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O que mata o Amor?

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Isabel Simões:
Boa Tarde... O que mata amor é não sentirmos amadas(os), nao amarmos a nós próprios, assim quando sentirmos esse nosso amor próprio conseguiremos amar , aqui refiro amar o próximo e por alguém de " paixão"... Beijinhos  :-*

dani_S:
A falta dele

Fernando Pinheiro:
Nada mata o amor, porque o amor é eterno. Se mata o amor, então não era amor em primeiro lugar. A paixão é que se pode matar, porque a paixão vai-se desvanecendo com o tempo se não for "regada". Paixão e amor são conceitos diferentes.

unfold:
A sociedade mata o amor. A forma como se vê o amor. De todas as formas.


Tu que me falavas tanto de paz e amor, afinal vês o amor não correspondido como um cancro, e o amor não correspondido não é um cancro. Tu que tanto falavas de paz e amor, não suportas ver-me bem e feliz ao lado das minhas ex-namoradas, porque no fundo dessa "paz" toda que tens, tens um monte de sentimentos que nunca assumiste nem aos teus amigos mais próximos. Às vezes algumas coisas doem, claro que sim, mas depende muito da forma como se olham as coisas. O que prevalece deve ser o bom, deve ser a energia boa que nos faz sentir, deve ser a partilha... se não pudermos direccionar esse amor à pessoa que amamos, podemos direccioná-lo de tantas outras formas. Mas a tua inveja fez-te querer colocares-me nunca caixa fechada muito escura, para que a minha luz não fosse vista, como quem guarda um pirilampo para que ele não espalhe a sua luz. Como te enganaste... como te enganaste em relação a mim... e como quase conseguiste fazê-lo comigo. Penso em ti e percebo que nunca foste minha amiga e eu perdoei tantas coisas pela amizade, mas, de facto, não temos nada a ver uma com a outra e, no fundo, tu só querias colocar-me a falar para conseguires separar ou juntar as pessoas à tua maneira. Quem pensas que és para manobrares as relações interpessoais dessa forma? Quando te acontece a ti não seres correspondida, escondes-te dos teus amigos para não verem a tua fragilidade... mas depois pensas que podes mandar no que os outros sentem em relação uns aos outros? Até podes fazê-lo durante algum tempo, mas sabes uma coisa? Um dia as nossas dores serão as dores dos outros, e nessses momentos... a verdade, a clareza, virá ao de cima. Olho para ti e percebo que no meio da tua energia toda e palavras aceleradas, nunca me falaste muito sobre ti... fazes perguntas mas se os outros tas fazem, respondes com charadas. Nem sequer te conheço... porque tu não te dás a conhecer. Tens medo de te dares a conhecer. Eu, no meio de toda a baralhação e dores (muitas vezes transferidas...) já não tenho esse medo. Não sou sempre coerente e mostro essa incoerência? E depois? Quem está a auto-conhecer-se ainda está em mudança... não tem de ser absolutamente coerente em tudo. Eu, pelo menos, tenho coragem de o fazer. Já tu... navegas nas vidas dos outros para fugires de ti e divides para reinar. É triste... tanta paz e tanto amor...


Sabes o que é que é incoerente? É dizeres a todo o mundo que devemos ficar felizes com a felicidade dos outros, mas quando vês alguém que consegue fazê-lo, dizeres: "Tens de estar triste, porque o normal é estares triste." Já tinha ultrapassado a "fase" em que pensavas que eu estava há muito tempo, mas, por algum motivo, quiseste empurrar-me para lá. Estás tão enganada. A mim o que me custa é, unicamente, a quebra de laços, principalmente o da amizade. Quanto ao resto, quer tu queiras, quer não queiras, estou muito bem resolvida. E garanto-te que não me empurras mais vez nenhuma. Porque, finalmente, tirei-te o comando. Se não consegues ser igual, não faz mal... cada um está onde está, mas não queiras que os outros não consigam só porque tu não consegues.

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