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Bc:
As coisas que a gente não sabe. Nossa, que grandes voltas .. :-X :-X :-X

Atomic:
Exército de Israel abre fogo contra manifestantes palestinos que marcham para a fronteira.

Número de palestinos mortos chega a 54 e marcha já é a mais sangrenta de Gaza

https://brasil.elpais.com/brasil/2018/05/14/internacional/1526289755_311465.html

Pessoalmente deixa-me tão frustrado que andam pessoas a morrer porque se decidiu por o dedo na ferida e fazer de Jerusalem, a cidade que era suposto pertencer a nenhum dos lados, a capital de um dos países...


Enfim...

Kidrauhl:

--- Citação de: Atomic em 15 de Maio de 2018 ---Exército de Israel abre fogo contra manifestantes palestinos que marcham para a fronteira.

Número de palestinos mortos chega a 54 e marcha já é a mais sangrenta de Gaza

https://brasil.elpais.com/brasil/2018/05/14/internacional/1526289755_311465.html

Pessoalmente deixa-me tão frustrado que andam pessoas a morrer porque se decidiu por o dedo na ferida e fazer de Jerusalem, a cidade que era suposto pertencer a nenhum dos lados, a capital de um dos países...


Enfim...

--- Fim de Citação ---

Eu tenho alguma dificuldade em compreender toda esta polémica. Se é certo que, defendendo eu o multilaterismo, não posso deixar de valorizar que as resoluções da ONU não são cumpridas e elas prevêem que Jerusalém seja gerida de acordo com o direito internacional, não é menos verdade que a inoperância da ONU não pode ser assacável a Israel. Do ponto de vista diplomático e geopolítico, agora ignorando a questão legal da ONU, ainda menos compreendo qual é a dúvida em defender Israel contra a Palestina e praticamente todos os seus vizinhos. Qualquer ocidental, europeu que se preze tenderá a estabelecer muito melhor contacto com um país democrático, liberal, com imprensa livre, enfim, tudo o que distingue o Ocidente do resto do mundo, do que com um país como os vizinhos de Israel, que se perdem em facções, lutas infindáveis pelo poder, falta de infraestruturas básicas, corrupção, etc. Sem querer caucionar tudo o que o governo israelista pratica, não tenho dúvidas de que os nossos interesses ficam muito mais bem defendidos se Israel assumir uma posição dominante naquela região do globo. Historicamente, aliás, o povo judeu foi sempre perseguido (incluindo em Portugal), pelo que só por anti-semitismo se pode negar que Israel construiu do nada um país decente, ainda para mais em território com condições edafoclimáticas extremamente desfavoráveis à presença humana.

Patéticas são, como sempre, as reacções da esquerda e extrema-esquerda, que apelaram ao boicote a Israel no Festival da Eurovisão e acabaram a falar para as paredes (como sempre que o eleitorado se pronuncia, a extrema-esquerda fica a falar sozinha...), além da selectividade habitual e das cortinas de fumo, que são o modus operandi do PCP e BE - condenam intervenções na Síria, no Iraque, no Afeganistão, caracterizam como tiranos os governantes angolanos ou israelistas, mas nada dizem sobre a ditadura cubana ou a ditadura venezuelana, esta última que afecta muitos compatriotas portugueses. Lamentavelmente, os partidos moderados como deveriam ser o PSD e o CDS-PP não produzem pensamento crítico que contradiga a propaganda e as cortinas de fumo anti-semitas e pró-holocausto propaladas pelo PCP e BE, que monopolizam o debate sobre o conflito israelo-palestiniano. Não basta defender a existência de Israel contra a defesa da sua liquidação para que essa voz moderada seja ouvida, na medida em que quem faz mais barulho, nestes tempos conturbados, consegue levar a água ao seu moinho. E, nisso, a extrema-esquerda é mestre e não se calará enquanto não capitularmos todos perante as suas intenções malévolas e eivadas de ressentimento e vingança.


Reitero apenas, por fim, que não estou a caucionar as acções do governo de Israel, muitas delas contradizem o estipulado pela ONU. Defendo, evidentemente, a coexistência dos dois Estados e Jerusalém como território internacional. O que não posso aceitar é que se exija que Israel baixe ao nível da Palestina, quando, na verdade, mesmo sem cumprir as resoluções da ONU, construiu um país desenvolvido ao passo que a Palestina ficou a marcar passo e nada fez pelo seu desenvolvimento. Não penso que se possa colocar Israel e Palestina como dois pratos iguais da balança sem com isso criar uma disrupção gravíssima para quem vive em Israel. Exija-se que Israel cumpra as decisões da ONU, pois claro. Não se coloque é a culpa toda do lado de Israel, não exigindo, pelo menos, à Palestina que haja um cessar-fogo entre as duas facções em conflito no seu território. É esse conflito no interior da Palestina que justifica algumas - não todas - acções do governo de Israel, que se sente, obviamente, ameaçado por ter um conflito à porta da sua fronteira.

Sinvastatina:
 Haja Paciência

Grupo de deputados de direita avança para o Constitucional para travar “ideologia de género” nas escolas
https://expresso.pt/politica/2019-07-19-Grupo-de-deputados-de-direita-avanca-para-o-Constitucional-para-travar-ideologia-de-genero-nas-escolas

Fernando Pinheiro:

--- Citação de: Sinvastatina em 19 de Julho de 2019 --- Haja Paciência

Grupo de deputados de direita avança para o Constitucional para travar “ideologia de género” nas escolas
https://expresso.pt/politica/2019-07-19-Grupo-de-deputados-de-direita-avanca-para-o-Constitucional-para-travar-ideologia-de-genero-nas-escolas

--- Fim de Citação ---


É lamentável essa notícia. :(

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