rede ex aequo

Olá Visitante13.nov.2019, 08:07:41

Autor Tópico: Assumir-nos perante nós proprios  (Lida 4447 vezes)

 
Assumir-nos perante nós proprios
#20

Offline deepsoul

  • *****
  • Membro Elite
  • Género: Masculino
Mas eu acho que isso é muito simples. Pelo menos comigo foi.
Eu olhava para rapazes e para raparigas mas sentia-me - e sinto - atraído por rapazes. Sou homossexual, ponto final.
Se me sentisse atraído por raparigas seria hetero, e se me sentisse atraído por ambos seria bi.

Pois, também acho que é assim...simples... :)

Parece simples, mas será mesmo assim tão simples? ???

    Assumir-nos perante nós proprios
    #21

    Draconus Thorn

    • Visitante
    Eu pessoalmente achei isso extremamente simples. E não, não vivo numa zona em que a homossexualidade é bem encarada, a minha família não tem uma mente aberta, e nem quero imaginar se eles descobrissem.
    Eu pessoalmente nunca tive problemas em aceitar-me como sou. A única coisa que é complicada, de facto, é que não podemos amar alguém nem ser amados por quem queremos de uma maneira tão simples como os hetero.

      Assumir-nos perante nós proprios
      #22

      Offline Dawid

      • ***
      • Membro Total
      • Género: Masculino
      • Freedom Go To Hell
      A verdade é que se nós crescêssemos a saber da existência da homossexualiade nunca teríamos problemas de auto-aceitação. É normal passarmos pela fase da não-aceitação pois deparamo-nos com algo em nós que é uma característica tabu, não aceite, marginalizada  e tida como uma doença. Procuramos afastá-la pois achamos que conseguimos mudar. Eu honestamente não me lembro de ter tido uma longa fase de não aceitação, sempre lidei mais ou menos com o facto de me ter apercebido que me interessavam rapazes.   Lembro-me de um dia chegar a casa e dizer à minha mãe que era diferente dos meus colegas e não sabia bem porquê (nem ela sabia), devia ter uns 11/12 anos. A partir daí foi uma total descoberta da minha homossexualidade.



      Como eu ja referi e outro comentador referiu não é nenhum "nós". Há quem sofra e há quem não sofra. É normal tanto passarmos pela fase da não aceitação como não a passarmos de todo. Jamais achei k a minha bissexualidade fosse doença ou sei lá o kê. E desde muito cedo k sabia da existencia de pessoas como eu. Contrariamente ao k tu disseste eu cresci a saber da existência da homossexualidade. Na minha infancia passei uma temporada na Belgica pk tinha lá familia e via casais gays. Estive em Amesterdão e vi muitos casais homossexuais. Até no Algarve! lol....casais gays alemães e ingleses. Sempre me foi muito familiar e os meus pais sempre foram abertos e o meu pai até me dizia: olha ali akelas duas.   A minha irmã sempre "Os" achou uns kridos, a minha mae sempre "Lhes" axou piada...é uma kestão de nascermos na familia certa...mas claro k como a familia onde nascemos é a NOSSA familia e nao iremos ter outra akeles k têm problemas são akeles k precisam de mais autoconfiança ter. Mais coragem; mais força interior...Kem me dera k não sofressem... :-\  ...o facto de haver muitos jovens a sofrer é algo k nao me passa ao lado...tenho perfeito conhecimento disso...Kem me dera k todos os LGBT's tivessem uma familia com o mesmo nivel de aceitação k a minha...seria perfeito...
      Abraço Paz 

      Sim, cada caso é um caso e nem todos têm que passar obrigatoriamente por uma fase de negação, podem crescer tendo conhecimento daquilo que são e vão-se aceitando ao mesmo tempo que se descobrem. Isso é perfeito e parece-me bem, mas todos sabemos que não é bem assim. Deves ter consciência que o facto de teres vivido noutros países ajudou bastante e também o facto de teres a família que tens, que é uma num milhão.





          Viver noutros países nunca vivi...kem me dera...se pudesse ia viver para um países nordico. O k aconteceu ek a irma do meu pai viveu muitos anos em bruxelas...e lá uma ou outra vez via-se um casalinho  :D    e os meus pais sempre curtiram viajar pelo norte da europa e portanto sempre tiveram mente aberta...Ya eu sei k é uma num milhão... :'(   e nao imaginas como k isso me deprime...kuando nós lutamos temos k sempre lutar pelo nome de todos...eu se luto agora contra a discriminação não é só porcausa de mim...e eu sofro muito com os outros e depois passo a vida a kerer saber tudo o k se passa nos outros países e normalmente é maioritariamente mau! e o k é bom nao compensa o k é mau...Mas eu um dia ei-de conseguir lutar de outras formas e usar outros meios...eu ei-de ser um activista...é um dos meus maiores sonhos...contudo ser-se um activista deve ser o mesmo k condenar-me a mim mesmo a andar deprimido para o resto da vida...talvez seja barra ser-se um activista não concordas?   :-\
        Europe is the cancer, Islam is the answer

         

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