a garantia de que irá acabar com a Defense Marriage Act, que impede que o Governo Federal possa obrigar os estados a reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

        O Presidente reconheceu que estas questões têm demorado mais tempo a resolver “do que vocês gostariam”; mas garantiu que “não foram postas de parte”. Apenas foram subjugadas à urgência em avançar primeiro com a reforma do sistema de saúde e com medidas de combate à crise económica.

        “Não duvidem da direcção que estamos a tomar e do destino que alcançaremos”, lançou, citado pela Reuters. “A minha expectativa é que quando olharmos para estes anos, veremos o momento em que pusemos um ponto final à discriminação contra os gays e lésbicas, quer no escritório, quer no campo de batalha”. E adiantou que irá chegar o dia em que “nós, como nação, finalmente reconheceremos que as relações entre dois homens ou duas mulheres são tão reais e dignas de admiração como as relações entre um homem e uma mulher” e que “ninguém na América terá que ter medo de ser gay”, cita por seu lado o “NYT”.

        Bil Browning, que tem um blog chamado Bilerico Projecto, sobre activismo dos direitos dos homossexuais, comentou ao diário que logo depois do discurso do Presidente recebeu vários comentários críticos de pessoas que diziam não estar a ouvir nada de novo. Dentro da sala, Raj Malthotra, de 29 anos, afirmou ao jornal: “Ele está a fazer tempo até precisar dos nossos votos novamente”."

        http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1404601&idCanal=11

          Notícias LGBT
          #24

          Offline timmy

          • *****
          • Membro Vintage
          • Género: Masculino
          Agora a versão do Público :)



          Obama promete acabar com restrições aos homossexuais no Exército




          Na véspera de uma marcha dos direitos gay, marcada para hoje em Washington, o Presidente norte-americano renovou a promessa de que irá acabar com as restrições à presença de homossexuais no Exército, a chamada política “não pergunte, não conte”. Faltou-lhe avançar com um calendário, acusam alguns críticos.

          “Vou acabar com o ‘não pergunte, não conte’. É este o meu compromisso perante vocês”, disse Barack Obama num jantar organizado pela Human Rights Campaign, um grupo de defesa dos direitos dos homossexuais. A política, que impede a presença de homossexuais entre os militares se a sua orientação for conhecida foi herdada do Presidente democrata Bill Clinton.

          Segundo o “New York Times”, Obama afirmou que está a trabalhar com o Pentágono, a Casa Branca e líderes do Senado para colocar um ponto final nesta questão. Mas muitos activistas, que participaram na campanha para a sua eleição, não escondem a sua frustração pela demora com que as promessas estão a passar à prática. Entre estas está a garantia de que irá acabar com a Defense Marriage Act, que impede que o Governo Federal possa obrigar os estados a reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

          O Presidente reconheceu que estas questões têm demorado mais tempo a resolver “do que vocês gostariam”; mas garantiu que “não foram postas de parte”. Apenas foram subjugadas à urgência em avançar primeiro com a reforma do sistema de saúde e com medidas de combate à crise económica.

          “Não duvidem da direcção que estamos a tomar e do destino que alcançaremos”, lançou, citado pela Reuters. “A minha expectativa é que quando olharmos para estes anos, veremos o momento em que pusemos um ponto final à discriminação contra os gays e lésbicas, quer no escritório, quer no campo de batalha”. E adiantou que irá chegar o dia em que “nós, como nação, finalmente reconheceremos que as relações entre dois homens ou duas mulheres são tão reais e dignas de admiração como as relações entre um homem e uma mulher” e que “ninguém na América terá que ter medo de ser gay”, cita por seu lado o “NYT”.

          Bil Browning, que tem um blog chamado Bilerico Projecto, sobre activismo dos direitos dos homossexuais, comentou ao diário que logo depois do discurso do Presidente recebeu vários comentários críticos de pessoas que diziam não estar a ouvir nada de novo. Dentro da sala, Raj Malthotra, de 29 anos, afirmou ao jornal: “Ele está a fazer tempo até precisar dos nossos votos novamente”.

            Notícias LGBT
            #25

            Offline SafeLight

            • *****
            • Membro Vintage
            • Género: Masculino
            • Sinto-me ex aequo com o resto do mundo!
              • SafeLight Vídeos
             lol Que giro, ainda não tinha visto tradução para "don't ask, don't tell"

            Se eu fosse jornalista traduziria: "Não Perguntam, Não Reveles"

            Homossexualidade nas Forças Armadas
            #26

            Fetch!

            • Visitante
            Do outro lado do Atlântico e agora que a política "Don't Ask, Don't Tell" parece ter os dias contados;

            O programa 60 minutes passou uma reportagem sobre o uso desta política e muita da hipocrisia e cinismo inerentes. Felizmente, reportagens destas parecem estar agora condenadas a tornarem-se arquivos históricos;

            60 Minutes "Don't Ask Don't Tell" (1)



            60 Minutes "Don't Ask Don't Tell" (2)

            « Última modificação: 27 de Setembro de 2010 por Fetch! »

              Homossexualidade nas Forças Armadas
              #27

              Fetch!

              • Visitante
              Guerra Colonial: Sim, havia maior liberdade sexual, mas um oficial matou-se na parada
              17.07.2009 - 23:35 Por São José Almeida

              Centenas de militares foram interrogados e castigados durante a Guerra Colonial por práticas homossexuais. O processo foi destruído. Falava de actividades de risco para a segurança do Estado.

              O seu número é o 1/808/71. Foi um processo de averiguações aberto em Moçambique no Quartel de Nampula, pela Polícia Militar. As investigações decorreram entre Janeiro de 1971 e Dezembro de 1973. Mas, segundo as informações prestadas à Pública pelo Arquivo Geral do Exército, em Lisboa, o processo ficou em Moçambique após a descolonização.

              Oficialmente, a investigação foi sobre a existência de actividades subversivas e risco para a segurança do Estado e envolveu centenas de militares, expandindo-se a outras frentes da Guerra Colonial, como Angola. Mas a subversão em causa não era política. Era, sim, a acusação de práticas homossexuais.

              O processo começou em Janeiro de 1971 quando, após uma noite de sexo, dois soldados chamaram a Polícia Militar ao quarto onde tinham dormido com outros dois homens, acusando-os de roubo. Na casa foram encontradas fotografias de festas homossexuais envolvendo soldados. As rusgas alastraram, os interrogatórios também e por fim o escândalo instalou-se oficialmente. A palavra "homossexualidade" ou equivalente não terá ficado escrita. Mas houve vítimas de inquéritos e interrogatórios sem regras, vítimas de castigos e detenções, vítimas enviadas para a frente de guerra compulsivamente, famílias com posses que envolveram advogados para ilibar a vergonha e o apelido. E até houve o suicídio de um oficial em plena parada.

              Mas, com o desaparecimento do processo, nada se poderá provar sobre o que ficou nos autos. O assunto, contudo, está parcialmente abordado sob a forma de ficção no terceiro conto Pesadelo, da obra Persona de Eduardo Pitta (Ed. Angelus Novus, 2000).

              "Era a loucura máxima"

              O major na reserva Mário Tomé, antigo ajudante de campo do general Kaúlza de Arriaga, enquanto este foi comandante em chefe de Moçambique, e que esteve naquelas funções entre Setembro de 1972 e Julho 1973, disse à Pública que não se lembra deste processo, mas admite a sua existência e que "tenha sido comentado entre os oficiais". Tomé considera que "o processo é uma situação anómala" e que "o Guira [então chefe da Polícia Militar de Nampula] sempre foi um disparatado", pelo que essa investigação "é uma violência".

              Mário Tomé diz que, embora proibida no Regulamento de Disciplina Militar (RDM) - e foi-o até 1999 -, a homossexualidade era normal.

              "Havia oficiais do quadro que eram homossexuais e isso era sabido." O mesmo oficial diz que "havia casos que podiam pôr em causa a disciplina da unidade e a moral das tropas", mas sublinha que era normal tal situação. Tomé adianta mesmo que nas companhias que comandou teve soldados homossexuais que "eram protegidos e havia festas onde homens dançavam com homens e alguns vestiam-se de mulher". E conclui que, "desde que não exagerassem na exteriorização e não houvesse queixas, não havia problemas".

              Generalizando, Mário Tomé defende que "é normal em ambiente de caserna que a homossexualidade frustrada ou reprimida se liberte", e explica que um "ambiente confinado e fechado acaba por a potenciar: "Na altura, a homossexualidade era uma coisa aceite nas elites, mas socialmente condenada, mas na tropa era menos condenada. Era estranha, mas não limitava os militares." Essa normalidade foi retratada com dramaticidade por Joaquim Leitão no filme 20,13.

              Já o artista plástico Óscar Alves corrobora que em África "era a loucura máxima" e que "havia grande nível de homossexualidade na tropa".

              O antigo corredor de automóveis Nicha Cabral diz que quando foi correr a primeira vez a Angola, em 1961, percebeu que "muitos militares faziam-no por dinheiro ou porque queriam e falavam disso".

              Falando da sua experiência pessoal, o cronista social Carlos Castro conta que, na companhia 515, onde esteve em Angola, "com Ernesto Melo Antunes", sempre foi "protegido por este do assédio de outros" militares. "Na tropa nunca senti a mão da discriminação", recorda, acrescentando que foi "nos quartéis que surgiram os fenómenos de transformismo, a Belle Dominique e a Guida Scarlatty".

              Esta situação não é específica da Guerra Colonial portuguesa. Octávio Gameiro, autor da tese de mestrado Do Acto à Identidade: Orientação Sexual e Estruturação Social, lembra: "O movimento gay começa nos Estados Unidos com a desmobilização da Coreia, as tropas vêm para a zona da cidade portuária de São Francisco e não voltam a casa. A guerra é a situação limite, de excepção, muita coisa é posta entre parêntesis e as relações de solidariedade vão conduzindo a opções de vida." Nicha Cabral, por seu lado, explica que, pelo que viu, muitos dos que tinham relações homossexuais em Angola não eram homossexuais: "Havia muita homossexualidade por necessidade de ternura, de carinho, de conviver com gente civilizada." Assim, havia soldados que viviam relações homossexuais e depois voltavam, casavam e tinham filhos. Outros assumiram relações homossexuais que perduram até hoje. O especialista em História da homossexualidade e professor universitário António Fernando Cascais sublinha que "na Guerra Colonial eram privilegiadas as relações entre homens mais ou menos abertas".

              E frisa que "ali nasceu a consciência de homens se relacionarem uns com os outros". Cascais concretiza que no Lobito e em Luanda havia um prenúncio do que vieram a ser "as comunidades gay".

              Lesbianismo mais assumido

              Mas em África a homossexualidade não era só permitida nos quartéis, era-o também entre as elites. Luanda, por exemplo, para onde Carlos Castro - que vivia em Moçamedes - foi aos 15 anos, era nos anos 60 uma cidade onde "se viam militares que chegavam, homossexuais assumidíssimos", em locais de engate como "a Grande Avenida e a estação dos autocarros, a Mutamba".

              E garante que havia "encontros em casas particulares" e que "ninguém era preso".

              Também entre as mulheres o lesbianismo era assumido, em várias cidades angolanas no final dos anos 60 e início dos 70. De acordo com as informações recolhidos junto de lésbicas que aí viveram mas pediram anonimato, em Sá da Bandeira (hoje Lobango) havia um grupo de lésbicas que "andava" à vontade e que incluía homens. Eram filhas das famílias de elite e iam à praia de Moçamedes.

              Em Luanda era igual. As mulheres juntavam-se numa casa onde havia festas ao fim-de-semana, no Bairro de Alvalade, o da elite, e frequentavam bares, cabarés e restaurantes à noite, lugares hetero mas onde as mulheres podiam trocar carícias e beijar-se. A liberdade era tal que, já depois do 25 de Abril de 1974 e antes da Independência de Angola, em Luanda houve duas mulheres que casaram civilmente na presença de um notário, embora - como ainda hoje - sem valor legal.

              Em Moçambique, a homossexualidade era menos visível, mas era permitida nas elites, frisa o escritor Eduardo Pitta, natural de Lourenço Marques (hoje Maputo). "Havia festas só com homossexuais na Catembe, na casa do responsável pela rádio bilingue português e inglês, mas também havia festas com homossexuais, por exemplo em casa da Edith Arvelos, que vivia com a cantora italiana Wanda del Ré", relata Eduardo Pitta.

              Os locais de engate em Lourenço Marques para homens eram o Café Scala e os cabarés da Rua Araújo, igualmente frequentados por lésbicas que se encontravam também em casas particulares, na boîte do Hotel Girassol e no Hotel Polana, conta Sónia Lavinas, reformada a viver em Belo Horizonte e que era filha das elites de Lourenço Marques - o pai era professor e a mãe secretária da mulher do governador, Baltasar Rebelo de Sousa.

              Já na Beira, conta Marita Ferreira, co-fundadora da Ilga e autora do blogue Tangas Lésbicas, "era difícil, para as mulheres, que ficavam classificadas". As noites quer de mulheres quer de homens eram passadas na boîte Moulin Rouge e "os homens tinham uma zona à beira-mar, mas expunham-se mais e havia espancamentos". Marita Ferreira recorda: "Para mim, era fácil, porque era filha de administrador, mas tive amigos presos e ameaçados pela polícia. Como 'não havia' homossexualidade, havia impunidade na perseguição."

              Texto originalmente publicado na revista Pública de 12.07.2009

              http://www.publico.clix.pt/Sociedade/guerra-colonial-sim-havia-maior-liberdade-sexual-mas-um-oficial-matouse-na-parada_1392263

                Homossexualidade nas Forças Armadas
                #28

                Offline Gui303

                • ***
                • Membro Total
                • Género: Masculino
                Programa de Luciana Gimenez termina com prisão de sargento gay pelo Exército

                O programa "SuperPop", apresentado por Luciana Gimenez na noite de ontem (dia 3), terminou em prisão. A atração entrevistou os sargentos do Exército Fernando de Alcântara de Figueiredo e Laci Marinho de Araújo, que assumiram relacionamento homossexual em reportagem de capa da revista "Época" desta semana.

                Na atração, os dois sargentos repetiram, ao vivo, a história contada na revista: que vivem juntos, em união estável, desde 1997. O programa terminou com o prédio da Rede TV! cercado pela Polícia do Exército, que chegou ao local por volta das 23h30. A chegada do carro militar foi mostrada ao vivo no programa.

                Um dos sargentos, de Araújo, é considerado desertor das Forças Armadas e tinha mandado de prisão expedido pela Justiça Militar desde o dia 21 de maio, segundo "Época". Ele foi preso ao sair da emissora, por volta das 4h de hoje. Houve negociação com a presença de representantes do Condep (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana).

                A presença do Exército na porta da Rede TV! --em Barueri, na Grande São Paulo-- foi informada a Luciana Gimenez por uma produtora, que cochichou no seu ouvido a informação. Ao vivo, a apresentadora afirmou estar assustada com aquilo tudo: "Em sete anos de 'SuperPop' é a primeira vez que passo por uma situação desta", disse.

                O sargento de Araújo se desesperou, ao saber que o Exército iria prendê-lo. "Eu vim em rede nacional para resguardar a minha vida. Porque a televisão atinge mais pessoas do que a revista. Se eu for preso eu vou morrer, será queima de arquivo", declarou o militar, exaltado.

                Luciana respondeu: "O que eu posso fazer? Você veio aqui por livre e espontânea vontade", falou. A apresentadora se despediu do público, mas ainda era possível ler os lábios do sargento de Araújo, que balbuciava: "Eu não vou me entregar". Seu companheiro, sargento Alcântara, aparentava mais calma.

                Como está doente [a doença não foi revelada pelo militar] e faz uso de remédios controlados, após ser preso, Araújo foi levado para o IML, onde fez exame de corpo de delito e, depois, para o Hospital Militar, no Cambuci, região central de São Paulo.

                A Folha Online falou com a Rede TV!, que não vai comentar o assunto. A assessoria do Exército informou que enviará nota oficial sobre o caso nas próximas horas.

                http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u408624.shtml




                Não compreendi. Foi preso por ser gay?!! Esta notícia é do Brasil?

                  Homossexualidade nas Forças Armadas
                  #29

                  Offline Hélder

                  • *****
                  • Membro Vintage
                  • Género: Masculino
                  • "A alegria evita mil males e prolonga a vida"
                  Eu axo positivo
                    Preconceitos, intolerância racial e social, profunda estúpidez !! Ao final somos e seremos apenas ossos.

                    Homossexualidade nas Forças Armadas
                    #30

                    Offline ⓙⓐⓜⓔⓢ

                    • *****
                    • Membro Ultra
                    • Género: Masculino
                    • Love is Love
                    Conheço um.  :-X

                      Homossexualidade nas Forças Armadas
                      #31

                      Offline Hélder

                      • *****
                      • Membro Vintage
                      • Género: Masculino
                      • "A alegria evita mil males e prolonga a vida"
                        Preconceitos, intolerância racial e social, profunda estúpidez !! Ao final somos e seremos apenas ossos.

                        Homossexualidade nas Forças Armadas
                        #32

                        Fetch!

                        • Visitante
                        Survey shows slight increase in reported number of gays serving in the military
                        By Ed O'Keefe - Wednesday, January 27, 2010

                        An estimated 66,000 gay, lesbian and bisexual people are serving in the U.S. military, roughly 2 percent of all military personnel, according to a report released Tuesday by a gay rights policy center. The figures suggest a slight increase in the number of gays, lesbians and bisexuals in the military, and they provide opponents of the military's "don't ask, don't tell" policy with fresh data as they lobby the Obama administration for its repeal.

                        Gays, lesbians and bisexuals account for about 13,000 active duty service members, equal to less than 1 percent currently deployed, the report estimated. About 53,000 others serve in the National Guard and reserves, equaling about 3.4 percent.

                        The actual number of gays, lesbians and bisexuals serving in uniform is unknown; the military does not track such figures. The research brief was released by the Williams Institute at the UCLA School of Law, a public policy institute that studies sexual orientation law.

                        Its authors used a variety of statistical methods to arrive at the estimate, drawing in part on the Census Bureau's 2008 American Community Survey and the 2000 Census, in which some people identified themselves as gay, lesbian or bisexual and as serving in the military. A similar 2004 study, widely quoted by gay rights advocates and supportive lawmakers, estimated that roughly 65,000 gay people were serving in the military.

                        Although President Obama's top domestic policy aides insist that the president is committed to an equality agenda for gays and lesbians, many liberal and gay rights groups are unhappy that the administration has failed to act on Obama's campaign pledge to end "don't ask, don't tell."

                        White House press secretary Robert Gibbs said Tuesday that the issue has been "a point of discussion" among top White House aides. Gibbs declined to say whether Obama will mention his support for a repeal in his State of the Union address Wednesday.

                        http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2010/01/26/AR2010012603889.html?hpid=politics

                        ________________________________________________________________________________________________________________________________________


                        Obama urges repeal of ban on open gays in military
                        By PHILIP ELLIOTT - Wednesday, January 27, 2010; 10:46 PM

                        Reaching out to a skeptical gay community, President Barack Obama on Wednesday urged Congress to repeal the ban on gays and lesbians serving openly in the military, but he neither made a commitment to suspend the practice in the interim nor issued a deadline.

                        Obama's reference to the "don't ask, don't tell" practice took only 38 words of his State of the Union address, but he drew criticism from Democratic allies and Republican opponents alike. It also underscored the challenge Obama faces, not just with Congress but also with the Pentagon, where some top officials have been strident in their support for the Clinton-era policy.

                        "This year, I will work with Congress and our military to finally repeal the law that denies gay Americans the right to serve the country they love because of who they are," Obama said. "It's the right thing to do."

                        The statement drew a standing ovation from Congress and from Defense Secretary Robert Gates, but it fell short for gay activists.

                        An organization representing service members who had been dismissed called on Obama to push a repeal in the upcoming Pentagon budget, and Clinton's adviser on gay issues called Obama's performance in the first year "an almost complete disaster."

                        Kevin Nix, communications director at the Servicemembers Legal Defense Network, said the group wants Obama to repeal the policy the same way Clinton introduced it in 1993 - through the defense authorization bill.

                        "We very much need a sense of urgency to get this done in 2010," said Nix, whose group estimates more that 13,500 gays and lesbians have been dismissed since 1994. "What is also needed is more attention and leadership to win repeal."

                        Richard Socarides, a Clinton adviser who has been a vocal critic of how Obama has handled gay constituents, was less reserved.

                        "In 1999, Bill Clinton became the first president ever to talk about gay rights in a State of the Union address. Eleven years later, not much has changed," Socarides said. Talking again about ending the policy "without a moratorium on the witch hunts and expulsions and without even a plan for future action, just won't cut it," he said.

                        "Look, we are not second-class citizens and our rights are not second-term problems," he said.

                        Rea Carey, executive director of the National Gay and Lesbian Task Force, said Obama should have announced a suspension of dismissals.

                        "The time for broad statements is over. The time to get down to business is overdue. We wish we had heard him speak of concrete steps tonight," Carey said.

                        Obama's relationship with the gay community has been rocky since his election. Gays and lesbians objected to the invitation of evangelist Rev. Rick Warren to participate in Obama's inauguration because of Warren's support for repealing gay marriage in California.

                        As president, Obama hasn't taken any concrete steps urging the repeal of the policy that allows gays and lesbians to serve in the military as long as they don't disclose their sexual orientation or act on it. Some former chairmen of the Joint Chiefs of Staff have acknowledged the policy is flawed and Chairman Adm. Mike Mullen signed off on a journal article that called for lifting the ban.

                        Yet Mullen's lawyers have urged a delay that could go into the middle of the next presidential election.

                        "Now is not the time," the in-house advisers for Mullen wrote recently in a memorandum. "The importance of winning the wars we are in, along with the stress on the force, our body of knowledge and the number of unknowns, demand that we act with deliberation."

                        Mullen received the conflicting advice this month about whether to move quickly to lift the 1993 ban, and it is not clear what he will recommend to Obama. Although allowing gays to serve openly in the military was one of Obama's campaign promises, the issue was put on a back burner during his first year in office. Some liberal supporters and several congressional Democrats are pushing for action.

                        The top Republican on the House Armed Services Committee urged Obama to listen to the uniforms.

                        "No action to change the law should be taken by the administration or by this Congress until we have a full and complete understanding of the reasons why the current law threatens or undermines readiness in any significant way," Rep. Buck McKeon, R-Calif., wrote to Mullen and Gates, "whether a change in law will improve readiness in measurable ways, and what the implications for and effects on military readiness, cohesion, morale, good order and discipline are entailed with a change in law."

                        Republican Sen. John McCain, a prisoner of war during Vietnam and Obama's opponent in the 2008 presidential race, said the policy has been successful.

                        "At a time when our armed forces are fighting and sacrificing on the battlefield, now is not the time to abandon the policy," said McCain, R-Ariz.

                        http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2010/01/27/AR2010012704904_2.html
                        « Última modificação: 28 de Janeiro de 2010 por Fetch! »

                          Homossexualidade nas Forças Armadas
                          #33

                          Filipa3

                          • Visitante
                          Sou militar, alguns camaradas sabem da minha homossexualidade, mas nao sinto qualquer tipo de descriminacao, felizmente  :)

                            Homossexualidade nas Forças Armadas
                            #34

                            Fetch!

                            • Visitante
                            Brazilian general says gay soldiers can't command troops
                            By Staff Writer, PinkNews.co.uk • February 5, 2010 - 14:56

                            A Brazilian general told a hearing this week that gay soldiers should not be allowed to command troops because they would be disobeyed by other officers. Gen. Raymundo Nonato was appearing before a senate commission considering his appointment to head Brazil's top military court on Wednesday.

                            He said that gay soldiers would not be sacked if they kept their sexual orientation secret, a gay soldier "will not be obeyed by his subordinates in combat situations". The US is currently considering lifting the ban on gays and lesbians serving openly in the military. Brazil's military allows gays and lesbians to be open about their sexuality.

                            Gen. Nonato was asked for his views on gays by the commission, which unanimously approved his selection.

                            Gay rights groups attacked the decision and Brazilian Bar Association, a lawyers' association said that discrimination was still a problem. Bar association president Ophir Cavalcante told Associated Press: "It's sad that this type of discrimination still exists in the armed forces. The defence of the country must be performed by men and women who are prepared and trained, independently of each person's sexual orientation."

                            http://www.pinknews.co.uk/2010/02/05/brazilian-general-says-gay-soldiers-cant-command-troops/

                              Homossexualidade nas Forças Armadas
                              #35

                              Fetch!

                              • Visitante
                              British Army Actively Recruits Gay Soldiers
                              Theunis Bates - LONDON (Feb. 2)

                              When Britain was forced to drop its ban on homosexuals serving in the armed forces in 2000 following a ruling by the European Court of Human Rights, some military chiefs warned the decision would not only lead to discord and harassment, but could even damage the nation's war-fighting capabilities.

                              In fact, the biggest news about the change was that it resulted in no news. Academic studies published in peer-reviewed journals found that allowing openly gay troops to serve in the U.K. had no negative impact on cohesion, readiness, recruiting, morale, retention or any other measure of effectiveness.

                              Today, the military treats its estimated 14,000 gay service personnel just like ordinary soldiers. When civil partnerships -- which give gay couples the same legal rights as married Brits -- were introduced in 2005, married quarters for military staff were renamed Service Family Accommodation and homosexual couples were given the same housing access as heterosexual couples, together with equal pension and compensation rights.

                              The Army also handles incidents of anti-gay bullying and discrimination in much the same way it tackles racism and sexism. "I would be lying if I say there was no bullying that happened, but it is certainly less than other offenses such as racial or sexual harassment," Lt. Col. Colin Bulleid of the British Army Equality and Diversity Policy Branch told The Independent last year. "There has been no overt homophobic hate wave. We occasionally get the odd prat who behaves inappropriately. But he gets stamped on when he gets found out. We have a reasonably good complaints system."

                              Before 2000, about 200 people a year were sacked from the forces after being outed. But now military recruiters actively target Britain's gay community. In 2005, the Royal Navy placed an ad in a leading gay publication, The Pink Paper, selling the benefits of a life on the open seas. And that same year, uniformed members of the Army and Royal Air Force took part in the first ever Gay Pride March in the city of Manchester, where they also manned a recruitment stall.

                              "As far as the Army is concerned, sexual orientation is a private matter, and we are attending to promote the benefits a career in the Army can bring," said Lt. Col. Leanda Pitt, commander of regional recruiting in North West England.

                              http://www.aolnews.com/world/article/british-army-actively-recruits-gay-soldiers/19341546


                              Nada a temer, portanto... Sem surpresa. :P

                              Relembro que muitos dos argumentos contra a "inclusão às claras" de homossexuais nas Forças Armadas são semelhantes aos outrora usados para excluir mulheres e pretos.  [smiley=desconfortavel.gif]
                              « Última modificação: 7 de Fevereiro de 2010 por Fetch! »

                                Homossexualidade nas Forças Armadas
                                #36

                                Fetch!

                                • Visitante
                                Poll: Most Want "Don't Ask, Don't Tell" Repeal
                                Posted by Brian Montopoli - February 10, 2010 12:48 PM

                                By a 57 percent to 36 percent margin, Americans say openly gay service members should be allowed to serve in the United States military, a new Quinnipiac University poll finds. Two in three say the current "Don't Ask, Don't Tell" policy banning openly gay service members amounts to discrimination. Voters from military households were split on a repeal of "Don't Ask, Don't Tell." Democrats overwhelmingly backed repeal, while Republicans oppose it 53 percent to 40 percent. Independents backed repeal 56 percent to 37 percent.

                                The findings point to widespread support for repealing the policy but also mixed feelings on how such a change should be implemented. For example, American voters are evenly split on whether gay and lesbian personnel should share quarters with their straight colleagues. And half say the Pentagon should not provide for domestic partners of gay personnel. The survey also finds that 54 percent say gays and lesbians in the military should be restricted in exhibiting their sexual orientation on the job.

                                Still, there is clear consensus that the current policy – which Adm. Mike Mullen recently said he personally opposes – should be ended. Eighty-two percent of American voters say the military should stop pursuing disciplinary action against gay and lesbian servicemembers who are outed against their will. Nearly two in three say ending "Don't Ask, Don't Tell" will not have a negative impact on military effectiveness.

                                http://www.cbsnews.com/blogs/2010/02/10/politics/politicalhotsheet/entry6194325.shtml





                                Survey finds three quarters of Americans support out gay soldiers
                                By Jessica Geen • February 12, 2010 - 14:07

                                A poll has found that nearly 75 per cent of Americans support allowing gay soldiers to be open about their sexual orientation. The research, conducted by the Washington Post and ABC News, found that only 24 per cent of the 1,004 adults surveyed thought out gay people should not be allowed in the US military.

                                Currently, gays and lesbians can serve in the military if they keep their sexual orientation secret. This law is to undergo a one-year review and civilian and military officials have begun hearings on how change can be implemented.

                                In the latest survey, women and young people were found to have the highest levels of support. Eighty-two per cent of Democrats, 77 percent of independents and 64 percent of Republicans favoured removing the 'Don't Ask, Don't Tell' policy. Public support has steadily grown in favour of repeal in recent years. Previous polls have shown that just over half of US citizens support removing the ban. However, some military leaders are said to remain in opposition and critics argue that making the move in the middle of two wars is unfeasible. Others have warned it will affect recruitment and morale.

                                President Obama recently promised he would work to repeal the law this year. This is unlikely to happen in 2010, as the review is scheduled to last 12 months. Gay rights campaigners are hopeful that some changes can be made in the meantime, such as suspending discharges or raising the bar of evidence required in third-party outings.

                                http://www.pinknews.co.uk/2010/02/12/survey-finds-three-quarters-of-americans-support-out-gay-soldiers/
                                « Última modificação: 13 de Fevereiro de 2010 por Fetch! »

                                  Homossexualidade nas Forças Armadas
                                  #37

                                  Fetch!

                                  • Visitante
                                  Openly gay soldiers ‘won’t cause disruption’
                                  By Jessica Geen • February 22, 2010 - 14:24

                                  A new study of militaries around the world has found that changing policy to allow gay soldiers to serve does not cause disruption. The US is currently moving toward lifting the ban on gays and lesbians serving openly in the military but opponents contend it will cause too much disruption at time of two wars.

                                  The Palm Center report is due to be released tomorrow and according to the New York Times, it will conclude that in other militaries around the world, allowing gay personnel to serve openly did not undermine morale or cause mass resignations. It will say there were “no instances of increased harassment” as a result of lifting bans in any of the countries studied, which included the UK, Canada and Australia. The report was principally authored by Nathaniel Frank, who wrote the book Unfriendly Fire: How the Gay Ban Undermines the Military and Weakens America.

                                  President Barack Obama supports repeal, along with a number of high-ranking military and civilian leaders. This month, a Senate Armed Services Committee began hearings on how the law can be changed. The report found that all countries studied had lifted their bans quickly, rather than gradually, and none had felt the need for “separate but equal” measures such as separate washing facilities, which opponents of lifting the US ban claim will be necessary.

                                  The New York Times said: “On implementation, the study said that most countries made the change swiftly, within a matter of months and with what it termed little disruption to the armed services. Mr Frank said the study did not look at what happened if the change was implemented gradually because, he said, ‘I don’t think any of the militaries tried it.’”

                                  Pentagon leaders have said they will need at least a year to change the policy. Defence secretary Robert Gates has begun a year-long review on implementing the change and Admiral Mike Mullen, current chairman of the Joint Chiefs of Staff, told the hearings he believed removing the ban was the right thing to do. Public support has steadily grown in favour of repeal in recent years. Polls generally show just over half of US citizens support removing the ban. In late January, just after President Obama announced his intention to repeal the 1993 law, John McCain, the 2008 Republican presidential candidate, said he believed it would be a “mistake” to repeal it in the middle of two foreign wars.

                                  http://www.pinknews.co.uk/2010/02/22/openly-gay-soldiers-wont-cause-disruption/

                                    Homossexualidade nas Forças Armadas
                                    #38

                                    Offline daemon

                                    • *****
                                    • Membro Ultra
                                    • Género: Feminino
                                    Conheço um monte de meninas militares lez.. eu tenho até a conviccao que o numero de meninas militares lez ou bi é extremamente elevado...
                                    « Última modificação: 11 de Março de 2010 por daemmon »
                                      कर्म Toda a acção provoca uma reacção equivalente no sentido inverso

                                      Homossexualidade nas Forças Armadas
                                      #39

                                      Fetch!

                                      • Visitante
                                      Dutch Reject Claim That Srebrenica Fell Because of Gay Troops
                                      By ROBERT MACKEY - March 19, 2010

                                      Dutch officials have reacted with anger and bemusement to the claim by a retired American general that their nation’s soldiers failed to prevent the Srebrenica massacre in 1995 in part because the presence of gay troops in the Dutch military had depleted the force’s morale.

                                      On Thursday in Washington, John Sheehan, a former Marine general, told the Senate Armed Services Committee that he was against allowing openly gay men and women to serve in the American military, in part because of what he said was the example of European armed forces that had been changed “to reflect societies that they are theoretically paid to protect.” General Sheehan said that after the Dutch military allowed troops to be represented by unions and accepted “open homosexuality,” its fighting spirit was weakened. The retired general said:

                                          That led to a force that was ill-equipped to go to war. The case in point that I’m referring to is when the Dutch were required to defend Srebrenica against the Serbs. The battalion was under-strength, poorly led, and the Serbs came into town, handcuffed the soldiers to the telephone poles, marched the Muslims off, and executed them. That was the largest massacre in Europe since World War II.

                                      Asked by Carl Levin, the committee’s chairman, if Dutch military officials had told him that Srebrenica was allowed to fall “because there were gay soldiers there,” General Sheehan said: “Yes. They included that as part of the problem.”

                                      As my colleague David Rohde has documented in his book, “Endgame: The Betrayal and Fall of Srebrenica,” the small force of  450 lightly-armed Dutch peacekeepers tasked with defending the enclave by the United Nations was simply not equipped to repel the invading Bosnian Serb Army. When the Serb commander,  Gen. Ratko Mladic, led an attack on Srebrenica in July 1995, the Dutch repeatedly requested that their NATO colleagues use airstrikes to keep that force at bay. That close air support failed to come in time to prevent the Serbs from taking control of the town and eventually killing more than 7,000 Muslim men and boys.

                                      Mr. Rohde explained that when the United Nations voted to declare Srebrenica and five other Bosnian towns “safe areas” in 1993, the United States and other countries that supported the resolution failed to agree to send enough troops to police the towns. The United Nations estimated that it would take a force of 34,000 soldiers to protect the civilian populations of Srebrenica and the other towns that were completely surrounded by Bosnian Serb positions. Only 7,600 troops were divided among the six towns.

                                      Dutch television reported that when he was pressed to name a source in the Dutch military, General Sheehan said that he was basing his remarks on what someone named “Hankman Berman” had told him. The Dutch Defense Ministry guessed that this was a reference to Gen. Henk van den Breemen, the country’s former chief of defense staff. On Friday the ministry issued a statement saying that General van den Breemen, now retired, called this “absolute nonsense,” since he did not believe that the presence of gay troops had anything to do with what happened at Srebrenica and had never said any such thing.

                                      Soon after the hearing, the Dutch ambassador to the United States, Renée Jones-Bos, said that she “couldn’t disagree more,” in a statement posted on her embassy’s Web site. The ambassador added:

                                          The military mission of Dutch U.N. soldiers at Srebrenica has been exhaustively studied and evaluated, nationally and internationally. There is nothing in these reports that suggests any relationship between gays serving in the military and the mass murder of Bosnian Muslims.

                                      On Friday, Dutch radio noted that “among all the introspection and adjustments made in the wake of Srebrenica, the issue of homosexuality never came up.”

                                      The Dutch defense minister, Eimert van Middelkoop, added that the comments were, “scandalous and unbefitting a soldier.” Maxime Verhagen, the Dutch foreign minister, chimed in on Twitter, calling the explanation of what happened at Srebrenica “extremely strange.” Jan Kleian, the head of the Dutch military union ACOM, told Dutch television, “That man is just crazy.” He added, “That sounds harsh, but what else can I say, because it is complete nonsense.”

                                      According to Radio Netherlands:

                                          Gays have been allowed to serve in the Dutch army since 1974. Before that, there were gays in the military under a version of the ‘don’t ask, don’t tell’ policy. Today, about 7 to 10 percent of the soldiers serving in the Dutch military are homosexual.

                                      It is unclear if General Sheehan’s comments will carry much weight with the Senate committee. Before and after he left the military, the former Marine general had a history of making what might be called intemperate remarks on a range of subjects. In the 1980s General Sheehan’s complaints about plans by the Army that seemed to him to be akin to “building another Marine Corps” led to a Congressional hearing. In 2007, when he turned down an offer to oversee the American efforts in Iraq and Afghanistan, he told The Washington Post, “Rather than go over there, develop an ulcer and eventually leave, I said, ‘No, thanks.’”

                                      As Politico reported, in an appearance before the same Senate committee this week on a different matter, Gen. David H. Petraeus, the head of the United States Central Command, refused to be drawn into making a simple statement either for or against the idea of changing the current policy on gays in the American military. General Petraeus, said “This is not a sound-bite issue,” and asked if he could have eight minutes to read a prepared statement with his thoughts on the policy. Since the committee only offered the general six minutes, and he declined to speed-read his statement, his full views are not yet part of the public record, but he did tell the committee, “I believe the time has come to consider a change to ‘don’t ask, don’t tell.’”

                                      http://thelede.blogs.nytimes.com/2010/03/19/dutch-reject-claim-that-srebrenica-fell-because-of-gay-troops/


                                      Retired General John SheehanLinks Gay Troops in the Dutch Army to Bosnian Genocide


                                         

                                        Tópicos relacionados

                                          Assunto / Iniciado por Respostas Última mensagem
                                        63 Respostas
                                        14522 Visualizações
                                        Última mensagem 21 de Junho de 2011
                                        por Lambuças
                                        39 Respostas
                                        8364 Visualizações
                                        Última mensagem 14 de Julho de 2015
                                        por Sinvastatina
                                        19 Respostas
                                        5172 Visualizações
                                        Última mensagem 27 de Fevereiro de 2013
                                        por the end
                                        35 Respostas
                                        6187 Visualizações
                                        Última mensagem 30 de Abril de 2013
                                        por Spektrum
                                        41 Respostas
                                        7086 Visualizações
                                        Última mensagem 27 de Novembro de 2014
                                        por Lutfia