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Olá Visitante22.abr.2021, 13:10:34

Autor Tópico: Como podemos ser os pais biológicos dos filhos dos nossos parceiros  (Lida 2445 vezes)

 
Como podemos ser os pais biológicos dos filhos dos nossos parceiros
#0

4

  • Visitante
Entre homens:
1. Extrair o núcleo de um óvulo doado (*);
2. Extrair o núcleo de um espermatozóide de um dos homens;
3. Seleccionar um núcleo com o cromossoma X (**);
4. Inserir o núcleo do espermatozóide com cromossoma X no óvulo doado;
5. Implantar o óvulo modificado numa barriga de aluguer;
6. Tentar a fertilização natural com o esperma do outro homem.

Entre mulheres:
1. Extrair o núcleo do óvulo de uma das mulheres;
2. Fazer a inserção intra-citoplasmática desse núcleo no óvulo da outra mulher.
Se isto falhar, usar um espermatozóide como vector (modificando-o e tentando a fertilização In-Vitro ou outra).

(*) A questão de se proceder à destruição deste núcleo é relativa, uma vez que este procedimento pode ser realizado por dois casais homossexuais (dois homens e duas mulheres) ao mesmo tempo.
(**) Para evitar combinações como YY.

Este procedimento apenas resulta em descendência feminina entre mulheres.

Alguns destes procedimentos podem ser aplicados ao tratamento da infertilidade convencional.

Não estou aqui para discutir a moralidade dos procedimentos, mas sim para provar que é possível.
« Última modificação: 28 de Janeiro de 2013 por 4 »

    Como podemos ser os pais biológicos dos filhos dos nossos parceiros
    #1

    Offline TiagoJ

    • *****
    • Membro Elite
    • Género: Masculino
    • make a U turn
    Existe outra possibilidade, que permite até gerar descendência com o material genético de cada um dos elementos do casal.

    Isto pode ser feito, por exemplo, num casal masculino, em que um dos indivíduos tem uma irmã disposta a doar um óvulo, que seria fecundado por espermatozóides do 'cunhado'. Assim garante-se material genético de um individuo (através da irmã biológica) e do outro, através dos próprios espermatozóides.
      touching the edge of space, the edge of heaven, the edge of dreams...

      Como podemos ser os pais biológicos dos filhos dos nossos parceiros
      #2

      Elsivier

      • Visitante
      Existe outra possibilidade, que permite até gerar descendência com o material genético de cada um dos elementos do casal.

      Isto pode ser feito, por exemplo, num casal masculino, em que um dos indivíduos tem uma irmã disposta a doar um óvulo, que seria fecundado por espermatozóides do 'cunhado'. Assim garante-se material genético de um individuo (através da irmã biológica) e do outro, através dos próprios espermatozóides.

      Garante-se que a informação genética vem da mesma linha, mas não necessariamente os mesmos genes. Ambos sabemos que às vezes os irmãos são diferentes entre si, mesmo geneticamente. A informação da irmã nunca será exactamente igual ao do irmão ...

      E isso levanta também questões como "O filho, geneticamente, vai ser da irmã e do "cunhado" e não do irmão". Enquanto, pelo o que entendi do descrito anteriormente, era possível escolher geneticamente o genoma dos dois homens.

        Como podemos ser os pais biológicos dos filhos dos nossos parceiros
        #3

        4

        • Visitante
        E isso levanta também questões como "O filho, geneticamente, vai ser da irmã e do "cunhado" e não do irmão". Enquanto, pelo o que entendi do descrito anteriormente, era possível escolher geneticamente o genoma dos dois homens.
        Precisamente e eu só estou aqui para que a rede contacte profissionais dispostos a tentar isto.

          Como podemos ser os pais biológicos dos filhos dos nossos parceiros
          #4

          Offline Boreas

          • *****
          • Moderação Sénior
          • Membro Vintage
          • Género: Masculino
          • "Tu és rato!"
          E isso levanta também questões como "O filho, geneticamente, vai ser da irmã e do "cunhado" e não do irmão". Enquanto, pelo o que entendi do descrito anteriormente, era possível escolher geneticamente o genoma dos dois homens.
          Precisamente e eu só estou aqui para que a rede contacte profissionais dispostos a tentar isto.

          Podes explicar um pouco melhor, por favor?
            Just live!!! WILL POWER HOPE COMPASSION LOVE

            Como podemos ser os pais biológicos dos filhos dos nossos parceiros
            #5

            Offline Malayka

            • ****
            • Membro Sénior
            • Género: Feminino
              • Twitter
            Entre homens:
            1. Extrair o núcleo de um óvulo doado (*);
            2. Extrair o núcleo de um espermatozóide de um dos homens;
            3. Seleccionar um núcleo com o cromossoma X (**);
            4. Inserir o núcleo do espermatozóide com cromossoma X no óvulo doado;
            5. Implantar o óvulo modificado numa barriga de aluguer;
            6. Tentar a fertilização natural com o esperma do outro homem.

            Entre mulheres:
            1. Extrair o núcleo do óvulo de uma das mulheres;
            2. Fazer a inserção intra-citoplasmática desse núcleo no óvulo da outra mulher.
            Se isto falhar, usar um espermatozóide como vector (modificando-o e tentando a fertilização In-Vitro ou outra).

            (*) A questão de se proceder à destruição deste núcleo é relativa, uma vez que este procedimento pode ser realizado por dois casais homossexuais (dois homens e duas mulheres) ao mesmo tempo.
            (**) Para evitar combinações como YY.

            Este procedimento apenas resulta em descendência feminina entre mulheres.

            Alguns destes procedimentos podem ser aplicados ao tratamento da infertilidade convencional.

            Não estou aqui para discutir a moralidade dos procedimentos, mas sim para provar que é possível.

            Um óvulo vem sempre da mulher, logo não terás filhos dos mesmos pais-homens, seja in vitro, seja o que for. Além de que estas a falar de organismos super sensiveis, recriar ambientes que os possam sustentar e poder realizar esses processos todos, imagino que seja difícil. Além de que muito provavelmente, o facto de andares a mexer em genes, poderá afectar o próprio feto. como uma anomalia, uma mutação genética.
              Esperando o melhor, preparada para o pior.

               

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