Um bom passo é dizer “Bom dia” , mesmo que não se conheça a pessoa de lado nenhum. Quando a gente cruza olhares com alguém , calha bem um bom dia. Não custa nada, é educado e por vezes arrasta sorrisos. Das duas uma, ou recebemos de volta , ou não recebemos mas ficamos com a certeza de ter marcado a diferença.
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Entendo quanto ao "Olá" e é algo cordial, de ser humano, mas cordialidade e amizade são diferentes. Também não podemos ser amigos/as de toda a gente a quem dizemos "Olá" mas certamente deixamos escapar pessoas maravilhosas ao longo da vida. Não há fórmulas... há empatias ou não. Acho importante estar, demonstrar preocupação, acompanhar, não ficar demasiado na defesa porque isso demonstra que não se confia no outro lado e clima de desconfiança e amizade não coadunam. Talvez seja o que chamas "fechar em copas". É importante alimentar a amizade e criar momentos / memórias.

Olha que descrição tão bem feita! É isso mesmo
diria que construir amizades depende muito da personalidade de cada indivíduo, há quem seja super extrovertido e se sinta a vontade para conhecer novas pessoas e depois há aqueles que por timidez ou por serem um bocado mais introvertidos teem mais dificuldade, na minha opinião tudo depende de se estar disponível a "dar se a" , e aliás não é de um dia para o outro que construímos uma amizade, é como cozinhar mos um bolo, vamos pondo um ingrediente de cada vez e só no final temos resultados se saiu bem ou não ,
Bem dito! Mas pelo que me apercebo a extroversão pode ser um bom ponto para fazer novos/as conhecidos mas não novos/as amigos/as. Conheço indivíduos que são muito bons a contactar, que gostam de ser o centro das atenções, estão rodeados/as de pessoas mas que não "sabem" ser amigos/as nem têm amigos/as. É a tal diferença entre contactos e amizades. Concordo imenso com a disponibilidade para se dar. Ninguém tem paciência para conversar com "paredes" durante muito tempo. Adorei a analogia do bolo

Há sempre quem goste de certas características mais docinhas e quem goste de certas características mais amargas e logo aí há logo uma "selecção" exercida por quem prova o bolo. Também é preciso termos atenção ao tempo que gastamos na "cozinha" e percebermos quando devemos desligar o forno antes que queime. Por exemplo, adoro investir tempo nas pessoas, no ser humano em geral, mas há que saber onde gastar energia e tempo e quanto mais cedo percebermos o tal "resultado" melhor. *(1) Uma pessoa não pode ser "parvinha" toda a vida

*(1) E não pode ser sempre o mesmo lado a colocar ingredientes e o outro lado a "comer o bolo": a amizade é uma troca mútua. Se não houver essa partilha de ingredientes não me parece que haja muita amizade.