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Histórias, Contos e Fábulas

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Azuth:
 :) Olá, sou daquelas pessoas que não resiste a uma boa história :)

Histórinhas para adormecer...

Histórias de mal dizer...

Fábulas...

e tutti e tutti e tutti....

Vou começar este tópico, com uma das minhas fábulas preferidas :)

Fábula
 
 
Era uma vez uma rata que se preparava para comer uma mosca, quando veio um mocho que
observava a cena e disse:
 
 
- "Rata, não comas já a mosca! Espera que a abelha a coma, depois tu comes a abelha. Ficaras melhor alimentada".
 
 
A rata assim fez e, efectivamente passados alguns segundos, veio a abelha que comeu a mosca.
 
 
A rata preparou-se, então, para comer a abelha, mas o mocho interrompeu-a novamente:
 
 
- "Rata, não comas a abelha, ela vai ficar presa na teia da aranha e a aranha vai come-la, então tu comes a aranha e ficarás melhor alimentada...
 
 
A rata de novo esperou. A abelha levantou voo, caiu na teia da aranha, e veio a aranha e comeu-a.
 
 
A rata preparou-se para saltar sobre a aranha, mas, de novo, o mocho interveio:
 
 
- "Rata, não sejas precipitada! Há-de vir o pássaro que comera a aranha, que comeu a abelha, que comeu a mosca. Comerás o pássaro e ficarás melhor
alimentada."
 
 
A rata, reconhecendo os bons conselhos do mocho, aguardou. Logo após, chegou o pássaro que comeu a aranha.
 
 
Entretanto, começou a chover, e a rata, ao atirar-se sobre o pássaro para o comer, escorregou e caiu numa poça de água.
 
 
Moral da historia:
 
 
- Existem muitas maneiras para uma ratinha ficar molhada....
 




Azuth:
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.
Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.

Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
Partindo pra Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos,
preferindo pintá-los  parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas
picadas para pedirem pousada, provocando, provavelmente, pequenas
perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes
potrancas.

Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos
pitorescos, pois, para pintar pobreza,
precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo
Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando,
porém, pretas previsões passavam
pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender
partir prontamente para
Portugal.

-Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque
pedem para prestigiar patrícios,
pintando principais portos portugueses.

-Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.

-Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio
partira para Província. Pedindo
provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai
Procópio para prosseguir praticando
pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo
permissão, penetrou pelo
portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:

-Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior.
Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?

-Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo,
poderei procurar profissão própria
para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou
pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia
pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!
Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram
pacus, piaparas, pirarucus.
Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para
procurar primo Péricles primeiro. Pisando
por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo,
pedreiro profissional perfeito. Poucas
palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles
profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para
pintar prédios, pois precisava pagar
pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo prefere pintar prédios.
Pereceu pintando prédios para Péricles,
pois precipitou-se pelas paredes pintadas.
Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando...

"Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para
pensar... Para parar preciso pensar.
Pensei. Portanto, pronto pararei.

Azuth:
 ::) Parece que existe um sítio em Viseu  ::) onde se reunem pessoas  ::) e que se chama  ::)

O Mastro Bar


 :o

Azuth:
Recebido por e-mail, desconheço a autoria.


O enigma do orgasmo feminino
 
O orgasmo feminino é uma coisa da qual as mulheres percebem muito pouco, e os homens ainda menos. Pelo facto de ser uma reacção endócrina, que se dá
sem expelir nada, não apresenta nenhuma prova evidente de que aconteceu, ou de que foi simulado. Diante deste mistério, as investigações continuam,
pesquisas são feitas, centenas de livros são escritos, tudo para tentar esclarecer este assunto.
  A acompanhar este tema, deu no outro dia uma entrevista na TV com uma conhecida sexóloga, que apresentou uma pesquisa feita nos Estados Unidos na qual se mediu a descarga eléctrica emitida pela periquita na hora do orgasmo. Os resultados mostram que, na hora H, a parrachita dispara uma carga de 250 000 microvolts. Ou seja, 5 passarinhas juntas, ligadas em série na hora do "ai meu Deus!", são suficientes para acender uma lâmpada. E uma
dúzia são capazes de provocar a ignição no motor de um Carocha com a bateria em baixo. Já há até mulheres a treinar para carregar a bateria do telemóvel: dizem que é só ter o orgasmo e... tchan...carregar.
  É preciso ter cuidado porque aquilo, afinal, não é uma rata: é uma torradeira eléctrica. E se der um curto circuito na hora de "virar os olhos"? Além de vesgo, fica-se com a doença de Parkinson e com a salsicha assada.
 Preservativo agora é pouco: tem de se mandar encamisar na Michelin. E, na hora H, é recomendado usar sapatos de borracha, não os descalçar e não pisar o chão molhado.
 
  É também aconselhável que, antes de se começar a molhar o biscoito, se pergunte à parceira se ela é de 110 ou de 220 volts, não vá esturricar a alheira...

Azuth:
Amar é ser Feliz
 

Quanto mais envelhecia, quanto mais insípidas me pareciam as pequenas satisfações que a vida me dava, tanto mais claramente compreendia onde eu deveria procurar a fonte das alegrias da vida.

Aprendi que ser amado não é nada, enquanto amar é tudo.

O dinheiro não era nada, o poder não era nada.

Vi tanta gente que tinha dinheiro e poder, e mesmo assim era infeliz.

A beleza não era nada.

Vi homens e mulheres belos, infelizes, apesar de sua beleza.

Também a saúde não contava tanto assim .Cada um tem a saúde que sente.

Havia doentes cheios de vontade de viver e havia sadios que definhavam angustiados pelo medo de sofrer.

A felicidade é amor, só isto.

Feliz é quem sabe amar.

Feliz é quem pode amar muito.

Mas amar e desejar não é a mesma coisa.

O amor é o desejo que atingiu a sabedoria.

O amor não quer possuir.

O amor quer somente AMAR .

 

Herman Hesse

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