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Olá Visitante20.set.2019, 19:19:51

Autor Tópico: Desabafos e Confissões...  (Lida 411276 vezes)

 
Desabafos e Confissões...
#5120

Offline Di HF

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Sou sempre a mesma, não aprendo com os meus próprios erros. Vou esperar que se passem outros 6 anos? Tenho de seguir em frente, não posso estar para sempre presa a esta "assombração". Isto é das coisas que me faz pior na vida. Nunca pensei que uma pessoa pudesse causar tanta coisa a outra...


Como te compreendo. Tens mesmo de te libertar. De seguir em frente. Nao é facil... mas tens de conseguir. Ao teu ritmo.

Como fazer isso? Qualquer ajuda é bem vinda...

    Desabafos e Confissões...
    #5121

    Offline Jiyoana

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    Sou sempre a mesma, não aprendo com os meus próprios erros. Vou esperar que se passem outros 6 anos? Tenho de seguir em frente, não posso estar para sempre presa a esta "assombração". Isto é das coisas que me faz pior na vida. Nunca pensei que uma pessoa pudesse causar tanta coisa a outra...


    Como te compreendo. Tens mesmo de te libertar. De seguir em frente. Nao é facil... mas tens de conseguir. Ao teu ritmo.

    Como fazer isso? Qualquer ajuda é bem vinda...


    Tempo. É a pior resposta mas é a unica.
      ♀♀ | Feminista | Gamer | Psicologia Criminal |

      Desabafos e Confissões...
      #5122

      Offline Di HF

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      • Género: Feminino
      Acho que nunca tive tanto medo na vida como tenho agora.

        Desabafos e Confissões...
        #5123

        Offline interrupted

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        Acho que estraguei tudo...

          Desabafos e Confissões...
          #5124

          Mónicaf

          • Visitante
          Então!?

            Desabafos e Confissões...
            #5125

            Offline sleepy_heart

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            • Membro Sénior
            • Género: Feminino
            Lembro-me da desilusão que senti durante o início da minha "idade adulta". Durante alguns anos achei que entre os 18 e os 21 anos as coisas se cimentariam, começariam a ser sérias e com sentido mas rapidamente percebi que a idade e características do infantário se prolonga na maioria das pessoas durante muitos anos e nalguns casos até sempre. Sempre me diverti mas sempre tive um lado muito sério, de responsabilidade, sempre gostei de regras... não, não as que proibem só por proibir... mas as que orientam. Tudo o que me esforcei por aprender, por absorver, por praticar foi posto em causa: não que não fosse antes, mas na idade adulta considerei grave ver certos valores expressos na minoria e não na maioria. Uns copos fazem bem à alma, mas uns copos com conversas de reflexão... a mim, sabem-me tão melhor! Foi quase insuportável ter andado durante anos a ouvir conselhos adultos e perceber que a maioria dos adultos não os colocava em prática. Lembro-me de tantas injustiças... que só reforçam a verdadeira palhaçada que o mundo adulto é. Lembro-me de ter posto em causa o valor de alguns/algumas dos/as meus/minhas professores/as universitários/as devido aos seus comportamentos negligentes em relação à verdadeira aferição do conhecimento. Um deles, no fim de um exame absolutamente vergonhoso em que ele simplesmente anuiu com os copianços de cerca de 60 por cento da sala, disse-me "Não sou polícia." Claro que não... ele não era um polícia... ele era um nabo disfarçado de professor porque os/as verdadeiros/as professores/as sabem que uma das suas funções é avaliar o conhecimento dos/as alunos/as. É claro que para a maioria de adultos/as mal formados/as ele era o fixe e a tipa secante era eu. Enfim, palhaços/as a mandar números aleatórios para o ar... num mundo em que, infelizmente, os números são mais importantes do que a forma como se chega a eles. Felizmente pude conhecer pessoas de valor com quem nessa altura pude ter conversas interessantes, tão raras...


            É por tudo isto que sigo o meu caminho e não vou em cantigas. Porque sigo o que sinto, porque sei do que sou feita e prefiro a margem ao "rebanho desordenado".

              Desabafos e Confissões...
              #5126

              Offline Fernando Pinheiro

              • ***
              • Membro Total
              • Género: Masculino
              • Sou bissexual e não-binário/Amo-te, Anocas.
                • Draco Magnus - LGBTI - Página inicial
              Lembro-me da desilusão que senti durante o início da minha "idade adulta". Durante alguns anos achei que entre os 18 e os 21 anos as coisas se cimentariam, começariam a ser sérias e com sentido mas rapidamente percebi que a idade e características do infantário se prolonga na maioria das pessoas durante muitos anos e nalguns casos até sempre. Sempre me diverti mas sempre tive um lado muito sério, de responsabilidade, sempre gostei de regras... não, não as que proibem só por proibir... mas as que orientam. Tudo o que me esforcei por aprender, por absorver, por praticar foi posto em causa: não que não fosse antes, mas na idade adulta considerei grave ver certos valores expressos na minoria e não na maioria. Uns copos fazem bem à alma, mas uns copos com conversas de reflexão... a mim, sabem-me tão melhor! Foi quase insuportável ter andado durante anos a ouvir conselhos adultos e perceber que a maioria dos adultos não os colocava em prática. Lembro-me de tantas injustiças... que só reforçam a verdadeira palhaçada que o mundo adulto é. Lembro-me de ter posto em causa o valor de alguns/algumas dos/as meus/minhas professores/as universitários/as devido aos seus comportamentos negligentes em relação à verdadeira aferição do conhecimento. Um deles, no fim de um exame absolutamente vergonhoso em que ele simplesmente anuiu com os copianços de cerca de 60 por cento da sala, disse-me "Não sou polícia." Claro que não... ele não era um polícia... ele era um nabo disfarçado de professor porque os/as verdadeiros/as professores/as sabem que uma das suas funções é avaliar o conhecimento dos/as alunos/as. É claro que para a maioria de adultos/as mal formados/as ele era o fixe e a tipa secante era eu. Enfim, palhaços/as a mandar números aleatórios para o ar... num mundo em que, infelizmente, os números são mais importantes do que a forma como se chega a eles. Felizmente pude conhecer pessoas de valor com quem nessa altura pude ter conversas interessantes, tão raras...


              É por tudo isto que sigo o meu caminho e não vou em cantigas. Porque sigo o que sinto, porque sei do que sou feita e prefiro a margem ao "rebanho desordenado".


              Adorei este texto! Subscrevo! Uma pessoa não é adulta porque faz 18 anos. É adulta quando vê a realidade tal como ela é e aceitar essa realidade. Nem toda a gente é capaz de fazer isso. Nós vivemos numa sociedade muito infantilizada. Onde nem toda a gente é aquilo que diz-se ser. Nem faz o que diz para outros fazerem. Claro que existe sempre pessoas de confiança. Mas infelizmente existe muita gente interesseira e que não é de confiança. Por vezes as pessoas de confiança são aquelas que não estamos à espera.
                I'm bisexual and proud! xD Tu podes controlar o teu próprio destino e tomar as tuas próprias escolhas, podes fazer tudo, a única coisa que não podes controlar é a morte. https://www.facebook.com/FernandoEmanuelPinheiro/

                https://www.facebook.com/DracoMagnus27/

                Desabafos e Confissões...
                #5127

                Offline sleepy_heart

                • ****
                • Membro Sénior
                • Género: Feminino
                Lembro-me da desilusão que senti durante o início da minha "idade adulta". Durante alguns anos achei que entre os 18 e os 21 anos as coisas se cimentariam, começariam a ser sérias e com sentido mas rapidamente percebi que a idade e características do infantário se prolonga na maioria das pessoas durante muitos anos e nalguns casos até sempre. Sempre me diverti mas sempre tive um lado muito sério, de responsabilidade, sempre gostei de regras... não, não as que proibem só por proibir... mas as que orientam. Tudo o que me esforcei por aprender, por absorver, por praticar foi posto em causa: não que não fosse antes, mas na idade adulta considerei grave ver certos valores expressos na minoria e não na maioria. Uns copos fazem bem à alma, mas uns copos com conversas de reflexão... a mim, sabem-me tão melhor! Foi quase insuportável ter andado durante anos a ouvir conselhos adultos e perceber que a maioria dos adultos não os colocava em prática. Lembro-me de tantas injustiças... que só reforçam a verdadeira palhaçada que o mundo adulto é. Lembro-me de ter posto em causa o valor de alguns/algumas dos/as meus/minhas professores/as universitários/as devido aos seus comportamentos negligentes em relação à verdadeira aferição do conhecimento. Um deles, no fim de um exame absolutamente vergonhoso em que ele simplesmente anuiu com os copianços de cerca de 60 por cento da sala, disse-me "Não sou polícia." Claro que não... ele não era um polícia... ele era um nabo disfarçado de professor porque os/as verdadeiros/as professores/as sabem que uma das suas funções é avaliar o conhecimento dos/as alunos/as. É claro que para a maioria de adultos/as mal formados/as ele era o fixe e a tipa secante era eu. Enfim, palhaços/as a mandar números aleatórios para o ar... num mundo em que, infelizmente, os números são mais importantes do que a forma como se chega a eles. Felizmente pude conhecer pessoas de valor com quem nessa altura pude ter conversas interessantes, tão raras...


                É por tudo isto que sigo o meu caminho e não vou em cantigas. Porque sigo o que sinto, porque sei do que sou feita e prefiro a margem ao "rebanho desordenado".


                Adorei este texto! Subscrevo! Uma pessoa não é adulta porque faz 18 anos. É adulta quando vê a realidade tal como ela é e aceitar essa realidade. Nem toda a gente é capaz de fazer isso. Nós vivemos numa sociedade muito infantilizada. Onde nem toda a gente é aquilo que diz-se ser. Nem faz o que diz para outros fazerem. Claro que existe sempre pessoas de confiança. Mas infelizmente existe muita gente interesseira e que não é de confiança. Por vezes as pessoas de confiança são aquelas que não estamos à espera.

                Obrigada. Entendo-te. No meu caso em particular não se trata de estar à espera de determinados comportamentos em determinada pessoa (felizmente fui, também... e às vezes nem sei bem como, cimentando amizades com pessoas de "cabeça mais adulta")... mas mais no sentido global... de não ver muita diferença entre garotos/as a brincar no infantário ou adultos/as a cumprirem os seus deveres. O sentido de cidadania, de Estado-Nação (ou, melhor ainda: de humanidade), de real intenção... e tantos outros, parecem-me nulos.
                « Última modificação: 25 de Junho por sleepy_heart »

                   

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