rede ex aequo

Olá Visitante25.mai.2019, 00:02:10

Autor Tópico: Violência doméstica  (Lida 10131 vezes)

 
Violência doméstica
#40

EbayGirl

  • Visitante
Para mim é assim:
DÁS UMA, LEVAS DUAS DE TROCO E PONTO FINAL EM TUDO!!!
« Última modificação: 9 de Setembro de 2006 por EbayGirl »

    Violência doméstica
    #41

    estrelaminha

    • Visitante
    Para mim é assim, se algum dia me deres foi o último dia q me vis-te ao teu lado

      Violência doméstica
      #42

      Calipso

      • Visitante
      Para mim é assim:
      DÁS UMA, LEVAS DUAS DE TROCO E PONTO FINAL EM TUDO!!!


      Para mim é assim, se algum dia me deres foi o último dia q me vis-te ao teu lado

      Apoiado

        Violência doméstica
        #43

        Whisper

        • Visitante
        Para mim é assim, se algum dia me deres foi o último dia q me vis-te ao teu lado

        Exatamente! Conheco alguns relacionamentos que entraram na fase de violencia, uma bate então a outra bate de volta e andam sempre assim. Eu pergunto-me como são capazes de manter um namoro assim! A apartir do momento que bates na outra pessoa so significa que não tens o minimo respeito por ela... Admito que já tive tão zangada que me apeteceu bater, mas de apetecer a fazer ainda vai um grande bocado e nunca passei tal linha!

          Violência doméstica
          #44

          Offline τοRoyalSizeΚΞ

          • *****
          • Orador(a)
          • Membro Vintage
          • Género: Masculino
          Nova campanha contra a violência doméstica.

          Desta vez podem ler-se frases como:
            André insulta Inês
            Pedro domina Joana
            Zé maltrata Ana
            Isabel domina Luís
            Rui agride Paula


          Já é um avanço a inclusão de violência dirigida a homens. Mas continua a não existir a referência a casais de pessoas do mesmo sexo. A campanha peca por imprecisão, pela exclusão de um grupo social, tornando-a menos representativa da população, assim como continua a reprimir uma minoria que bem precisa de se sentir integrada, que apenas quer ser mencionada.

          Se não levasse o número tanto a sério telefonaria a confrontá-los com o facto. Não sei a quem dirigir o meu parecer, não se menciona nenhum destinatário em específico sobre a campanha, é pena.

          Não obstante, é bom consultar o site disponibilizado, responder aos questionários e ler as mensagens. Ficamos a perceber mais sobre o tipo de violência doméstica, física e psicológica.

          http://www.amorverdadeiro.com.pt/


          But, shame on you   [smiley=nao.gif]

            Violência doméstica
            #45

            liss

            • Visitante
            Repugna-me.
            É daquelas coisas às quais não consigo passar ao lado como se não fosse nada comigo...
            [smiley=bomba.gif]  [smiley=muro.gif]

              Violência doméstica
              #46

              Offline Livre-Mente

              • *****
              • Membro Ultra
              • Género: Feminino
              • "Os sonhos são a literatura do sono"
                • http://livrementeoculta.blogspot.com/



              A violência doméstica não está aumentar, apesar do número de denúncias ter sido maior este ano. As vítimas de violência doméstica estão a denunciar mais o que se passa e confiam mais “no sistema”, explicou a presidente da Comissão para a Cidadannia e Igualdade do Género.

              Os dados divulgados pela APAV significam que "as vítimas confiam no sistema, que começam a deixar de ter vergonha, medo e culpa de denunciar o agressor”, explicou Elza Pais, comentando os 18.669 crimes que a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) contabilizou no ano passado, dos quais 90 por cento são de violência doméstica.

              “As vítimas têm vontade de denunciar, mas ao mesmo tempo de perdoar o agressor, porque é, por norma, a pessoa com que vivem”, afirmou a presidente, à margem do I congresso sobre Tráfico de Seres Humanos, que decorre hoje e sexta-feira em Loures.

              Os números da APAV revelam “um aumento de registos, mas não um aumento da violência doméstica”, o que vem ao encontro dos dados da PSP e da GNR, refere a presidente. "Felizmente está a ser criada uma nova consciência colectiva para que as pessoas que vivem estes dramas possam falar deles, possam denunciar", disse.

              Elza Pais explicou que as denúncias correspondem ainda a uma percentagem muito baixa dos casos reais apesar de um estudo que foi divulgado a meados do ano passado indicar que a dimensão real da violência doméstica “diminuiu dez por cento nos últimos dez anos".

              Vítimas denunciam mais mas violência doméstica não aumentou


              Lembrei-me de colocar aqui este artigo que saiu no publico porque elucida bem o que se passa no nosso País, não me surpeende em nada as denuncias serem mais dado ao facto de ainda a dez anos os numeros eram bem diferentes as pessoas escondiam-se muito mais e não se trata de uma questão de cultura o que so se passa nas vilas e aldeias ve-se por essas Cidades muita gente bem formada que também levanta a mão.
              Já se começa um pouco a desmistificar este assunto e a torná-lo cada vez mais Publico o que antes era um grande segredo agora começam a levantar-se as vozes em vez das mãos.
                Não sei se sou invulnerável no ataque ou resistente na defesa... Não sei se o pior é mudar de ideia ou não tê-la para mudar... Só sei que quanto mais alta estou mais dificuldade tenho em manter o equilíbrio..
                Só sei que nenhuma certeza fatal é pior que a dúvida ameaçadora..

                Violência doméstica
                #47

                Offline corema

                • *****
                • Membro Elite
                • Género: Feminino
                Efeitos das agressões na saúde física e mental

                Portugueses lideram projecto europeu sobre violência doméstica
                2009-11-09

                A Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) vai liderar um projecto europeu inédito sobre violência doméstica – o DoVE (Domestic Violence against Women/Men in Europe: Prevalence, determinants, effects and policies/practices), financiado em um milhão de euros pela Agência Executiva para a Saúde e para os Consumidores, um órgão ligado à Comissão Europeia.

                A iniciativa tem como objectivo avaliar a prevalência desta tipo de violência na Europa, caracterizar os actos de abuso, as vítimas e os agressores, e analisar os efeitos da violência conjugal na saúde física e mental dos lesados. Trata-se de um projecto de grande dimensão, que inclui equipas multidisciplinares de oito países da União Europeia, e cujos resultados deverão ser conhecidos dentro de dois anos.

                Um outro estudo da Universidade do Minho, realizado no Norte de Portugal sobre a prevalência da violência entre parceiros íntimos, demonstrou que 26,2 por cento dos participantes declararam ter cometido pelo menos um acto abusivo contra o seu parceiro no último ano, contando qualquer tipo de abuso. Mas há muito por explorar.

                Esta é a primeira vez que se avaliam os efeitos da violência doméstica em termos de saúde física e mental. Sabe-se que é recorrente que as vítimas deste tipo de abuso sofram de depressão, ansiedade, stress pós-traumático, etc. Mas não existem trabalhos que relacionem os abusos e a deterioração da saúde das vítimas no nosso país.

                Indicadores de abusos

                Os investigadores vão procurar também indicadores da prática destes abusos. Aos inquiridos será perguntado se bebem, consomem drogas, se foram vítimas de agressões durante a infância ou se assistiram a cenas de violência entre os progenitores, entre outras coisas, que se sabem estar associadas à prática de violência doméstica. O estabelecimento destes indicadores tem um papel fundamental, servindo de sinal de alerta aos profissionais de saúde e às autoridades que passam a poder detectar os casos mais precocemente.

                Paralelamente, a investigação pretende reunir, analisar e comparar a legislação e práticas profissionais de cada país no que toca a medidas de prevenção, detecção e reabilitação de vítimas e agressores. A comparação desses dados entre os diferentes países envolvidos no projecto vai permitir fazer algumas leituras sobre o efeito que diferentes tipos de medidas têm sobre a prevalência da violência doméstica e elaborar propostas que visem a sua melhoria.

                Em Portugal, existe legislação sobre violência doméstica desde 1991. Em 2008, a PSP e a GNR registaram 27 mil queixas referentes a casos de violência doméstica.

                O trabalho vai culminar na redacção de recomendações adaptadas à realidade da europeia, que serão entregues às autoridades competentes com o objectivo de promover a adopção de medidas mais eficazes contra este problema.

                A violência doméstica é um flagelo que atinge tantos os países em desenvolvimento como as nações e as populações mais privilegiadas. Em Portugal, estima-se que um terço das mulheres já tenha sido vítima numa das suas diferentes formas (física, sexual e psicológica).
                A maioria dos estudos sobre este problema focaliza-se no sexo feminino cujos dados advêm dos registos criminais e queixas formais ou dos pedidos de apoio das vítimas às instituições especializadas. Ficam de fora todos os casos não reportados bem como situações em que a vítima é um homem.

                O DoVE pretende avaliar uma amostra representativa da população adulta de cada um dos países envolvidos (Portugal, Suécia, Alemanha, Reino Unido, Bélgica, Espanha, Grécia e Hungria), tanto nas mulheres como nos homens.

                Perspectiva científica

                Os cientistas pretendem estudar os actos de violência praticados entre parceiros íntimos, independentemente do estado civil ou género, com recurso a instrumentos estandardizados. É esta perspectiva científica mais abrangente e neutra que distingue este trabalho de outros existentes sobre a violência doméstica em Portugal.

                De acordo com Henrique Barros, director do Serviço de Higiene e Epidemiologia da FMUP e líder do DoVE, os trabalhos científicos existentes são escassos. Os resultados de um trabalho anterior sobre este tópico, desenvolvido para a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, demonstram que uma em cada três mulheres portuguesas já foi vítima de abusos por parte do parceiro.

                http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=36749&op=all#cont

                  Violência doméstica
                  #48

                  Offline Atomic

                  • *****
                  • Membro Ultra
                  • Género: Masculino
                  • Everything changes when you grow old...
                    • Somos Blergh
                  Eu confesso que em tempos achava "oh, mas as pessoas se continuam na relação é um erro da parte delas" mas entretanto a minha sensibilidade foi crescendo e já reconheço que por vezes as pessoas ficam presas num loop do qual nunca conseguem sair. Por um lado mantenho a minha opinião nos casos em que a pessoa mantém a relação na expectativa infundada que a questão irá mudar sozinho porque ele ou ela "nem é má pessoa", mas por outro compreendo agora que há situações de dependência que surgem e que acabam por ser um grande entrave para que a pessoa consiga se livrar da sua situação.

                   

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