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Olá Visitante06.dez.2021, 10:39:28

Autor Tópico: Viver o luto na realidade homossexual  (Lida 2532 vezes)

 
Viver o luto na realidade homossexual
#0

Offline coca2004

  • **
  • Membro Júnior
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Olá
Este tópico serve para partilhar a forma como se vive o luto na nossa condição homossexual, o que poderá ser uma grande ajuda para quem vive o sofrimento da perda de alguém que amamos muito...

    Viver o luto na realidade homossexual
    #1

    Danielmatos

    • Visitante
    Olá
    Este tópico serve para partilhar a forma como se vive o luto na nossa condição homossexual, o que poderá ser uma grande ajuda para quem vive o sofrimento da perda de alguém que amamos muito...

    Julgo que os homossexuais vivem o luto da mesma forma que os heterossexuais, dependentemente do relacionamento que mantêm/mantinham com uma pessoa.

      Viver o luto na realidade homossexual
      #2

      Offline Bathory

      • ***
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      • Género: Feminino
      Olá
      Este tópico serve para partilhar a forma como se vive o luto na nossa condição homossexual, o que poderá ser uma grande ajuda para quem vive o sofrimento da perda de alguém que amamos muito...

      Julgo que os homossexuais vivem o luto da mesma forma que os heterossexuais, dependentemente do relacionamento que mantêm/mantinham com uma pessoa.

      Sim, concordo. Acho que a forma de se viver o luto depende de pessoa para pessoa, e não de orientação sexual para orientação sexual
        "O mundo é de quem não sente."

        Viver o luto na realidade homossexual
        #3

        Offline coca2004

        • **
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        Eu acho que o facto de as vezes não se poder vivenciar e partilhar com qualquer pessoa a dor que se sente, porque sabemos que ha pessoas que descriminam, leva a que a dor ainda seja maior e por vezes a viver lutos sozinhos ...

          Viver o luto na realidade homossexual
          #4

          petala

          • Visitante
          Eu acho que o facto de as vezes não se poder vivenciar e partilhar com qualquer pessoa a dor que se sente, porque sabemos que ha pessoas que descriminam, leva a que a dor ainda seja maior e por vezes a viver lutos sozinhos ...
          sim concordo inteiramente...

            Viver o luto na realidade homossexual
            #5

            Offline Arms

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            Eu acho que o facto de as vezes não se poder vivenciar e partilhar com qualquer pessoa a dor que se sente, porque sabemos que ha pessoas que descriminam, leva a que a dor ainda seja maior e por vezes a viver lutos sozinhos ...

            Desculpa mas não consigo concordar contigo. Em nada...

            (...) leva a que a dor ainda seja maior (...)
            Como assim "dor maior"? Não podes quantificar a dor que um homossexual sente e dizer que, simplesmente porque as condições em que o sente, é maior que a dor de um heterossexual. Isso é estar a menosprezar os sentimentos dos heterossexuais em geral. Para além do facto de não conseguires sequer quantificar "dor" porque não é algo físico. O que existe sim são formas de expressão da dor do luto distintas.

            (...) não se poder vivenciar e partilhar com qualquer pessoa a dor que se sente, (...)
            Pessoalmente, acho que ninguém partilha "com qualquer pessoa" a dor que sente. Para isso temos os nossos amigos que, obviamente, sabem se um amigo é homossexual ou não e, se não conhecem, normalmente desconfiam logo, assim que vêem a cara da pessoa que está em luto porque - sejamos realistas aqui - as pessoas não são burras e a dor de luto não é coisa que uma pessoa consiga disfarçar muito e por muito tempo. O que acontece é que geralmente se fazem comming outs inesperados nesta altura, aos amigos que não sabiam.

            (...) porque sabemos que ha pessoas que descriminam (...)
            Posso fazer-te uma pergunta? Explica-me porque haverias de partilhar algo deste género - ou de qualquer outro género, já que penso nisso - com uma pessoa que sabes que te vai discriminar? Excluindo aqui os amigos. Quer dizer, eu pessoalmente não sei se seria capaz de manter uma relação de amizade durante muito tempo com uma pessoa que soubesse que me iria discriminar. Diria-lhe logo que sou gay ou bi e, ou ele superava os seus preconceitos ou respeitava, ou simplesmente terminava-se a relação de amizade.

            Para além disso, a discriminação não leva que sofras o luto sozinho. Quanto mais leva-te a seleccionar um grupo restrito de pessoas com quem partilhes a dor. O que te leva a sofrer sozinho seria a falta deste grupo restrito (chamemos-lhe "amigos") e/ou o facto de, quando se perde alguém, normalmente fechamos-nos sobre nós mesmos e, mesmo tendo amigos, não saímos ou partilhamos grande coisa.

            Eu não vejo grandes diferenças em como se vive o luto numa realidade heterossexual e numa realidade homossexual porque, antes de seres hetero ou homo, és uma pessoa e tens comportamentos similares a qualquer outra pessoa, seja ela hetero, homo, bi, trans, etc.

            A única diferença que posso encontrar é que, a nível social - falo de ambientes fora do nosso círculo de amigos, trabalho (se sabem), familiar, etc. - provavelmente não será revelado qualquer indício de estar em luto. Mas, depois, os heterossexuais fazem o mesmo... A única coisa que é visual, em termos de "estado de luto", são as senhoras vestirem-se de preto. Mas isso pode ser por qualquer motivo: ou falecimento do parceiro ou falecimento de um parente próximo, filho, etc. Ninguém lhes pergunta especificamente por quem estão de luto e não existe nenhum código de cor que defina o grau de parentesco que a senhora tem com o/a falecido/a. Por isso, um homossexual de luto poderia perfeitamente fazer o seu luto porque ninguém à sua volta - não sabendo que ele é gay - vai partir do princípio que está de luto pelo falecimento do parceiro. Quanto mais vão partir do princípio que é por uma parceira mas, como também não te perguntarão, não vejo qual e onde está o problema.

            Opinião pessoal...
              Se dependes unicamente dos outros para seres feliz prepara-te para ficares desiludido.
              Instead of telling people to plan ahead, we should tell them to plan to be surprised.

              Viver o luto na realidade homossexual
              #6

              Offline paulosabino

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              Arms acho que o que foi dito foi que a dor podia ser maior quando não a podemos partilhar, não interessa que podemos ou não ser percepcionados(falando em aparências para terceiros que não fazem parte dos que nos são próximos) como viúvos de viúvos ou viúvas de viúvas, conta sim se quisermos desabafar , no caso de não se ser assumido, não ter com quem abrir o coração e descarregar a dor. Não me parece que quem não sinta força ou acredite não ter condições para se assumir, que o vá fazer no momento de luto só porque está a viver essa situação. Certo que tu ou outra pessoa poderia fazê-lo, mas cada um sabe das suas motivações e realidade que o cerca, não somos todos iguais, não temos as mesmas pessoas à nossa volta nem temos as mesmas condições e nivel de dificuldade/facilidade para nos assumir-mos.

              Nem os homo e bissexuais sofrem mais dor de luto que um heterossexual, a questão é  que quando vivemos à nossa própria margem e  e escondemos pelas mais diversas razões uma parte de nós, neste caso a orientação sexual/afectiva, escondemos paralelamente muito mais que uma característica, escondemos os nossos sentimentos, algumas pessoa que fazem parte das nossas vidas e vivências, e nesse caso sim concordo  que no caso de alguns homo e bissexuais, não que a dor seja maior, mas existe menos recursos para a diminuir.

              Imaginemos um amor proíbido pela família(mesmo heterossexual), quando tu brigas, quando tu choras e quando tu perdes, não podes falar disso com a mesma abertura se fosse o caso de uma relação aceite e do conhecimento dos que te podem apoiar e com quem podes desabafar. A dor todos têm , o apoio nem todos nem todos os casos. Obviamente que a falta de apoio e alguém  que nos estenda mão não acontece apenas aos LGBT's, mas na situação que citaste tende a haver essa particularidade. Penso.
              « Última modificação: 4 de Maio de 2009 por paulosabino »
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                 - Vai tu!!!!!!!!!!

                Viver o luto na realidade homossexual
                #7

                Offline Arms

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                Arms acho que o que foi dito foi que a dor podia ser maior quando não a podemos partilhar, não interessa que podemos ou não ser percepcionados(falando em aparências para terceiros que não fazem parte dos que nos são próximos) como viúvos de viúvos ou viúvas de viúvas, conta sim se quisermos desabafar , no caso de não se ser assumido, não ter com quem abrir o coração e descarregar a dor. Não me parece que quem não sinta força ou acredite não ter condições para se assumir, que o vá fazer no momento de luto só porque está a viver essa situação. Certo que tu ou outra pessoa poderia fazê-lo, mas cada um sabe das suas motivações e realidade que o cerca, não somos todos iguais, não temos as mesmas pessoas à nossa volta nem temos as mesmas condições e nivel de dificuldade/facilidade para nos assumir-mos.

                Nem os homo e bissexuais sofrem mais dor de luto que um heterossexual, a questão é  que quando vivemos à nossa própria margem e  e escondemos pelas mais diversas razões uma parte de nós, neste caso a orientação sexual/afectiva, escondemos paralelamente muito mais que uma característica, escondemos os nossos sentimentos, algumas pessoa que fazem parte das nossas vidas e vivências, e nesse caso sim concordo  que no caso de alguns homo e bissexuais, não que a dor seja maior, mas existe menos recursos para a diminuir.

                Imaginemos um amor proíbido pela família(mesmo heterossexual), quando tu brigas, quando tu choras e quando tu perdes, não podes falar disso com a mesma abertura se fosse o caso de uma relação aceite e do conhecimento dos que te podem apoiar e com quem podes desabafar. A dor todos têm , o apoio nem todos nem todos os casos. Obviamente que a falta de apoio e alguém  que nos estenda mão não acontece apenas aos LGBT's, mas na situação que citaste tende a haver essa particularidade. Penso.

                Desculpa paulosabino. Não consigo concordar inteiramente. Uma dor não aumenta ou diminui. O máximo que poderá acontecer é que a pessoa não tem forma de exteriorizar a sua dor por falta de opções. É nisso que quero focar. Dor é dor e, na minha opinião, ela não varia. O que acontece é que, se ela não for exteriorizada, o sentimento não flui naturalmente e os nossos mecanismos psicológicos para superar não funcionam naturalmente, levando muito mais tempo para lidar com a realidade. Além disso, já todos sabemos que, quanto mais auto-confiante somos, melhor lidamos com as situações de crise e sabemos também que uma pessoa não-assumida tem tendência para ter uma auto-confiança mais fragilizada por não se sentir apoiado. Mas, custa-me ainda a acreditar que uma pessoa não se tenha assumido a pelo menos um amigo. Ninguém - baseio isto nas minhas observações pessoais e é generalizado dentro desta perspectiva - é totalmente não-assumido. Existe sempre pelo menos uma pessoa que sabe. Torna-se complicado suportar estas realidades porque normalmente são assuntos que vão buscar a necessidade de conforto familiar e, em muitos casos, os familiares desconhecem. E é complicado porque uma pessoa não-assumida tem menos recursos de exteriorização dos seus sentimentos do que uma pessoa assumida.

                Mas não era dos homossexuais não-assumidos que a frase referiu, não é verdade? ;)
                  Se dependes unicamente dos outros para seres feliz prepara-te para ficares desiludido.
                  Instead of telling people to plan ahead, we should tell them to plan to be surprised.

                  Viver o luto na realidade homossexual
                  #8

                  Offline paulosabino

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                  Arms acho que o que foi dito foi que a dor podia ser maior quando não a podemos partilhar, não interessa que podemos ou não ser percepcionados(falando em aparências para terceiros que não fazem parte dos que nos são próximos) como viúvos de viúvos ou viúvas de viúvas, conta sim se quisermos desabafar , no caso de não se ser assumido, não ter com quem abrir o coração e descarregar a dor. Não me parece que quem não sinta força ou acredite não ter condições para se assumir, que o vá fazer no momento de luto só porque está a viver essa situação. Certo que tu ou outra pessoa poderia fazê-lo, mas cada um sabe das suas motivações e realidade que o cerca, não somos todos iguais, não temos as mesmas pessoas à nossa volta nem temos as mesmas condições e nivel de dificuldade/facilidade para nos assumir-mos.

                  Nem os homo e bissexuais sofrem mais dor de luto que um heterossexual, a questão é  que quando vivemos à nossa própria margem e  e escondemos pelas mais diversas razões uma parte de nós, neste caso a orientação sexual/afectiva, escondemos paralelamente muito mais que uma característica, escondemos os nossos sentimentos, algumas pessoa que fazem parte das nossas vidas e vivências, e nesse caso sim concordo  que no caso de alguns homo e bissexuais, não que a dor seja maior, mas existe menos recursos para a diminuir.

                  Imaginemos um amor proíbido pela família(mesmo heterossexual), quando tu brigas, quando tu choras e quando tu perdes, não podes falar disso com a mesma abertura se fosse o caso de uma relação aceite e do conhecimento dos que te podem apoiar e com quem podes desabafar. A dor todos têm , o apoio nem todos nem todos os casos. Obviamente que a falta de apoio e alguém  que nos estenda mão não acontece apenas aos LGBT's, mas na situação que citaste tende a haver essa particularidade. Penso.

                  Desculpa paulosabino. Não consigo concordar inteiramente. Uma dor não aumenta ou diminui. O máximo que poderá acontecer é que a pessoa não tem forma de exteriorizar a sua dor por falta de opções. É nisso que quero focar. Dor é dor e, na minha opinião, ela não varia. O que acontece é que, se ela não for exteriorizada, o sentimento não flui naturalmente e os nossos mecanismos psicológicos para superar não funcionam naturalmente, levando muito mais tempo para lidar com a realidade. Além disso, já todos sabemos que, quanto mais auto-confiante somos, melhor lidamos com as situações de crise e sabemos também que uma pessoa não-assumida tem tendência para ter uma auto-confiança mais fragilizada por não se sentir apoiado. Mas, custa-me ainda a acreditar que uma pessoa não se tenha assumido a pelo menos um amigo. Ninguém - baseio isto nas minhas observações pessoais e é generalizado dentro desta perspectiva - é totalmente não-assumido. Existe sempre pelo menos uma pessoa que sabe. Torna-se complicado suportar estas realidades porque normalmente são assuntos que vão buscar a necessidade de conforto familiar e, em muitos casos, os familiares desconhecem. E é complicado porque uma pessoa não-assumida tem menos recursos de exteriorização dos seus sentimentos do que uma pessoa assumida.

                  Mas não era dos homossexuais não-assumidos que a frase referiu, não é verdade? ;)

                  Eu entendi que sim, que a frase se referia acima de tudo a não assumidos ou aos que mesmo assumidos  o eram para um numero muito limitado de pessoas("não se poder vivenciar e partilhar com qualquer pessoa a dor que se sente, porque sabemos que ha pessoas que descriminam").  Repara tu estás a pegar pela dor em si como se tivesse sido dito que pesando um homo sofre mais que um heterossexual, mas não pelo menos eu não interpretei assim, o que interpretei que foi dito foi que apesar da dor ser igual e ambos sofrerem, pelo facto de muitos homossexuais não poderem falar das suas relações(falamos da perda d@ companheir@/namorad@) com todas as pessoas que têm ao redor e que seriam importantes em termos de apoio, ao se encontrarem limitados não podendo falar com muitas ou nenhumas pessoas, podem ter duas dores, a da perda e a de se sentirem obrigados a ocultá-la ou pelo menos não desabafar com aqueles que servem para isso nestas ocasiões.

                  Tu estás a dizer a mesma coisa mas de forma dferente, pegaste à letra o que o coca2004 disse, mas o sentido pelo menos para mim foi claro claro  :)
                  « Última modificação: 4 de Maio de 2009 por paulosabino »
                    - Vai chover...   
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                    #9

                    Offline Arms

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                    Eu entendi que sim, que a frase se referia acima de tudo a não assumidos ou aos que mesmo assumidos  o eram para um numero muito limitado de pessoas("não se poder vivenciar e partilhar com qualquer pessoa a dor que se sente, porque sabemos que ha pessoas que descriminam").  Repara tu estás a pegar pela dor em si como se tivesse sido dito que pesando um homo sofre mais que um heterossexual, mas não pelo menos eu não interpretei assim, o que interpretei que foi dito foi que apesar da dor ser igual e ambos sofrerem, pelo facto de muitos homossexuais não poderem falar das suas relações(falamos da perda d@ companheir@/namorad@) com todas as pessoas que têm ao redor e que seriam importantes em termos de apoio, ao se encontrarem limitados não podendo falar com muitas ou nenhumas pessoas, podem ter duas dores, a da perda e a de se sentirem obrigados a ocultá-la ou pelo menos não desabafar com aqueles que servem para isso nestas ocasiões.

                    Tu estás a dizer a mesma coisa mas de forma dferente, pegaste à letra o que o coca2004 disse, mas o sentido pelo menos para mim foi claro claro  :)

                    Pois, provavelmente. O que entendo aqui é que ambos temos noções diferentes porque não interpreto o sentir forçado a ocultar como dor mas apenas como um bloqueio de expressão que impede o fluir natural do sentimento de dor em si.
                      Se dependes unicamente dos outros para seres feliz prepara-te para ficares desiludido.
                      Instead of telling people to plan ahead, we should tell them to plan to be surprised.

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                      #10

                      for_free

                      • Visitante
                      Fanatismo

                      Minh'alma, de sonhar-te, anda perdida.
                      Meus olhos andam cegos de te ver.
                      Não és sequer razão do meu viver
                      Pois que tu és já toda a minha vida!

                      Não vejo nada assim enlouquecida...
                      Passo no mundo, meu Amor, a ler
                      No mist'rioso livro do teu ser
                      A mesma história tantas vezes lida!...

                      "Tudo no mundo é frágil, tudo passa...
                      Quando me dizem isto, toda a graça
                      Duma boca divina fala em mim!
                      E, olhos postos em ti, digo de rastros:

                      "Ah! podem voar mundos, morrer astros,
                      Que tu és como Deus: princípio e fim!..."


                        Viver o luto na realidade homossexual
                        #11

                        Offline Mr Unchained

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                        • Cada passo segue um ritmo!
                        Perdi o meu primeiro namorado e custou-me mesmo muito, horrores, porque eu não era assumido, além de uma melhor amiga, mais ninguém sabia que eu era gay.
                        E sofri tudo sozinho e calado, eu era muito novo e estava a passar por uma situação muito delicada.
                        A verdade é que me viam a sofrer por um amigo estar a morrer e não imaginavam que aquela dor, não era de estar a perder um amigo, mas sim estar a perder o primeiro grande amor da minha vida, de dia para dia.
                        Mas foi só mais uma situação que me fez a pessoa forte que sou hoje.  :)
                          Dá um passo a seguir ao outro sem medos, se tropeçares e caires, podes levantar e aprender andar melhor :)

                           

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