rede ex aequo

Olá Visitante25.mai.2019, 00:20:47

Autor Tópico: Eu adoro...  (Lida 123769 vezes)

 
Eu adoro...
#1060

Offline origo

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  • Membro Ultra
  • Género: Feminino
  • Only a life lived for others is a life worthwhile
ir à AZP (http://azp.pt/adocao-caes.php) e passear @s cães e fazer festinhas aos gat@s que aguardam ser adoptad@s ^^
    http://www.meetup.com/pt-BR/Comunidade-Queer-LGBTQIA-Portugal/
    "A journey of a thousand miles begins with a single step." Provérbio chinês
    "Altruism is not a luxury, but a necessity" Matthieu Ricard
    http://www.imissio.net/artigos/49/1885/algumas-notas-sobre-a-gentileza/

    Eu adoro...
    #1061

    Offline Tavares

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    Lasanha!!!!
      Se pensas que és pequene demais para fazer a diferença tenta dormir com um mosquito no teu quarto :P

      Eu adoro...
      #1062

      Sunny

      • Visitante
      Gatos :)

        Eu adoro...
        #1063

        Offline sleepy_heart

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        • Membro Sénior
        • Género: Feminino
        Atitudes como esta:

        Muitas mães são verdadeiras heroínas. Disso não há dúvida. Muitas mães vivem em stress. Muitas mães vivem em stress por motivos diversos. Algumas mães vivem em stress porque têm alguém à sua responsabilidade, alguém que amam e de quem têm de tomar conta. Algumas mães vivem em stress porque pensam muito na opinião dos/as outros/as, porque têm receio que os filhos/as não sejam aceites e que não sejam muito bons em diversas áreas ou domínios. Tudo em prol dos/as filhos/as, claro... e não estou a ser irónica. Mas... também porque sentem uma certa pressão, para que os/as familiares, amigos/as, educadores/as, etc. não julguem inferiores as suas condições, as aptidões fornecidas pelo cruzamento genético com o progenitor que escolheram (para os/as seus/suas filhos/as), a educação, etc. Aqui entram a competição e a pressão social.

        Estava eu a beber um chá e a ler um livro algures quando uma senhora parabeniza outra e o seu respectivo filho, o seu pequenote, o seu príncipe, a sua cria - o que queiram chamar-lhe - porque este fazia anos. No meio da conversa a mãe pergunta ao filho quantos anos fazia. A amiga esperava a resposta, sorridente. O garoto até podia saber, da minha parte… não duvidei. Neste momento já tinha deixado de prestar atenção ao livro que lia... queria ver onde aquilo tudo ia dar. O garoto chamava-se Manuel - mas a mãe chamava-lhe "Manel" porque se calhar não gosta da letra "u" - mas o Manuel estava na dele e não respondia e o tempo passava. A mãe fez-lhe a mesma pergunta diversas vezes e ele nada, permanecia calado, para uns/as parecia mudo, a outros/as - como a mim - parecia-me simplesmente na dele, zen, na boa. A mãe insistia na pergunta, a voz a cada vez que perguntava alterava-se, vibrava um pouco mais - notava-se um nervoso miudinho... se era motivo para isso ou não... só ela podia saber - e mais uma vez "Quantos anos fazes hoje?" e justificou-se de seguida com a seguinte afirmação "Ele sabe dizer quantos anos faz". Até ao fim o Manuel não respondeu. Finalmente mudou de assunto. Gostei do Manuel, não por fazer dois anos e saber dizer que fazia dois anos - porque nem sequer chegou a fazê-lo mas não duvido - mas por não ceder à pressão, por fazer o que lhe apetece - porque tem dois anos e nessa idade acho muito bem que se aproveite para se fazer o que se quer - porque, no fundo, ele não tem que provar nada a ninguém, estava na dele, continuou na dele e porque - não sou psicóloga - mas não acho que isto seja má-educação nem acho que ele estivesse a ignorar a mãe só porque sim. No fundo, a mãe foi um bocado chata. Com 2 anos ele estava a brincar e continuou a brincar. Talvez eu tivesse pensado "Que tonta, mãe, se sabes quantos anos faço e se sabes que sei por que raio me perguntas?" O Manuel com 2 anos estava no mundo dele e não saiu de lá, porque, provavelmente, no mundo dele ele não tem que provar nada a ninguém… os dinossauros, as bonecas, os carros, etc. não lhe fazem perguntas chatas… só lhe fazem as perguntas que ele inventa que lhe fazem. O Manuel tem todo o direito de se exibir quando lhe apetecer. Naquele dia não quis exibir o seu conhecimento. E não há mal nenhum nisso.
        « Última modificação: 10 de Fevereiro por sleepy_heart »
          Quanto mais duro for o treino mais fácil será o combate.

          Rio como riem os loucos, choro como uma criança perdida e acredito na amizade verdadeira.

           

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          Adoro Évora porque...

          Iniciado por Anotherbluepeter Évora

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          Última mensagem 7 de Maio de 2012
          por kikikins