rede ex aequo

Olá Visitante03.jul.2020, 14:43:22

Sondagem

GAY ARMY: que efeito terá este programa junto da sociedade perante a comunidade Gay?

Positivo - diminuindo o preconceito
Negativo - aumentando o preconceito
Só depois de começar o programa é que se sabe
Ninguém o vai ver

Autor Tópico: Homossexualidade nas Forças Armadas  (Lida 29800 vezes)

 
Homossexualidade nas Forças Armadas
#0

Offline Phoenix

  • *****
  • Membro Elite
  • Género: Masculino
  • Non ducor, duco
Está em discussão na Comissão de Constituição, Justiça e de Redação da Câmara dos Deputados um projeto de lei do deputado Alceste Almeida (PMDB/RR) propondo a exclusão da palavra "homossexual" do artigo 235 do Código Penal Militar, que pune com dois meses a um ano de detenção quem pratica "ato libidinoso, homossexual ou não, em lugar sujeito a administração militar".

O projeto já passou pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional e não deve encontrar resistência. De acordo com a assessoria de comunicação do Ministério da Defesa, o ministro Geraldo Quintão, baseado em parecer favorável do Exército, Marinha e Aeronáutica, indicou que não tem nada contra o projeto.

Em sua justificativa, o deputado observa que o artigo faz "uma alusão discriminatória que atenta contra a garantia da igualdade perante a Lei, expressa no texto constitucional". E acrescenta: "No momento em que países do mundo inteiro asseguram aos homossexuais o acesso a qualquer tipo de atividade profissional, inclusive nas fileiras das Forças Armadas, o Brasil não pode situar-se na contra-mão da história."

Não se sabe qual o interesse do deputado em aprovar o projeto. Mas uma coisa é certa, ele não está exatamente advogando pela causa gay. "Veja bem, o projeto não pode ser levado como uma proposição a favor do homossexualismo, mas a favor da indiscriminação", declarou ao Mix Brasil.

Mesmo que o projeto venha a ser aprovado, transar em área sob administração militar, seja dentro de uma Kombi ou no quartel, continua sendo crime. Teoricamente, um militar flagrado com sua esposa em hotel de trânsito também pode ser condenado com base no artigo 235. Na prática, o artigo serve para coibir o sexo entre homens, com ou sem a palavra "homossexual" no texto. A aprovação do projeto não representaria, portanto, uma grande conquista para o movimento homossexual. Mas seria uma vitória.

A homossexualidade nas Forças Armadas é quase tabu no Brasil, mas a revisão do artigo tem precedentes. Há cerca de cinco anos, quando o Ministério da Justiça propôs uma revisão do Código Penal, inclusive do Código Penal Militar, o Superior Tribunal Militar (STM) chegou a aprovar a sugestão, feita pela Marinha, de excluir a palavra "homossexual" do artigo 235. De acordo com a assessoria de comunicação do STM, nem a Aeronáutica nem o Exército se pronunciaram na ocasião em relação à proposta. A revisão não aconteceu e não se falou mais no assunto.

Quem fala demais corre o risco de sofrer retaliações. É o caso do ex-militar Flavio Alves, que publicou em meados dos anos 90 o livro "Toque de Silêncio" contando tudo o que sabe sobre o babado na Marinha. Temeroso da repercussão do livro no meio militar, Alves pediu asilo político nos EUA. O Departamento de Imigração julgou que ele corria risco de vida e concedeu o pedido. O Código Penal Militar não criminaliza a homossexualidade. Ou seja, se um soldado se declarar homossexual, ele não vai preso, mas pode ser submetido a um conselho de justificação (tribunal de honra) e acabar expulso da corporação. No ano passado, o cabo Marcelo Nogueira Clua passou por uma experiência semelhante depois de posar nu para a revista "Homens". Na avaliação da Polícia Militar de Minas Gerais, as fotos que o cabo fez para incrementar sua renda foram uma ofensa à honra da corporação e incompatíveis com a sua função, portanto ele foi expulso. Em caso de um flagra em área sob administração militar, a coisa fica ainda mais complicada, pois cai no tal artigo 235. O caso mais célebre de condenação com base no artigo se deu há cerca de dez anos, no Rio. Depois de uma briga entre soldados, o comando da Base Aérea do Galeão recebeu em setembro de 1991 uma carta anônima contendo denúncias de "orgias homossexuais" dentro da unidade. Foi aberto um inquérito e os militares envolvidos chegaram a ser absolvidos pelo conselho de sentença da 2ª Auditória da Aeronáutica por falta de provas. Mas alguém apelou contra a sentença e o STM acabou condenando, em janeiro de 1993, dois tenentes e 20 sargentos, cabos e soldados da Aeronáutica. Na época o processo, o Grupo de Emancipação Homossexual Atobá se mobilizou para defender os acusados e anunciou que encaminharia ao Congresso, pelo deputado Sidney de Miguel (PV-RJ) projeto de lei proibindo a discriminação contra homossexuais nas Forças Armadas. Ao ser indagado pelo jornal "Tribuna da Imprensa" sobre o projeto o general Nilton Cerqueira, na época presidente do Clube Militar, declarou: "A imaginação da gente não permite enxergar a prática do homossexualismo dentro da instituição militar. É um problema de concepção. A vida militar não estabelece um convívio pacífico quanto a isso". Ainda que pouco imaginativo, o general expressa uma opinião bastante difundida nas Forças Armadas e na sociedade em geral. Para a maioria das pessoas, é pouco provável que a homossexualidade venha a ser tolerada nas instituições militares brasileiras nos próximos 30 anos. Mas a partir do momento em que o assunto entra em pauta, as previsões podem ser mais otimistas.

Quem diria há 15 anos que gays seriam aceitos no exército britânico? Pois a Grã-Bretanha, onde atos homossexuais de militares eram considerados crimes graves, ingressou em janeiro na lista de países que aceitam gays nas Forças Armadas, ao lado da Austrália, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Estônia, Finlândia, Holanda, Israel, Nova Zelândia, Noruega e Suécia.

O Brasil ainda vai entrar nessa lista. Tem agora que dar o primeiro passo.

Fonte; e-jovem.com
        

    Homossexualidade nas Forças Armadas
    #1

    ashtar_sheran

    • Visitante
    "o código penal militar não criminaliza a homossexualidade. ou seja, se um soldado se declarar homossexual, ele não vai preso, mas pode ser submetido a um conselho de justificação (tribunal de honra)"

    hmmm, basta declarar? nao e apenas quando pratica algum "acto homossexual"?

      Homossexualidade nas Forças Armadas
      #2

      daLua

      • Visitante
      Eu não sei até k ponto a exclusão não terá o seu lado positivo... se por um lado a tal "justificação" é uma forma de discriminação, por outro lado pode ser uma forma de salvaguardar a segurança e a integridade física do militar, bem como de evitar que as questões pessoais interfiram no desempenho da corporação. E quer se queira quer não, o exército vive muito do estereótipo do "soldado perfeito", de preferência feio, porco e mau. Se já há "situações" do género que foi referido no texto e eles são aparentemente heteros, não me surpreende que a hierarquia militar queira evitar que eles se assumam.
      Nunca faltatam gays na tropa. Mas a maioria tem a inteligência de ficar calado e de não se deixar apanhar.
      Se estivesse num caso desses, nunca me passaria pela cabeça dar nas vistas  muito menos declarar o k quer k seja.

        Homossexualidade nas Forças Armadas
        #3

        Offline Topolino

        • *****
        • Membro Elite
        • Género: Masculino
        • Knowledge is the antidote to fear. Ralph Emerson
          • rede ex aequo
        Numa “passeio matinal” pela internet o meu namorado entorpeçou em algo  ???:o! Vejam o Gay Army :o :o :o:

        http://www.kanal5.se/templates/streaming/default.aspx?id=11428

         ??? Programa? Entretenimento? Divulgar os estereótipos que sobrevoam o mundo Gay? Mostrar apenas uma parcela do mundo Gay utilizando-a como forma de promover o quê? ???
        « Última modificação: 21 de Dezembro de 2005 por :Topolino: »
          Combater a desinformação é conquistar a liberdade.

          Homossexualidade nas Forças Armadas
          #4

          Offline guardian

          • *****
          • Associad@ Honorári@
          • Membro Elite
          • Género: Masculino
          • A maior sabedoria que existe é a de conhecer-se
           :o I'm ... shocked.... k é isto?!....

          ca pra mim vai ser visto! e o pior vai ter mt audiencia!!!!

          vai ser mais um fenomeno estilo castelo Branco.... :P
            As quatro coisas q não voltam para trás:A pedra atirada, a palavra dita, a ocasião perdida, e o tempo passado

            Verdade ou uma Mentira Gentil? Oo

            Homossexualidade nas Forças Armadas
            #5

            Offline epilepsy

            • ****
            • Membro Sénior
            • Género: Masculino
            O que é isto?! :-X
            Enfim, se tiver audiências vai ter efeitos negativos decerteza. Vai piorar a imagem que muitas pessoas preconceituosas têm dos lgbt's - o que é grave :-\

              Homossexualidade nas Forças Armadas
              #6

              Offline HumanNature

              • *****
              • Membro Ultra
              • Género: Masculino
              • ÎmÞö§§¡ß£ë Þ®¡ñ¢ë
                • My Blog
              Negativo - aumentando o preconceito!!!
              mesmo!
              enfim..prefiro n comentar mais ehhehe
                This Who I Am, Like it or Not!
                «Express Yourself Don't Repress Yourself»

                Homossexualidade nas Forças Armadas
                #7

                Whisper

                • Visitante
                Eu acho que no fundo nao podemos comentar sem ter visto um programa primeiro...

                  Homossexualidade nas Forças Armadas
                  #8

                  Offline absolut_

                  • *****
                  • Membro Ultra
                  • Género: Feminino
                  Hihi!! Acho k tem piada! Mas é provavel k tenha muitos contras, ms tb pode ser k ñ seja assim nd de outro mundo..
                  Fiquei com curiosidade mesmo assim.
                    http://sementesmarginais.blogspot.com

                    "They promise you heaven so they can steal this world"

                    Homossexualidade nas Forças Armadas
                    #9

                    Offline Scorpio_Angel

                    • *****
                    • Membro Vintage
                    • Género: Feminino
                    • I faced it all and I stood tall; And did it My Way
                      • My Way

                    Em séries também se começa a tentar quebrar os estereótipos:


                    Gay Soldiers Kiss on TV

                    Thursday's episode of 'Grey's Anatomy' featured the forbidden romance between two soldiers, including a touching - and very sexy - kiss between the two men.

                    The soldiers were played by Benny Ciaramello (Friday Night Lights' Santiago) and MTV Road Rules grad David Giuntoli.


                      ~ Journey Towards Angel Wings ~

                      "People should be allowed to fall in love with whoever they want. I mean, otherwise what's the point of living?..." - O&A

                      "A vontade, se não quer, não cede; é como a chama ardente, que se eleva com mais força quanto mais se tenta abafá-la." - Dante Alighieri

                      Homossexualidade nas Forças Armadas
                      #10

                      Offline τοRoyalSizeΚΞ

                      • *****
                      • Orador(a)
                      • Membro Vintage
                      • Género: Masculino
                      Não percebo a pergunta do tópico.
                      E também não sei o que é o Gay Army :-\

                      (...)Quem diria há 15 anos que gays seriam aceitos no exército britânico? Pois a Grã-Bretanha, onde atos homossexuais de militares eram considerados crimes graves, ingressou em janeiro na lista de países que aceitam gays nas Forças Armadas, ao lado da Austrália, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Estônia, Finlândia, Holanda, Israel, Nova Zelândia, Noruega e Suécia.

                      (...)
                      Fonte; e-jovem.com

                      Como está a situação em Portugal? Alguém sabe?

                        Homossexualidade nas Forças Armadas
                        #11

                        Chris W

                        • Visitante
                        Eu nâo sei, mas acho que nâo há problemas cá. 

                          Homossexualidade nas Forças Armadas
                          #12

                          Offline MindControl

                          • *****
                          • Membro Ultra
                          • Género: Masculino
                          Eu nâo sei, mas acho que nâo há problemas cá. 

                          Porque, muito provavelmente, não há nenhum militar que diga sem problemas que é homossexual... :-\

                            Homossexualidade nas Forças Armadas
                            #13

                            Offline bluejazz

                            • *****
                            • Associad@ Honorári@
                            • Membro Vintage
                            • Género: Feminino
                              • Homofobia

                            Being gay isn’t enough to get kicked out



                            By Patrick Winn - Staff writer
                            Posted : Sunday May 25, 2008 11:19:08 EDT

                            By all accounts, Maj. Margaret Witt didn’t ask and definitely didn’t tell. The highly decorated flight nurse, a literal poster girl featured on Air Force promotional materials, preferred to keep her job intact and her sexuality quiet.

                            Then came a tip-off to her command that unraveled Witt’s 19-year career and set into motion a lawsuit that could threaten the Defense Department’s ban on homosexuals in uniform. Witt’s legal challenge to her dismissal from the Air Force, at first dismissed by federal courts, has been revived by judges from the 9th U.S. Circuit Court of Appeals in San Francisco.

                            The military, a trio of the appellate judges ruled Wednesday, cannot dismiss service members just because they’re gay.

                            Commanders, they said, must prove the person’s homosexuality harms unit cohesion by questioning others in the unit, a process the justices themselves derided as a distraction — and likely a privacy violation in the wake of the Supreme Court’s 2003 decision to nullify Texas sodomy laws.

                            “When the government attempts to intrude upon the personal and private lives of homosexuals,” Judge Ronald M. Gould wrote, “the government must advance an important governmental interest, the intrusion must significantly further that interest, and the intrusion must be necessary to further that interest.”

                            As Witt’s attorneys predict the downfall of Congress’ “don’t ask, don’t tell” approach to gays in the military, other groups insist the ban will stick. Even sympathizers, while claiming victory in the ruling’s wake, admit the policy will be tough to overturn.

                            “This is a win, but it’s a procedural win,” said Victor Maldonado of the Servicemembers Legal Defense Network, which filed a brief in support of Witt, who was backed by the American Civil Liberties Union of Washington state. Roughly 12,000 service members have been discharged under the “don’t ask, don’t tell” policy since 1993, according to the network.

                            Witt’s supporters believe the recent ruling, and a pending ruling in a similar case now being considered by the 1st U.S. Circuit Court of Appeals in Boston, could push the issue to the Supreme Court and help convince Congress to eliminate the ban.

                            Still, the 9th Circuit “doesn’t have a very good batting average with the Supreme Court,” said military legal expert Eugene Fidell of the National Institute of Military Justice.

                            “I ultimately think it’s an issue Congress will have to address,” he said.

                            Witt, a reservist assigned to the 446th Aeromedical Evacuation Squadron at McChord Air Force Base in coastal Washington State, lived for six years with a civilian lesbian partner. They once shared a home in Spokane about 250 miles away, according to the ruling, but the relationship dissolved in 2003.

                            Prompted by an anonymous tip-off to Witt’s homosexuality, Air Force Reserve attorney Maj. Adam Torem told Witt in 2004 that he was investigating the claim. She declined to speak to him or a chaplain who reached out to her later. Witt’s job was soon frozen — along with her pay and time towards retirement — as she fought the decision.

                            In 2006, Witt was told she would be honorably discharged for participating in homosexual activity. Having joined the Air Force as a second lieutenant in 1987, she was within a year of retirement and poised for promotion to lieutenant colonel.

                            Ten members of her unit have made statements suggesting she was well-liked. Her medals include the Meritorious Service Medal, the Air Medal and the Air Force Commendation Medal. In 2003, after returning from Oman to support Operation Enduring Freedom, President George Bush noted her “airmanship and courage” in a citation.

                            Witt, according to the ruling, never told any service member she was homosexual and never had sexual relations on duty or on military grounds.

                            “People are under the misguided perception that ‘don’t ask, don’t tell’ means don’t show up to work in drag,” said Maldonado, whose group is assisting 800 or so gay service members facing discharge or considering disclosing their homosexuality. “Many of our cases are about people who are told on. They had a bad breakup. An ex says, ‘Screw you, I’m going to your command.’ ”

                            Few, he said, are interested in flaunting their sexuality.

                            Forcing commanders to justify a service member’s discharge as a threat to morale, Witt’s supporters say, will prove that many units are comfortable with openly gay troops. “If the various branches of the Armed Forces have to start proving each application of the policy makes sense, then it’s not going to be only Maj. Witt who's going to win,” said James Lobsenz, Witt’s Seattle-based attorney. “Eventually, they're going to say ... it's time to scrap the policy.’" A Defense Department spokesman stated that the military simply carries out law enacted by Congress.

                            But Elaine Donnelly, head of the Center for Military Readiness, doubts either the Supreme Court or Congress will uphold the appellate court’s findings. Requiring commanders to prove individual gay service members are harming morale is unrealistic, she said.

                            “Just imagine a federal judge listening to testimony on issues such as that,” Donnelly said. “It’s an absurd burden.”

                            “I’ve also talked to staffers for even Democrat members (of Congress), and I sense they don’t want to respond to this issue. They know it’s problematic,” she said. “Perhaps explosive.”

                            Witt, shortly after the ruling, reiterated that she still wants her job back.

                            “I am thrilled by the court’s recognition that I can’t be discharged without proving that I was harmful to morale,” Witt said. “Wounded people never asked me about my sexual orientation. They were just glad to see me there.”

                            The Associated Press contributed to this report.

                            http://www.airforcetimes.com/news/2008/05/airforce_dontask_052208/
                            « Última modificação: 27 de Maio de 2008 por Scorpio_Angel »
                              "I cannot be, as Bourdieu suggests, a fish in water that 'does not feel the weight of the water, and takes the world about itself for granted'" - Felly Simmonds

                              Homossexualidade nas Forças Armadas
                              #14

                              Offline Zão

                              • *****
                              • Membro Ultra
                              • Género: Feminino
                              Programa de Luciana Gimenez termina com prisão de sargento gay pelo Exército

                              O programa "SuperPop", apresentado por Luciana Gimenez na noite de ontem (dia 3), terminou em prisão. A atração entrevistou os sargentos do Exército Fernando de Alcântara de Figueiredo e Laci Marinho de Araújo, que assumiram relacionamento homossexual em reportagem de capa da revista "Época" desta semana.

                              Na atração, os dois sargentos repetiram, ao vivo, a história contada na revista: que vivem juntos, em união estável, desde 1997. O programa terminou com o prédio da Rede TV! cercado pela Polícia do Exército, que chegou ao local por volta das 23h30. A chegada do carro militar foi mostrada ao vivo no programa.

                              Um dos sargentos, de Araújo, é considerado desertor das Forças Armadas e tinha mandado de prisão expedido pela Justiça Militar desde o dia 21 de maio, segundo "Época". Ele foi preso ao sair da emissora, por volta das 4h de hoje. Houve negociação com a presença de representantes do Condep (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana).

                              A presença do Exército na porta da Rede TV! --em Barueri, na Grande São Paulo-- foi informada a Luciana Gimenez por uma produtora, que cochichou no seu ouvido a informação. Ao vivo, a apresentadora afirmou estar assustada com aquilo tudo: "Em sete anos de 'SuperPop' é a primeira vez que passo por uma situação desta", disse.

                              O sargento de Araújo se desesperou, ao saber que o Exército iria prendê-lo. "Eu vim em rede nacional para resguardar a minha vida. Porque a televisão atinge mais pessoas do que a revista. Se eu for preso eu vou morrer, será queima de arquivo", declarou o militar, exaltado.

                              Luciana respondeu: "O que eu posso fazer? Você veio aqui por livre e espontânea vontade", falou. A apresentadora se despediu do público, mas ainda era possível ler os lábios do sargento de Araújo, que balbuciava: "Eu não vou me entregar". Seu companheiro, sargento Alcântara, aparentava mais calma.

                              Como está doente [a doença não foi revelada pelo militar] e faz uso de remédios controlados, após ser preso, Araújo foi levado para o IML, onde fez exame de corpo de delito e, depois, para o Hospital Militar, no Cambuci, região central de São Paulo.

                              A Folha Online falou com a Rede TV!, que não vai comentar o assunto. A assessoria do Exército informou que enviará nota oficial sobre o caso nas próximas horas.

                              http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u408624.shtml

                                Amo, logo existo.

                                Homossexualidade nas Forças Armadas
                                #15

                                Offline Scorpio_Angel

                                • *****
                                • Membro Vintage
                                • Género: Feminino
                                • I faced it all and I stood tall; And did it My Way
                                  • My Way

                                Ministro da Defesa descarta perseguição em prisão de sargento gay


                                O ministro da Defesa, Nelson Jobim, negou que haja perseguição ao sargento Laci Marinho de Araújo, de 36 anos, preso após entrevista concedida à apresentadora Luciana Gimenez, da Rede TV, em Barueri na Grande São Paulo. Segundo o Exército, Laci foi preso pelo crime de deserção. No programa, o sargento confirmou as declarações que havia dado anteriormente de que ele e o sargento Fernando Alcântara de Figueiredo mantêm uma relação homossexual. O ministro da Defesa insistiu que o sargento Laci foi preso porque estava afastado de suas funções.

                                - Essa é uma questão que deve ser analisada da perspectiva do Exército. A informação que eu tive é que esse cidadão que foi preso já estava como desertor, tinha se afastado de suas funções e foi preso por tal. O problema não é discriminação, mas verificar se os casos concretos se aplicam às leis e às regras disciplinares do Exército - disse o ministro.

                                Segundo o Exército o mandado de prisão havia sido expedido no dia 21 de maio, porque ele havia abandonado suas funções. O sargento Laci Marinho alega que estava afastado por problemas de saúde. Ele diz sofrer de esclerose múltipla. O sargento foi levado para o Hospital Geral do Exército, no bairro do Cambuci, na região central de São Paulo, onde permanece. O Exército não informou se ele será transferido. O outro sargento, Fernando Figueiredo, disse que espera que o companheiro não seja preso.

                                - Quero que seja feita Justiça, que o Exército pague a perseguição. Isso é um absurdo - afirmou Fernando.


                                  ~ Journey Towards Angel Wings ~

                                  "People should be allowed to fall in love with whoever they want. I mean, otherwise what's the point of living?..." - O&A

                                  "A vontade, se não quer, não cede; é como a chama ardente, que se eleva com mais força quanto mais se tenta abafá-la." - Dante Alighieri

                                  Homossexualidade nas Forças Armadas
                                  #16

                                  Offline τοRoyalSizeΚΞ

                                  • *****
                                  • Orador(a)
                                  • Membro Vintage
                                  • Género: Masculino
                                  Há pouco tempo em conversa com uma pessoa homossexual num cargo importante das Forças Armadas em Portugal vim a saber que o ingresso de homossexuais neste grupo é interdito. Os documentos assinados pelos candidatos não dizem que a homossexualidade é banida mas o questionário que se preenche pretende tornar claro pelas respostas que o candidato não seja homossexual, tendo no fim de declarar sob contracto de honra que o que acaba de preencher é verdade. Caso o candidato o seja este será recusado.

                                  No entanto, noutra conversa posterior com amigas disseram-me que não, que o que é proïbido são actos homossexuais e não o ingresso de homossexuais.

                                  Gostava de saber afinal em que ponto estamos. Se é permitida ou não a entrada de LGBT nas Forças Armadas. Se possível disponibilizem links, eu ando à procura mas não consigo encontrar informação concreta na net.

                                    Homossexualidade nas Forças Armadas
                                    #17

                                    Offline dani03

                                    • *
                                    • Novo Membro
                                    • Género: Feminino
                                    em Portugal deixou de ser proibido a entrada de homossexuais á cerca de 6 ou 7 anos!!
                                     quantos aos questionarios, as perguntas nao sao suficientes para identificar a orientação sexual do candidato!! pelo menos no meu ramo que conheço!
                                    em relação aos actos ilicitos, eles sao punidos de igual modo, tanto se se tratar actos homos ou heteros.

                                    mas claro que o preconceito existe e muito...é mt complicado assumir.

                                      Homossexualidade nas Forças Armadas
                                      #18

                                      Offline τοRoyalSizeΚΞ

                                      • *****
                                      • Orador(a)
                                      • Membro Vintage
                                      • Género: Masculino
                                      em Portugal deixou de ser proibido a entrada de homossexuais á cerca de 6 ou 7 anos!!
                                       quantos aos questionarios, as perguntas nao sao suficientes para identificar a orientação sexual do candidato!! pelo menos no meu ramo que conheço!
                                      em relação aos actos ilicitos, eles sao punidos de igual modo, tanto se se tratar actos homos ou heteros.

                                      mas claro que o preconceito existe e muito...é mt complicado assumir.


                                      Então mas se se souber de antemão que um homem ou uma mulher é guei ou bi estes legalmente poderão entrar para as Forças Armadas? E uma vez lá dentro, se se assumirem, ou se não esconderem haverá algum impedimento legal para que continuem nos seus cargos? Ou haverá pressão por parte de pessoal em posições mais altas para que estes desistam da carreira?

                                      EDIT: Encontrei isto: Sexual orientation and military service :)
                                      « Última modificação: 28 de Outubro de 2008 por thwRoyalSizeCX »

                                        Homossexualidade nas Forças Armadas
                                        #19

                                        Offline dani03

                                        • *
                                        • Novo Membro
                                        • Género: Feminino
                                        em portugal legalmente não te podem impedir a entrada nas forças armadas por seres homossexual!!

                                        é um meio conservador e portanto é complicado assumir a tua homossexualidade, mas se tiveres uma postura correcta, ninguem te vai por á margem por seres homossexual
                                        , podes é ter o azar em esbarrar com alguem homofobico, que certamente nao é dificil.
                                         

                                           

                                          Tópicos relacionados

                                            Assunto / Iniciado por Respostas Última mensagem
                                          63 Respostas
                                          14725 Visualizações
                                          Última mensagem 21 de Junho de 2011
                                          por Lambuças
                                          39 Respostas
                                          8499 Visualizações
                                          Última mensagem 14 de Julho de 2015
                                          por Sinvastatina
                                          19 Respostas
                                          5216 Visualizações
                                          Última mensagem 27 de Fevereiro de 2013
                                          por the end
                                          35 Respostas
                                          6263 Visualizações
                                          Última mensagem 30 de Abril de 2013
                                          por Spektrum
                                          41 Respostas
                                          7168 Visualizações
                                          Última mensagem 27 de Novembro de 2014
                                          por Lutfia