rede ex aequo

Olá Visitante07.mai.2021, 22:27:03

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Geral / Re: Amizade verdadeira LGBT
« Última mensagem por unfold em Ontem, 11h16 »
Há algumas.


"No final, não nos lembraremos das palavras dos nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos." (Martin Luther King).


Não esquecerei quem esteve ao meu lado na batalha, mas também não esquecerei quem não esteve.


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Outras Conversas / Re: Elogios!
« Última mensagem por unfold em Terça-feira »
Ola Unfold.. parabéns.. tens muito jeito para a escrita. adorei o teu texto.
Muito Bom e sim faz falta mais elogios em vez de críticas.



Obrigada! :)  (Vou enviar mp, porque quero responder-te de forma mais personalizada sobre elogios e críticas, sem expor tanto por aqui).
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Outras Conversas / Re: Elogios!
« Última mensagem por Sinvastatina em Terça-feira »
 Ola Unfold.. parabéns.. tens muito jeito para a escrita. adorei o teu texto.
Muito Bom e sim faz falta mais elogios em vez de críticas.

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Apoio / Re: O amor vence sempre, certo ?
« Última mensagem por unfold em Terça-feira »
O que é "vencer" para uns pode não ser para outros.


"I have found the paradox, that if you love until it hurts, there can be no more hurt, only more love." (Mother Teresa)
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Tópicos Lúdicos / Re: O que fazes/ouves neste momento?
« Última mensagem por unicorn39 em Terça-feira »
https://fb.watch/5hbbwoDpan/
Sempre bom para aprender
6
Tópicos Lúdicos / Re: Palavras para alguém muito especial
« Última mensagem por unfold em Segunda-feira »
A rua não está deserta, mas está bastante cheia da tua ausência.



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Outras Conversas / Re: Elogios!
« Última mensagem por unfold em Domingo »
Enquanto estava sentada à mesa da esplanada e se perdia em deambulações, olhando as deambulações de quem a rodeava, pegou numa sensação que a acompanhava há algum tempo. Elogios, elogios... tinha recebido alguns em algumas chamadas e mensagens de amigos. Mas pode haver algo terrível e fracturante nos elogios. Inicialmente podem saber bem, principalmente quando vindos de amigos de quem tanto se gosta, mas, têm despertado sensações menos boas em si. Levantou-se, quase como um autómato, e dirigiu-se ao balcão. O senhor atrás do balcão pensou que queria algo do estabelecimento.
- O que deseja?
- Saber uma coisa, se me permite. Gosta de elogios?
- Perdão?
- Só quero saber se gosta de elogios. Gosta? Gosta de ser elogiado?
- Sim, acho que sim. Quem não gosta? Mas porquê?
- Obrigada. Nada, não ligue. Era só isso.


Voltou para a esplanada a remoer. Não conseguia perceber bem o que ia dentro dela. Começou a escrever num bloco, para organizar as ideias. Escreveu a palavra "elogio" várias vezes, com grafias distintas. Finalmente deixou a tinta descrever o que lhe ia na alma: Elogios. Pode haver algo belo nos elogios, mas ultimamente não me fico por ai. Pode haver algo belo nos elogios, mas há algo que me fractura quando os recebo. E porquê? Em primeiro lugar, porque não me reconheço neles, porque sinto que a pessoa que descrevem com elogios e boas qualidades, já não se encontra aqui. Ah, sim, da última vez chorei ao telefone, depois da ___ me ter elogiado e respondi-lhe que já não sou essa pessoa. Em segundo lugar, porque me lembram todos os elogios que não pude, ou não consegui, retribuir. Em terceiro lugar, porque me lembram o contraste entre quem ainda consegue ver-me assim, e quem, para além de mim, já não consegue.


A sua voz interior vai avisando: "Cuidado com a forma como pensas de ti. Não te julgues em demasia. Talvez estejas a dar demasiada importância a eventos ou vozes que menos bem te fizeram e menos bem te conheciam. Talvez não sejas nada disso. Ouve quem te conhece melhor... talvez ainda consigas recuperar o que tens debaixo de todo esse pó do qual te cobriram para esconderem o teu brilho. Não coloques mais poeira onde já existe tanta. É assim tão difícil seres naturalmente tu? Podes não te julgar por um segundo?"


Levantou-se, depois de arrumar as suas coisas, e dirigiu-se novamente ao balcão. O senhor atrás do balcão, desta vez, olhou-a um pouco intrigado, como quem se pergunta o que dali viria daquela vez. Perguntou-lhe:
- O que deseja?
- Qual o bolo que prefere? Qual escolheria para si?


E após algumas considerações acerca dos vários bolos, indicou-lhe um deles.


- Embrulhe um, por favor, com o máximo cuidado, como se o embrulhasse para a pessoa mais importante do mundo para si.


Quando o senhor atrás do balcão, depois de ter pago, lhe deu a caixa, negou-a, dizendo:
- É para si. Só porque, às vezes, nos esquecemos, na correria do dia a dia, de nós... de quem somos... e de que devemos ser a pessoa mais importante do mundo para nós. Aproveite e tenha um bom dia.


(S. G.)
os textos são teus? revejo me muito nas tuas publicações e desabafos :)

São. Obrigada. Fico feliz se puderem fazer bem a alguém! :)
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Outras Conversas / Re: Elogios!
« Última mensagem por MónicaCarvalhoCasas em Domingo »
Enquanto estava sentada à mesa da esplanada e se perdia em deambulações, olhando as deambulações de quem a rodeava, pegou numa sensação que a acompanhava há algum tempo. Elogios, elogios... tinha recebido alguns em algumas chamadas e mensagens de amigos. Mas pode haver algo terrível e fracturante nos elogios. Inicialmente podem saber bem, principalmente quando vindos de amigos de quem tanto se gosta, mas, têm despertado sensações menos boas em si. Levantou-se, quase como um autómato, e dirigiu-se ao balcão. O senhor atrás do balcão pensou que queria algo do estabelecimento.
- O que deseja?
- Saber uma coisa, se me permite. Gosta de elogios?
- Perdão?
- Só quero saber se gosta de elogios. Gosta? Gosta de ser elogiado?
- Sim, acho que sim. Quem não gosta? Mas porquê?
- Obrigada. Nada, não ligue. Era só isso.


Voltou para a esplanada a remoer. Não conseguia perceber bem o que ia dentro dela. Começou a escrever num bloco, para organizar as ideias. Escreveu a palavra "elogio" várias vezes, com grafias distintas. Finalmente deixou a tinta descrever o que lhe ia na alma: Elogios. Pode haver algo belo nos elogios, mas ultimamente não me fico por ai. Pode haver algo belo nos elogios, mas há algo que me fractura quando os recebo. E porquê? Em primeiro lugar, porque não me reconheço neles, porque sinto que a pessoa que descrevem com elogios e boas qualidades, já não se encontra aqui. Ah, sim, da última vez chorei ao telefone, depois da ___ me ter elogiado e respondi-lhe que já não sou essa pessoa. Em segundo lugar, porque me lembram todos os elogios que não pude, ou não consegui, retribuir. Em terceiro lugar, porque me lembram o contraste entre quem ainda consegue ver-me assim, e quem, para além de mim, já não consegue.


A sua voz interior vai avisando: "Cuidado com a forma como pensas de ti. Não te julgues em demasia. Talvez estejas a dar demasiada importância a eventos ou vozes que menos bem te fizeram e menos bem te conheciam. Talvez não sejas nada disso. Ouve quem te conhece melhor... talvez ainda consigas recuperar o que tens debaixo de todo esse pó do qual te cobriram para esconderem o teu brilho. Não coloques mais poeira onde já existe tanta. É assim tão difícil seres naturalmente tu? Podes não te julgar por um segundo?"


Levantou-se, depois de arrumar as suas coisas, e dirigiu-se novamente ao balcão. O senhor atrás do balcão, desta vez, olhou-a um pouco intrigado, como quem se pergunta o que dali viria daquela vez. Perguntou-lhe:
- O que deseja?
- Qual o bolo que prefere? Qual escolheria para si?


E após algumas considerações acerca dos vários bolos, indicou-lhe um deles.


- Embrulhe um, por favor, com o máximo cuidado, como se o embrulhasse para a pessoa mais importante do mundo para si.


Quando o senhor atrás do balcão, depois de ter pago, lhe deu a caixa, negou-a, dizendo:
- É para si. Só porque, às vezes, nos esquecemos, na correria do dia a dia, de nós... de quem somos... e de que devemos ser a pessoa mais importante do mundo para nós. Aproveite e tenha um bom dia.


(S. G.)
os textos são teus? revejo me muito nas tuas publicações e desabafos :)
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Outras Conversas / Re: Elogios!
« Última mensagem por unfold em Domingo »
Enquanto estava sentada à mesa da esplanada e se perdia em deambulações, olhando as deambulações de quem a rodeava, pegou numa sensação que a acompanhava há algum tempo. Elogios, elogios... tinha recebido alguns em algumas chamadas e mensagens de amigos. Mas pode haver algo terrível e fracturante nos elogios. Inicialmente podem saber bem, principalmente quando vindos de amigos de quem tanto se gosta, mas, têm despertado sensações menos boas em si. Levantou-se, quase como um autómato, e dirigiu-se ao balcão. O senhor atrás do balcão pensou que queria algo do estabelecimento.
- O que deseja?
- Saber uma coisa, se me permite. Gosta de elogios?
- Perdão?
- Só quero saber se gosta de elogios. Gosta? Gosta de ser elogiado?
- Sim, acho que sim. Quem não gosta? Mas porquê?
- Obrigada. Nada, não ligue. Era só isso.


Voltou para a esplanada a remoer. Não conseguia perceber bem o que ia dentro dela. Começou a escrever num bloco, para organizar as ideias. Escreveu a palavra "elogio" várias vezes, com grafias distintas. Finalmente deixou a tinta descrever o que lhe ia na alma: Elogios. Pode haver algo belo nos elogios, mas ultimamente não me fico por ai. Pode haver algo belo nos elogios, mas há algo que me fractura quando os recebo. E porquê? Em primeiro lugar, porque não me reconheço neles, porque sinto que a pessoa que descrevem com elogios e boas qualidades, já não se encontra aqui. Ah, sim, da última vez chorei ao telefone, depois da ___ me ter elogiado e respondi-lhe que já não sou essa pessoa. Em segundo lugar, porque me lembram todos os elogios que não pude, ou não consegui, retribuir. Em terceiro lugar, porque me lembram o contraste entre quem ainda consegue ver-me assim, e quem, para além de mim, já não consegue.


A sua voz interior vai avisando: "Cuidado com a forma como pensas de ti. Não te julgues em demasia. Talvez estejas a dar demasiada importância a eventos ou vozes que menos bem te fizeram e menos bem te conheciam. Talvez não sejas nada disso. Ouve quem te conhece melhor... talvez ainda consigas recuperar o que tens debaixo de todo esse pó do qual te cobriram para esconderem o teu brilho. Não coloques mais poeira onde já existe tanta. É assim tão difícil seres naturalmente tu? Podes não te julgar por um segundo?"


Levantou-se, depois de arrumar as suas coisas, e dirigiu-se novamente ao balcão. O senhor atrás do balcão, desta vez, olhou-a um pouco intrigado, como quem se pergunta o que dali viria daquela vez. Perguntou-lhe:
- O que deseja?
- Qual o bolo que prefere? Qual escolheria para si?


E após algumas considerações acerca dos vários bolos, indicou-lhe um deles.


- Embrulhe um, por favor, com o máximo cuidado, como se o embrulhasse para a pessoa mais importante do mundo para si.


Quando o senhor atrás do balcão, depois de ter pago, lhe deu a caixa, negou-a, dizendo:
- É para si. Só porque, às vezes, nos esquecemos, na correria do dia a dia, de nós... de quem somos... e de que devemos ser a pessoa mais importante do mundo para nós. Aproveite e tenha um bom dia.


(S. G.)
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Artes & Letras / Re: Citações de livros
« Última mensagem por unfold em Domingo »
"Aqueles que me tocaram a alma não conseguiram despertar o meu corpo, e aqueles que tocaram o meu corpo não conseguiram alcançar a minha alma." (Paulo Coelho)
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