rede ex aequo

Olá Visitante21.ago.2019, 03:48:27

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Não há igualdade de oportunidades, é certo, tal como é certo que nem todos os mecanismos de ajuda ou apoio social funcionam, é certo mas não suporto ladrões/ladras sejam eles/as de que classe forem... não podem andar uns/umas a pagar duplamente para outros/as continuarem a usufruir dupla, triplamente e "et ceteramente". Não consigo não reagir quando vejo personagens a saltar, por exemplo - e é só um exemplo - por cima dos pórticos dos transportes públicos. Não sei os motivos, esqueceu-se naquele dia do cartão, faz isso recorrentemente, faz porquê? A primeira excluo normalmente porque a agilidade é sempre a de quem está mais que habituado a proceder daquela forma, quanto a outros motivos muitas questões se colocariam mas há locais próprios para tal e que devem ser tratadas antes de assaltar (a saltar) o Estado. Hoje, mais uma vez, reagi como faço sempre - habilitando-me gratuitamente a uma série de agressões - e o que me respondem sempre é "Meta-se na sua vida." enquanto se dirigem a mim (e enquanto tiramos as medidas mutuamente: percebo sempre que estou em clara desvantagem mas ainda assim não encolho o peito nem baixo os ombros) e respondo "É precisamente isso que estou a fazer... estou a meter-me nas NOSSAS VIDAS porque tudo isto que aqui vês é pago por muita gente. Queres pagas." Até hoje acabaram por me virar as costas mas qualquer dia levo uma chapada, mas prefiro e prefiro dormir descansada. Estou farta de "coitadinhos/as" que não definem prioridades... porque para mais "um caneco" há sempre uns trocos...
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Outras Conversas / Re: O que mata o Amor?
« Última mensagem por Isabel Simões em Ontem, 15h49 »
Boa Tarde... O que mata amor é não sentirmos amadas(os), nao amarmos a nós próprios, assim quando sentirmos esse nosso amor próprio conseguiremos amar , aqui refiro amar o próximo e por alguém de " paixão"... Beijinhos  :-*
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Geral / Re: Cantinho dos Novos Membros
« Última mensagem por Isabel Simões em Ontem, 15h43 »
Boa Tarde  :) :-*
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Lisboa / Re: Cantinho dos novos membros
« Última mensagem por Isabel Simões em Ontem, 15h41 »
Boa tarde...  ;) :) :-*
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Apoio / Re: Desabafos LGBT...
« Última mensagem por Lilium¥ em Quinta-feira »
Não sei o que se passa comigo... A minha vida está muito melhor do que estava há um ano atrás, alcancei grandes conquistas e no entanto sinto a falta daquela pessoa que jamais vai voltar. Quando estou só é penso nela vou ao fundo e entro em depressão. Voltei a amar mas nunca estou completamente feliz. Hoje comecei a pensar que talvez deva ficar simplesmente sozinha do que viver na ilusão de que consigo voltar a entregar o meu coração passem os anos que passarem... Talvez não consiga mesmo voltar a ser feliz com alguém...

Estás a passar por algo que considero terrível. Esse sentimento incapacitante, de ausência ou até de "dor fantasma" é terrível... livra-te disso... essas sombras ofuscam aquilo que o presente pode potenciar. Nunca se saberá o que o futuro reserva... quem sabe não seja algo tão irreversível quanto te parece neste momento mas não vivas em função dessa esperança. Preenche a tua vida com todas essas coisas boas, positivas, com todas essas conquistas e aprende a viver sem essa "esperança/sombra" que corrói. Sozinha ou com alguém... o que importa é seres feliz! Mas elimina essa sombra e cuidado com o cérebro... começa por não cederes a tudo o que ele te pede senão esse "ciclo repetitivo" não acabará nunca. Muita força é o que te desejo porque precisas!


É tão isso que acabaste de descrever. É uma espécie de fantasma que me assombra e tenta modelar os meus pensamentos e acções. Nunca me tinha visto numa situação como esta. Estou a tentar sobrepor as coisas boas que me surgem no dia a dia, mas em alguma medida ainda estou presa e a precisar de paz interior e de acalmar o meu coração.
Pela primeira e única vez que amei sem reservas e com a certeza de que aquela iria ser a pessoa com quem iria querer ficar a vida toda, foi tudo uma ilusão. Deitei para o lixo toda a projecção de futuro que tinha.
Estou a criar o meu próprio presente e futuro mas parece que vivo numa saudade que não passa e ela nem me deu a chance de uma última conversa, um último abraço, um adeus...
Simplesmente partiu e não deixou nada somente o vazio que sinto e a tristeza de já não a ver sorrir para mim, de não poder ouvir a sua voz, nada... Ela partiu e o problema foi que eu parti com ela e não sei onde fiquei, onde estou. Levou de mim coisas tão importantes que pareço ter perdido a capacidade de voltar a amar.


Obrigada pelo vosso apoio. Tenho conversado com amigos mas ninguém parece entender. Sinto-me sozinha no meio disto tudo e já desisti de falar do assunto.
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Apoio / Re: Desabafos LGBT...
« Última mensagem por sleepy_heart em Quarta-feira »
Não sei o que se passa comigo... A minha vida está muito melhor do que estava há um ano atrás, alcancei grandes conquistas e no entanto sinto a falta daquela pessoa que jamais vai voltar. Quando estou só é penso nela vou ao fundo e entro em depressão. Voltei a amar mas nunca estou completamente feliz. Hoje comecei a pensar que talvez deva ficar simplesmente sozinha do que viver na ilusão de que consigo voltar a entregar o meu coração passem os anos que passarem... Talvez não consiga mesmo voltar a ser feliz com alguém...

Estás a passar por algo que considero terrível. Esse sentimento incapacitante, de ausência ou até de "dor fantasma" é terrível... livra-te disso... essas sombras ofuscam aquilo que o presente pode potenciar. Nunca se saberá o que o futuro reserva... quem sabe não seja algo tão irreversível quanto te parece neste momento mas não vivas em função dessa esperança. Preenche a tua vida com todas essas coisas boas, positivas, com todas essas conquistas e aprende a viver sem essa "esperança/sombra" que corrói. Sozinha ou com alguém... o que importa é seres feliz! Mas elimina essa sombra e cuidado com o cérebro... começa por não cederes a tudo o que ele te pede senão esse "ciclo repetitivo" não acabará nunca. Muita força é o que te desejo porque precisas!
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Apoio / Re: Desabafos LGBT...
« Última mensagem por MónicaF em Quarta-feira »
Não sei o que se passa comigo... A minha vida está muito melhor do que estava há um ano atrás, alcancei grandes conquistas e no entanto sinto a falta daquela pessoa que jamais vai voltar. Quando estou só é penso nela vou ao fundo e entro em depressão. Voltei a amar mas nunca estou completamente feliz. Hoje comecei a pensar que talvez deva ficar simplesmente sozinha do que viver na ilusão de que consigo voltar a entregar o meu coração passem os anos que passarem... Talvez não consiga mesmo voltar a ser feliz com alguém...


Ei, não digas isso!! Pensamento positivo! :)


Eu sei que é difícil esquecer alguém, leva tempo... Mas pronto! Também é bom estar só, por um tempinho, fazeres coisas por ti e para ti (não sei se isto soou bem).


Beijinhos e n vás abaixo* !
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Lisboa / Re: És de que zona do distrito de Lisboa?
« Última mensagem por sleepy_heart em Quarta-feira »
Avenidas Novas.
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Apoio / Re: Desabafos LGBT...
« Última mensagem por Lilium¥ em Quarta-feira »
Não sei o que se passa comigo... A minha vida está muito melhor do que estava há um ano atrás, alcancei grandes conquistas e no entanto sinto a falta daquela pessoa que jamais vai voltar. Quando estou só é penso nela vou ao fundo e entro em depressão. Voltei a amar mas nunca estou completamente feliz. Hoje comecei a pensar que talvez deva ficar simplesmente sozinha do que viver na ilusão de que consigo voltar a entregar o meu coração passem os anos que passarem... Talvez não consiga mesmo voltar a ser feliz com alguém...
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Apoio / Re: E depois do adeus...e depois de nós...
« Última mensagem por Lilium¥ em Quarta-feira »
Responder

:X Será possível realmente esquecer-mos alguém para sempre ?
Já dizia Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume':
'Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o r*** à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar. '


Just this...
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