rede ex aequo

Olá Visitante09.jul.2020, 19:00:55

Autor Tópico: Homossexuais na polícia portuguesa  (Lida 10910 vezes)

 
Homossexuais na polícia portuguesa
#20

Offline My_Secret

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Alo pessoal!
Já ouviram falar do documentário mais polémico dos últimos tempos? Trata-se de Outrage, cuja descrição oficial é "An indictment of closeted politicians who lobby for anti-gay legislation in the U.S.". No fundo, mostra como os mais ferrenhos defensores da homofobia são, de facto, homossexuais. Espero que chegue cá no Queer09!
Abraço ;)
Site do filme no IMDb: http://www.imdb.com/title/tt1049400/
    Smile :)

    Notícias LGBT
    #21

    Offline Moss Deb

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    Polícia 'gay' luta pela igualdade na instituição
    por SÓNIA SIMÕES in DN 3-06-09

    Grupo de trabalho do Sindicato Unificado de Polícia quer apoiar homossexuais discriminados na PSP. Na GNR não há queixas.

    Durante anos, o agente da PSP Belmiro Pimentel escondeu da família e dos amigos os seus sentimentos por pessoas do mesmo sexo. Cansado de esconder a sua orientação sexual, percebeu, um dia, que quem o conhecia iria aceitá-lo independentemente da sua orientação sexual. Foi assim com os familiares próximos, mas não foi tão fácil com os colegas de trabalho.

    "Ouvia piadinhas, algumas nas minhas costas", conta Pimentel ao DN. Há sete anos, o agente da PSP percebeu que não podia continuar a esconder-se. Antes esquivava-se a perguntas como "quando é que casas?", ou "com quem foste sair?". Hoje, luta pelo fim dessa discriminação e dá a cara por um grupo de trabalho integrado no Sindicato Unificado de Polícia (SUP) que pretende receber todos os elementos da PSP homossexuais que se sintam discriminados na sua profissão.

    O grupo de trabalho está ainda a discutir as várias formas de luta. Primeiro é necessário saber em que é que os polícias se sentem discriminados. Depois perceber como é que se pode inverter a situação. "Há polícias que nos procuram, mas quando pretendemos tomar medidas retraem-se, temendo represálias", disse ao DN Peixoto Rodrigues, presidente do SUP, que não teve dúvidas em aceitar este grupo no sindicato.

    Mais do que mudar a mentalidade dentro da instituição, o polícia considera importante não discriminar as vítimas. "Os homossexuais são alvos fáceis de crimes e muitas vezes sentem vergonha de denunciar. Há vítimas de violência doméstica, ou bissexuais, casados, que foram vítimas em locais conotados com a homossexualidade e têm vergonha de o denunciar", diz. (ver entrevista na última página).

    O porta-voz da Direcção Nacional da PSP, Paulo Flor, disse ao DN que a PSP respeita qualquer credo, religião ou orientação sexual. E que os polícias que atendem vítimas de crimes sexuais têm uma formação específica e sensibilidade acrescida para o fazer.

    http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1251972

    por Sónia SimõesHoje

    Entrevista com Belmiro Pimentel, agente do Comando da PSP do Porto.
    por Sónia Simões in DN 3-0-09

    Porque decidiu criar um grupo de trabalho de apoio aos polícias homossexuais?

    Por incentivo de um colega da PSP, que está a tirar uma licenciatura em Sociologia e a trabalhar sobre o tema da orientação sexual. Comecei a perceber que muitos colegas meus eram discriminados por serem gays e decidimos criar este grupo à semelhança do já criado Eurogaypolice.

    Mas já se sentiu discriminado?

    Sinto-o desde o momento em que falam nas minhas costas. Mas os meus colegas que me olham pela pessoa que eu sou rebatiam os argumentos. Outras vezes, eu próprio o fiz. Mas sei do caso de um colega que foi afastado de um grupo de trabalho, com boas notas, e que não encontra explicação para isso.

    E como é que este grupo pretende mudar isso?

    Estamos ainda numa fase de estágio. Para já, o grupo de trabalho sou eu, o meu colega que está a estudar Sociologia e o João Paulo do Portugal Gay. Mais tarde pretendemos contar com juristas, psicólogos e outros profissionais que nos possam ajudar. As coisas estão a caminhar no bom sentido.

    Desde que deu a cara por este movimento já sentiu alguma represália?

    Até ao momento não, nem se espera que existam. Se houver algum comentário e eu sinta que a minha imagem e honra foram denegridas, usarei os meios legais. Mas há colegas meus que já me contactaram e que temem represálias, por isso não dão já a cara.

    Já foi contactado por muitos colegas?

    Alguns colegas contactaram-me, mas nem todos são homossexuais. Dizem que sou corajoso. Prefiro que isto seja encarado como altruísmo pelos outros que sentem o mesmo que eu. Alguns temem ser conotados com os homossexuais quando estão comigo. Para as mulheres é mais fácil. Também há muitas mulheres lésbicas na PSP.
     
    Espera que este grupo de trabalho se desenvolva ao ponto de se tornar independente e, quem sabe, ser uma associação sindical?

    Este grupo poderá caminhar para um outro que acolha homossexuais de outras instituições, como da GNR, da PJ ou até da segurança privada, à semelhança do que acontece em Espanha. Ponderamos isso, para já somos ainda um embrião a trabalhar no seio da PSP. Em Inglaterra até já há paradas gay com polícias fardados.

    http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1252146
    « Última modificação: 3 de Junho de 2009 por Moss Deb »

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      #22

      MaryFanatic

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      È preciso muita coragem para assumir a sua orientaçâo num local onde a homofobia ainda impera. Infelizmente em Portugal, ser gay continua a ser representativo de um pária. Existe muita pouca visibilidade.

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        #23

        Offline O'Connell

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        È preciso muita coragem para assumir a sua orientaçâo num local onde a homofobia ainda impera. Infelizmente em Portugal, ser gay continua a ser representativo de um pária. Existe muita pouca visibilidade.

        A homofobia "impera" na Segurança, na Saúde, na Política, etc.
        O mais engraçado é que são áreas, nas quais os membros que delas fazem parte, recebem uma "formação" específica com o objectivo de desmistificar e tornar a sensibilidade acrescida (algo dito na entrevista)
        Porém, na maioria das vezes, isto não se verifica, porque infelizmente o "conhecimento" não muda a maneira de pensar de ninguém...
          «No, no, not my car! [menacingly] Oh I hate mummies!» by myself  lol

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          #24

          Offline corema

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          È preciso muita coragem para assumir a sua orientaçâo num local onde a homofobia ainda impera. Infelizmente em Portugal, ser gay continua a ser representativo de um pária. Existe muita pouca visibilidade.

          A homofobia "impera" na Segurança, na Saúde, na Política, etc.
          O mais engraçado é que são áreas, nas quais os membros que delas fazem parte, recebem uma "formação" específica com o objectivo de desmistificar e tornar a sensibilidade acrescida (algo dito na entrevista)
          Porém, na maioria das vezes, isto não se verifica, porque infelizmente o "conhecimento" não muda a maneira de pensar de ninguém...

          Não o noto muito na área da saúde... Acho que na polícia deve ser muito mais flagrante... E já agora, eu trabalho na área da saúde e nunca recebi nenhuma formação específica que desmitificasse fosse o que fosse ou sequer que referisse alguma coisa do género. Fazemos muitas formações de segurança e higiene no trabalho, isso sim! Chegamos mesmo a ter de fazer formações com conteúdos repetidos e que nem sequer estão relacionadas com a nossa área de trabalho...

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            #25

            Offline O'Connell

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            È preciso muita coragem para assumir a sua orientaçâo num local onde a homofobia ainda impera. Infelizmente em Portugal, ser gay continua a ser representativo de um pária. Existe muita pouca visibilidade.

            A homofobia "impera" na Segurança, na Saúde, na Política, etc.
            O mais engraçado é que são áreas, nas quais os membros que delas fazem parte, recebem uma "formação" específica com o objectivo de desmistificar e tornar a sensibilidade acrescida (algo dito na entrevista)
            Porém, na maioria das vezes, isto não se verifica, porque infelizmente o "conhecimento" não muda a maneira de pensar de ninguém...

            Não o noto muito na área da saúde... Acho que na polícia deve ser muito mais flagrante... E já agora, eu trabalho na área da saúde e nunca recebi nenhuma formação específica que desmitificasse fosse o que fosse ou sequer que referisse alguma coisa do género. Fazemos muitas formações de segurança e higiene no trabalho, isso sim! Chegamos mesmo a ter de fazer formações com conteúdos repetidos e que nem sequer estão relacionadas com a nossa área de trabalho...

            O tipo de formação em que se investe, deverá estar ligado com o público alvo que se procura atingir.
            Num curso ligado há saúde, acho imperativo que um profissional de saúde tenha um mínimo de noção de que a heterossexualidade não é a "norma", para não se ouvirem pelos corredores determinadas palavras de baixo calão... :(
            Acrescento que seria ainda mais importante, essa "formação" começar desde tenra idade. Mas isso talvez seja pedir muito.
              «No, no, not my car! [menacingly] Oh I hate mummies!» by myself  lol

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              #26

              Offline SafeLight

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                • SafeLight Vídeos
              Penso que ainda não tinhamos cá esta entrevista:

              Agente da PSP, Belmiro Pimentel organiza grupo d'apoio a homossexuais da PSP

              http://identidadexy.files.wordpress.com/2009/06/img032.jpg
              « Última modificação: 12 de Junho de 2009 por SafeLight »

                Homossexuais na polícia portuguesa
                #27

                Offline bluejazz

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                  • Homofobia
                Polícia gay?
                António Cartaxo *

                Recentemente um sindicato de polícia com muito reduzida expressão representativa na Policia de Segurança Pública, entendeu mediatizar-se à custa da questão da homossexualidade no interior da PSP, fazendo da sua “exigência” ao ministério da tutela para inclusão no artigo 8º da proposta de revisão do estatuto, que indica os “deveres especiais do pessoal policial”, o dever de não actuar discriminadamente em função da orientação sexual, aspecto que estava omisso, um cavalo de batalha sindical, como se esse fosse o maior problema institucional da Polícia de Segurança Pública.

                Referem os mesmos sindicalistas que actualmente os profissionais de polícia com orientação homosexual ainda são alvos de chacota interna. Nada mais falso.

                A orientação sexual no interior da Polícia de Segurança Pública era uma matéria para a qual a hierarquia superior da PSP e até mesmo a sua tutela política conviviam com a maior naturalidade, não existindo qualquer descriminação funcional com base na orientação sexual masculina ou feminina.

                Convenhamos não confundir o gaysmo, mariquismo, ou bichanismo com homosexualidade, na medida em que são comportamentos completamente diferentes, e aquilo que os distingue resulta na aceitação ou rejeição tácita na Polícia de Segurança Pública.

                Da minha experiência profissional lembro-me de exercer funções policiais com apenas um agente com orientação homosexual assumida, o qual desempenhava as suas funções com o maior brio profissional que possamos imaginar, pautando o seu comportamento no respeito pelas características institucionais da Polícia de Segurança Pública, sendo ao mesmo tempo respeitado pelos seus colegas e superiores hierárquicos.

                Até por respeito à orientação homosexual não deve a mesma ser alvo de tratamento estatutário especial, de forma a não a transformar em objecto raro com necessidade de protecção específica, tal como acontece com a orientação bisexual, etc.,

                Os homens e mulheres são seres com necessidades sexuais como quaisquer outros seres, não podendo ser socialmente questionável a orientação que cada um confere às suas características sexuais, desde que daí não resulte inconvenientes funcionais para as instituições que cada um de nós representa.

                Não é difícil de concordar que mesmo nos tempos actuais se olhe socialmente de soslaio para quem se manifeste homosexual ao serviço de forças e serviços tradicionalmente tidos como masculinizados, no entanto essa censura social coloca-se mais ao nível dos comportamentos e não da condição homosexual, e é certo e sabido que os homosexuais assumem comportamentos de tal forma tão assertivos que é necessário terem que assumir a sua homosexualidade, caso contrário não seria possível adivinhar-se a sua orientação sexual.

                De certa forma também não consigo descortinar a utilidade ou necessidade da assumpção publica e social da condição homosexual, da mesma forma que nenhuma outra orientação sexual carece desse condicionalismo.

                * Dirigente Nacional do Sindicato dos Profissionais de Policia – SPP/PSP

                http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=95162#
                  "I cannot be, as Bourdieu suggests, a fish in water that 'does not feel the weight of the water, and takes the world about itself for granted'" - Felly Simmonds

                  Homossexuais na polícia portuguesa
                  #28

                  renegade

                  • Visitante
                  Polícia gay?
                  António Cartaxo *

                  Recentemente um sindicato de polícia com muito reduzida expressão representativa na Policia de Segurança Pública, entendeu mediatizar-se à custa da questão da homossexualidade no interior da PSP, fazendo da sua “exigência” ao ministério da tutela para inclusão no artigo 8º da proposta de revisão do estatuto, que indica os “deveres especiais do pessoal policial”, o dever de não actuar discriminadamente em função da orientação sexual, aspecto que estava omisso, um cavalo de batalha sindical, como se esse fosse o maior problema institucional da Polícia de Segurança Pública.

                  Referem os mesmos sindicalistas que actualmente os profissionais de polícia com orientação homosexual ainda são alvos de chacota interna. Nada mais falso.

                  A orientação sexual no interior da Polícia de Segurança Pública era uma matéria para a qual a hierarquia superior da PSP e até mesmo a sua tutela política conviviam com a maior naturalidade, não existindo qualquer descriminação funcional com base na orientação sexual masculina ou feminina.

                  Convenhamos não confundir o gaysmo, mariquismo, ou bichanismo com homosexualidade, na medida em que são comportamentos completamente diferentes, e aquilo que os distingue resulta na aceitação ou rejeição tácita na Polícia de Segurança Pública.

                  Da minha experiência profissional lembro-me de exercer funções policiais com apenas um agente com orientação homosexual assumida, o qual desempenhava as suas funções com o maior brio profissional que possamos imaginar, pautando o seu comportamento no respeito pelas características institucionais da Polícia de Segurança Pública, sendo ao mesmo tempo respeitado pelos seus colegas e superiores hierárquicos.

                  Até por respeito à orientação homosexual não deve a mesma ser alvo de tratamento estatutário especial, de forma a não a transformar em objecto raro com necessidade de protecção específica, tal como acontece com a orientação bisexual, etc.,

                  Os homens e mulheres são seres com necessidades sexuais como quaisquer outros seres, não podendo ser socialmente questionável a orientação que cada um confere às suas características sexuais, desde que daí não resulte inconvenientes funcionais para as instituições que cada um de nós representa.

                  Não é difícil de concordar que mesmo nos tempos actuais se olhe socialmente de soslaio para quem se manifeste homosexual ao serviço de forças e serviços tradicionalmente tidos como masculinizados, no entanto essa censura social coloca-se mais ao nível dos comportamentos e não da condição homosexual, e é certo e sabido que os homosexuais assumem comportamentos de tal forma tão assertivos que é necessário terem que assumir a sua homosexualidade, caso contrário não seria possível adivinhar-se a sua orientação sexual.

                  De certa forma também não consigo descortinar a utilidade ou necessidade da assumpção publica e social da condição homosexual, da mesma forma que nenhuma outra orientação sexual carece desse condicionalismo.

                  * Dirigente Nacional do Sindicato dos Profissionais de Policia – SPP/PSP

                  http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=95162#


                  Meu deus, que miséria intelectual e humana... :-[ Que vergonha, utilizar esta questão para guerrilhas sindicais. E imagino que este Cartaxo até seja dos mais abertos a estes assuntos... pelo menos escreveu sobre ele.
                  Já agora, isto lembra-me uma história. Um colega meu foi a uma entrevista de emprego no Ministério da Defesa, tal como algumas dezenas de colegas do curso que estávamos a frequentar, e é preciso dizer que só recrutavam pessoas deste curso. O rapaz tem um comportamento que o senso comum classifica como - ligeiramente - "efeminado" (apesar de fazer questão de publicitar a sua heterossexualidade). Eu penso que terá sido isso a determinar que nunca o tivessem chamado para a segunda fase das entrevistas, apesar de ser, de longe, quem tinha o melhor currículo académico e profissional na área para que estavam a recrutar.

                    Homossexuais na polícia portuguesa
                    #29

                    Fetch!

                    • Visitante
                    Do outro lado do Atlântico;

                    First lesbian US marshall confirmed
                    By Staff Writer, PinkNews.co.uk • December 30, 2009 - 14:10

                    The first openly gay US marshall has been confirmed. Minneapolis assistant police chief Sharon Lubinski was confirmed on Monday as the US marshal for the Minnesota district. She is the first openly gay marshall and the first woman to hold the position in Minnesota.

                    Lubinski was nominated by President Barack Obama. She has served 20 years as assistant police chief. In a statement released at the time of her nomination, Obama said: "Assistant Chief Lubinski has dedicated her career to the noble cause of protecting her fellow Americans. She has displayed exceptional courage in the pursuit of justice, and I am honoured to nominate her today to continue her selfless work as a US marshal for the District of Minnesota."

                    Lubinski told Associated Press: "It's very exciting. I think it's an exciting time to be serving in the federal system." She added: "Being gay is part of who I am, but I think the even bigger piece here is that it's essential that law enforcement agencies reflect the communities that they serve, whether it's the state, local, or federal level."

                    http://www.pinknews.co.uk/2009/12/30/first-lesbian-us-marshall-confirmed/



                       

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